quarta-feira, março 05, 2014

A cem dias do início, Copa perde apoio entre brasileiros


Apesar de procura por ingressos ser recorde, insatisfação com investimentos públicos bilionários em estádios corrói aprovação ao Mundial. Em 2008, quase 80% da população era a favor do torneio. Hoje, metade é contra.
A menos de cem dias do início da Copa, muitas obras – inclusive estádios – seguem inacabadas; a maioria dos brasileiros tem certeza de que os protestos vão continuar, sob o risco de ficarem ainda mais violentos; o índice de aprovação ao torneio é o mais baixo desde 2008; e metade dos brasileiros não defenderia uma nova candidatura do país a sede do Mundial.
Apesar de tudo isso, a procura por ingressos mostra que muitos brasileiros estão animados com o Mundial. O Brasil tem a maior quantidade de ingressos atribuídos, cerca de 900 mil num total de 10 milhões de pedidos, o que é recorde, segundo a Fifa.
"Gosto muito de futebol, não tem como não se empolgar", afirma o paulista Fabricyo de Sousa, de 25 anos. Gerente de mídias sociais, ele criou uma página de humor no Facebook, chamada "Vai ter Copa Sim", com mais de 7 mil seguidores.
Ainda que muitas das publicações não sejam relacionadas ao Mundial, Fabricyo é firme no apoio ao evento. "Ser contra quando já está na cara do gol não dá. Agora que está feito, vamos curtir." Mas esse apoio não é sem restrições. Ele é um dos muitos que preferiam ver o dinheiro público investido em serviços como transporte, saúde e educação.
Segundo o Ministério do Esporte, até o momento foram gastos R$ 25,6 bilhões com a Copa, dos quais apenas R$ 3,7 bilhões são recursos privados.
Rejeição
Em São Paulo, manifestantes protestam contra a Copa
Pelos mesmos motivos de Fabricyo, o mineiro Luiz Terenzi, de 47 anos, sempre foi contra o Mundial no Brasil. E ele não está sozinho.
Segundo um estudo da MDA Pesquisa e da Confederação Nacional do Transporte (CNT), 50,7% dos brasileiros seriam contra a candidatura do Brasil como sede da Copa do Mundo caso a escolha fosse hoje. Dos que veem o torneio com bons olhos, apenas 26,1% seriam totalmente a favor.
Ainda assim, o gosto pelo esporte motiva Luiz a participar do evento. Ele comprou ingressos para ver cinco partidas em Belo Horizonte com a mulher e os dois filhos.
"Estou animado com a oportunidade de ver os jogos", diz, ressaltando que sua animação se limita às partidas e "não ao fato de a Copa ser aqui". Como em todo Mundial, Luiz vai reunir amigos e familiares para acompanhar as partidas também em casa. E a torcida? "Não me motiva a seleção brasileira, ali há mais interesse político e empresarial que futebolístico."
A opinião desfavorável de Luiz sobre a Copa é cada vez mais comum entre brasileiros. Em 2008, um ano após o anúncio de que o país organizaria o Mundial, 79% dos brasileiros eram a favor da competição, segundo pesquisa do Datafolha.
Em junho de 2013, quando o Brasil foi tomado por uma onda de protestos, desencadeados pelo aumento das tarifas do transporte público, a aprovação caiu para 65%. Em fevereiro deste ano, atingiu seu nível mais baixo, 52%.
A rejeição também aumentou. A taxa dos brasileiros que são contrários à Copa do Mundo cresceu e passou de 10%, em 2008, para atuais 38%.
Entre eles está Felipe Alencar, de 21 anos, que participou de vários protestos contra a Copa. O estudante de pedagogia da Unifesp diz que a precariedade dos serviços públicos afeta sua vida diariamente.
Ronaldo: membro do Comitê Organizador Local
Morador da periferia de São Paulo, Felipe ressalta que ele não é contra o futebol, apesar de não ser fã do esporte. "Os trabalhadores não vão poder participar, porque os ingressos são muito caros. Essa Copa não beneficia o povo. É uma contradição investir dinheiro público nisso enquanto não temos direitos básicos", argumenta.
Obras e violações
A forma como os governos vêm gastando os recursos públicos com a organização do Mundial é fonte de insatisfação para grande parte dos brasileiros.
Segundo a pesquisa da MDA e do CNT, 75,8% dos brasileiros consideram que os investimentos no torneio foram desnecessários. Em relação aos estádios, 80,2% defendem que o dinheiro deveria ter sido destinado a "áreas mais importantes".
A três meses do Mundial, cinco estádios ainda estão em reforma. As obras deveriam ter terminado em dezembro do ano passado.
O término de obras de pavimentação e urbanização de áreas do entorno do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, por exemplo, ainda está em fase de licitação. Curitiba, Manaus, São Paulo e Cuiabá também correm contra o tempo para cumprir os prazos da Fifa.
Stadien Fußball WM 2014 Brasilien Arena Pantanal
Arena Pantanal: corrida contra o tempo
Em relação às obras de infraestrutura, muitas estão atrasadas e outras ficaram para depois do torneio. É o caso do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, cujas obras serão, em parte, finalizadas após o evento.
A situação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, é ainda pior. O local terá um terminal provisório, que ficou conhecido como "puxadinho", durante a competição.
Há ainda estruturas que foram inauguradas e já apresentam falhas que terão de ser reformadas, como ocorre em Cuiabá. Segundo o Ministério do Esporte, o andamento das obras está "dentro do previsto".
A Copa como justificativa
Para a Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (rede de organizações e movimentos sociais), o não cumprimento do cronograma é a menor das preocupações. Para um dos membros do Comitê do Rio, Orlando dos Santos Júnior, o megaevento serve de justificativa para realizar obras que não beneficiam a população.
"A questão dos prazos é secundária em relação à própria natureza das intervenções. Eu não tenho dúvida de que estádio de Manaus vai estar concluído para a Copa. Mas é do nosso interesse ter um estádio lá? Ou ele corre o risco de virar um elefante branco? A quem interessa essa obra?", questiona Orlando, também coordenador do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ.
Estádio Nacional de Brasília
Ele ressalta que a Copa serve para legitimar a aceleração desses empreendimentos. "Isso permitiu desregulamentar processos licitatórios e dispensar audiências publicas, por exemplo. Ainda que muitas destas obras de mobilidade, por exemplo, pouco impactem a organização do Mundial."
O membro da articulação nacional Renato Cosantino alerta ainda para as violações dos direitos humanos, feitas em nome dos megaeventos: "Parece que é um vale-tudo. Vale violar o direito a moradia e vale remover mais de cem mil pessoas apenas no Rio de Janeiro" – a cidade também vai sediar as Olimpíadas em 2016.
Segundo Cosantino, muitas destas pessoas ainda não receberam reparação, anos após serem desalojadas.
"A competição também impede trabalhadores informais de seguirem com as suas atividades, violando o direito ao trabalho. Há crimes ambientais, falta de transparência e até violação do direito de manifestação", diz.
Pontos positivos
Mesmo com todas as críticas, há quem defenda a Copa incondicionalmente. Aidê de Simone, de 50 anos, será voluntária do evento em São Paulo. Ela já comprou ingressos para assistir a dois jogos com o marido e os filhos.
"O clima nesses eventos é muito alegre, e você se sente parte de algo maior", diz. A professora de educação física também foi voluntária na Copa das Confederações e assegura que vai torcer para o Brasil.
Protesto em Belo Horizonte contra o Mundial
Para Aidê, a Copa é "um grande aprendizado e traz muitas oportunidades de trabalho". Ela considera que está mais preparada profissionalmente após participar como voluntária em megaeventos.
O Ministério do Esporte aponta a qualificação de trabalhadores como um dos legados da Copa. "No Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) Copa, mais de 90 mil pessoas estão sendo capacitadas para atuar no Mundial. Sem contar as iniciativas individuais e de empresas privadas, como os cursos de línguas que hotéis estão oferecendo a seus trabalhadores", afirma, em nota, o Ministério.
O biólogo Rodrigo Labello Barbosa, de 30 anos, também será voluntário. Ele se diz "muito animado" com as confraternizações. "Haverá uma grande circulação de turistas e isso promove uma troca cultural intensa. As pessoas estão mais abertas para o diferente."
Segundo o Ministério do Esporte, a previsão é de que 600 mil estrangeiros visitem o país durante a Copa do Mundo e mais 3 milhões de turistas brasileiros circulem pelo território nacional. A Embratur estima que os estrangeiros gastem R$ 6,85 bilhões e os brasileiros, R$ 18,35 bilhões ao longo do torneio.
Para Rodrigo, a Copa também representa ganhos econômicos e em infraestrutura. De acordo com um estudo da Ernst & Young e da Fundação Getulio Vargas (FGV), a competição injetaria, adicionalmente, R$ 112,79 bilhões na economia brasileira entre 2010 e 2014, sem contar com os investimentos públicos.
No total, o país movimentaria R$ 142,39 bilhões, gerando 3,63 milhões de empregos por ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população.
Ídolos do futebol
As opiniões sobre a Copa também colocaram ídolos do futebol em lados opostos. Um dos maiores críticos ao Mundial, o deputado federal e ex-jogador da seleção Romário (PSB-RJ), chamou o torneio de "o maior roubo da história do Brasil".
Em junho de 2013, em meio aos protestos que varriam o país, Romário publicou um vídeo na internet apoiando as manifestações e fazendo duras críticas à Fifa e aos gastos governamentais com o Mundial: "O verdadeiro presidente do país hoje se chama Fifa. Ela chega aqui e monta um Estado dentro do nosso Estado", declarou.
Pelé: críticas a manifestações
De outro lado, o rei do futebol e embaixador honorário da Copa, Pelé, partiu em defesa do evento. Junto com ele, o ex-jogador da seleção e membro do Comitê Organizador Local (COL), Ronaldo, também fez declarações em apoio ao Mundial, com direito a troca de farpas com Romário.
Em 2011, Ronaldo afirmou que "não se faz Copa com hospital". Em 2013, o vídeo com a declaração polêmica voltou à tona com os protestos, e o artilheiro disse ter se arrependido. Ele garantiu ser a favor das manifestações, desde que pacíficas.
No mesmo ano, Romário chamou Ronaldo de "ignorante" por apoiar o Mundial. Ao que o membro do COL respondeu: "Tem gente se aproveitando da situação."
Na época, durante a Copa das Confederações, Pelé fez um apelo aos brasileiros: "Vamos esquecer toda essa confusão que está acontecendo no Brasil e vamos pensar que a seleção brasileira é o nosso país, é o nosso sangue."
No início de 2014, o ídolo voltou a pedir que os brasileiros não protestassem. Segundo ele, o povo estava "estragando a festa". "Espero que a gente tenha essa consciência: deixar passar a Copa do Mundo. Aí vamos reivindicar o que os políticos estão roubando ou desviando. Isso é outra coisa. O futebol só traz divisas e só traz benefícios para o Brasil", disse.
Protestos
Aidê, que também é a favor do Mundial, concorda com Pelé. Ela considera injusto culpar a Copa pelos problemas do país. "Se não houvesse o Mundial, esse dinheiro não iria para a educação. Infelizmente seria roubado da mesma forma, porque o Brasil é corrupto", defende.
Manifestações tomaram o Brasil em julho de 2013
Fabricyo também não quer protestos durante a competição. Para ele, serão contraproducentes. "Prometeram que o Mundial traria melhorias para população e não trouxe. Nunca vou ser contra manifestação, mas isso deveria ter sido feito bem antes do evento."
Junto com Fabricyo e Aidê, 63% dos brasileiros são contra a realização de protestos durante o torneio, aponta o Datafolha. Segundo a pesquisa da MDA e CNT, apenas 15,2% declaram que participariam dessas manifestações durante a competição.
Já Rodrigo, apesar do discurso positivo em relação à Copa, não é contra as manifestações. Segundo ele, a opinião de quem é contra o Mundial deve ser respeitada. "Vivemos em uma democracia. Os protestos pacíficos, inclusive durante o evento, são legítimos. Essa postura precisa ser exercitada pelos cidadãos de maneira contínua."
Para Luiz, que considera que o país estaria melhor sem o megaevento, esses protestos são importantes. "Contanto que sejam pacíficos, eu concordo. É a hora de tentar forçar os políticos a trabalhar pelo povo."

Criança e jovem são ejetados de veículo e morrem na hora em acidente com ônibus na RMC

Uma criança e um jovem morreram em um acidente de carro envolvendo um ônibus da linha Curitiba/Mandirituba, em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. O acidente aconteceu na noite desta terça-feira (4) na BR-116, no quilômetro 131, na altura do cruzamento com a rua Mato Grosso do Sul, no bairro Estados. As vítimas eram irmãos e tinham 6 e 19 anos.
De acordo com testemunhas, o Fiat Uno tentava fazer um retorno para entrar na rodovia quando foi atingido pelo ônibus, que conseguiu frear. Com o impacto da colisão, três pessoas foram ejetadas do veículo: um jovem de 19 anos, o menino de apenas 6 e garota de 12 anos. O casal que estava no banco da frente teve ferimentos, mas o estado de saúde é estável e não corre risco de morte. A menina foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba.
Deivid Alves Rodrigues, 19 anos, e Geovane Alves Sardinha, 6, não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local do acidente, dentro da ambulância da concessionária Autopista Planalto Sul. O motorista e o cobrador do ônibus não tiveram nenhum ferimento. Eles entraram em estado de choque ao saber que duas pessoas tinham morrido no acidente. O ônibus estava sendo indo para a garagem.
“O ônibus seguia sentido Mandirituba e o Fiat uno tentava cruzar a rodovia. Quando chegamos aqui três vítimas estavam fora do veículo, dois deles entraram em óbito já na ambulância”, contou policial rodoviário federal Guimarães.
A rodovia ficou parcialmente interditada, mas não ocasionou congestionamento. Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.
Atropelada
Por volta das 23h30, também na BR-116, no quilômetro 73, em Quatro Barras, uma mulher não identificada foi mutilada ao ser atropelada por diversos carros e caminhões. A Polícia Rodoviária Federal acredita que a mulher era de idade porque não tinha dentes. Partes do corpo foram recolhidos ao IML.

Acidente entre dois carros e um caminhão deixa seis pessoas mortas


acidente Ponta grossa (Foto: Wesley Cunha / RPC TV)

As cinco pessoas que estavam no carro da Prefeitura de Cianorte, no noroeste do Paraná, morreram na hora (Foto: Wesley Cunha / RPC TV)

Batida foi na tarde desta terça-feira (4), na BR-376, em Ponta Grossa.
Caminhão passou reto em uma curva e atingiu dois carros, diz PRF.


Seis pessoas morreram e outras três ficaram feridas em um acidente na BR- 376, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais dos Paraná, no fim da tarde desta terça-feira (4). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a batida envolveu dois carros e um caminhão.
Os policiais informaram que o motorista do caminhão, de 22 anos, passou reto em uma curva e colidiu com o carro da Prefeitura de Cianorte, no noroeste do estado. Após atingir o primeiro veículo, o caminhão acabou batendo de frente com outro carro, com placas de Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba.
Ainda conforme a PRF, as cinco pessoas que estavam no carro da prefeitura morreram na hora. Uma criança de cinco anos de idade, que estava no segundo veículo atingido pelo caminhão, também morreu no local do acidente. Segundo os policiais, ela estava na cadeirinha, mas sem o cinto de segurança. Já os outros três ocupantes do veículo foram encaminhados para hospitais de Ponta Grossa.
Segundo a prefeitura de Cianorte, as vítimas que estavam no veículo eram o motorista, funcionário da prefeitura, e quatro pacientes da rede pública de saúde que estavam sendo levados para Curitiba, onde passariam por cirurgias.
O motorista do caminhão saiu ileso e foi submetido ao teste do bafômetro, que não acusou sinais de embriaguez, segundo a PRF. Ele será encaminhado à delegacia de Polícia Civil de Ponta Grossa. Os corpos das seis vítimas do acidente foram levados para o Instituto Médico-Legal (IML) de Ponta Grossa.
De acordo com a Rodonorte, concessionária responsável por este trecho da rodovia, a pista está parcialmente interditada e o tráfego segue lento, pelo acostamento. A PRF informou que a previsão é de que o trânsito seja totalmente liberado em torno de uma hora.

terça-feira, março 04, 2014

Essas crianças...

Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.
 Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava.
 A menina respondeu:
-'Estou desenhando Deus.'
 A professora parou e disse:
 -'Mas ninguém sabe como é Deus.'
 Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
 - 'Saberão dentro de um minuto'.

Lazer Bistrô do Parque Lago Azul é um convite para voltar no tempo
















Distante cerca de 20 quilômetros do Centro de Curitiba, o Parque Lago Azul, no Umbará, é tradicional ponto de encontro diário da comunidade local e demais visitantes nos fins de semana. O bistrô do parque, instalado em uma casa de madeira, misto de arquitetura italiana e eslava, é uma das principais atrações do local.
O imóvel, que remete ao início do século 20, em meio a muito verde, é um dos equipamentos urbanos administrados pela Urbs – Urbanização de Curitiba S/A, e explorado pelos permissionários Gerson Guilherme Luckow e Luiz Antônio Nejm, e gerenciado pelo também chefe de cozinha Sandro Fragoso.
Desde que abriu as portas, em outubro de 2009, o bistrô, originalmente lanchonete, e mais recentemente também restaurante, mantém serviço de bufê. “Nos dias úteis, o maior movimento acontece sexta-feira, quando o bufê é procurado por até cem pessoas que trabalham ou moram na redondeza, e nos fins de semana, cerca de mil pessoas visitam o parque e parte desses visitantes experimenta os pratos servidos à la carte”, diz Luckow.
História
O Parque Lago Azul originalmente pertencia à família Segalla, e nos anos 1960 e 1970 o endereço, aberto ao público mediante o pagamento de uma taxa, era um das poucas opções de lazer na cidade. Ali aconteciam os tradicionais piqueniques, quando os ônibus até o bairro eram uma raridade e famílias inteiras saíam cedo de casa, seguindo horas a fio, de automóvel, pelos caminhos ainda não pavimentados.
Era o tempo em que não existiam restaurantes na região e a solução era estender uma grande toalha sobre o gramado, e sobre ela a cesta contendo galinha assada, farofa, frutas, sanduíches e afins. A falta de infraestrutura era compensada pela paisagem completada pelo lago que permitia alguns mergulhos nas águas límpidas.
Conhecer a casa é voltar no tempo, marcar um reencontro com a História, particularmente com o bairro Umbará. O ambiente é composto por três salas que guardam dez mesas com cadeiras de época, decoradas com fotos antigas, já amareladas, que reproduzem a paisagem do Lago Azul nos anos 1960. Um rádio antigo e um telefone à manivela também fazem parte da decoração. Outras dez mesas estão na varanda e no pátio externo, que nos fins de semana ficam lotadas.
Por volta dos anos 1980 a área ficou abandonada, até ser adquirida pela Prefeitura de Curitiba, no fim de 2007. Dois anos depois estavam concluídos os trabalhos de revitalização que transformaram o espaço em mais um parque público.
Com a revitalização, a área ganhou infraestrutura que inclui um caramanchão, deques, um espelho d´água, pistas para caminhada, canchas esportivas, aparelhos para exercícios físicos e posto da Guarda Municipal. O bistrô, que ocupa imóvel histórico, de alvenaria e madeira, tem área total de 595 metros quadrados. O espaço é completado por uma área externa, com área de 355 metros quadrados, onde está o caramanchão que serve como ponto de encontro de grupos da terceira idade, que visitam o local todas as semanas, com monitores da Fundação de Ação Social (FAS).

BISTRÔ DO LAGO AZUL
Endereço – Rua Colomba Merlim, 831 (transversal da Rua Nicola Pellanda – Parque Lago Azul – Umbará
Telefone – (41) 3348-6233
Como chegar de carro – o caminho mais rápido é pelas avenidas Visconde de Guarapuava, República Argentina até o Terminal Pinheirinho. A partir daí, seguir pela Avenida Winston Churchill, Rua Marechal Otávio Saldanha Mazza, Alameda Nossa Senhora do Sagrado Coração, Rua Nicola Pellanda, daí dobrando à esquerda na Rua Colomba Merlim. O parque fica na altura do número 831, identificado pelo portal de madeira.
Como chegar de ônibus – A partir do centro, embarque na Rua Lourenço Pinto no Ligeirão Pinheirinho/Carlos Gomes (Linha Verde). Desembarque no Terminal Pinheirinho, e prossiga viagem nas linhas alimentadoras Ganchinho ou Umbará. Ambas seguem pela Rua Nicola Pellanda, e o pnoto para desembarque fica no entroncamento com a Rua Colomba Merlim. A partir dali, a distância até o parque é de aproximadamente 250 metros.
Horário de atendimento do bistrô
Segunda-feira – abre para almoço, das 11h às 14h; terça a sexta-feira – abre das 11h às 18h; sábados e domingos – abre das 11h às 19h
Horário de funcionamento do parque
De segunda-feira a domingo, das 7h às 19h.

Motoristas antecipam retorno do feriado e tráfego é alto nas estradas

Confira a situação das principais estradas do Paraná na volta do carnaval.
Trinta e seis mil motoristas devem retornar das praias do PR pela BR-277.


Trinta e seis mil veículos devem passar pela BR-277 neste feriado  (Foto: Reprodução / Ecovia)Trinta e seis mil veículos devem passar pela BR-277 na
volta do feriado (Foto: Reprodução / Ecovia)
A volta do feriado prolongado de carnaval deve ser intensa durante esta terça-feira (4) nas principais estradas doParaná. Somente na BR-277, rodovia que liga Curitiba às praias do litoral paranaense, 36 mil veículos devem subir para a capital até o final do dia.
A estimativa da concessionária que administra o trecho, Ecovia, é de que o tráfego seja alto até o início da manhã da quarta-feira de cinzas (5). Às 9h40, pouco mais de 800 veículos seguiam para a capital. No sentido da BR-277 que liga o interior à capital, o volume de veículos era de 700 por hora.
No mesmo horário, a quantidade de veículos que trafegavam na BR-376, principal ligação entre o Paraná e o litoral de Santa Catarina, era bem maior, com 1,9 mil a cada hora. Conforme os policiais, há lentidão no trecho, mas sem pontos de congestionamento. O volume é o triplo do normal e deve ser maior a partir do início da tarde. 
Às 9h45, pouco mais de 600 veículos retornavam de São Paulo para Curitiba pela BR-116. No sentido contrário, a PRF contabilizou 750 automóveis por hora. Há previsão de intensidade a partir das 16

Fogo toma conta de casa e pais de 7 filhos descobrem que uma criança ficou lá dentro














Garota estava embaixo da cama e foi salva pelos Bombeiros e pela Guarda Municipal. Foto: GM

Foram minutos de tensão e desespero. Uma casa na rua das Gaivotas, na Colônia Rio Grande, em São José dos Pinhais, na região metropolitana, foi tomada pelas chamas na madrugada desta terça-feira (4). A família acordou em meio ao fogo e correu para fora. Uma menina de 2 anos e 7 meses ficou dentro da casa. Bombeiros e guardas municipais conseguiram salvar a criança, que estava embaixo da cama. Em estado grave, ela foi internada no Hospital São José.
O fogo começou por volta das 4h20. Os pais, que têm 7 filhos, acordaram assustados e começaram a gritar e tirar os filhos das camas para que fossem para fora da casa. As chamas se alastraram rapidamente. Na parte de fora, os pais descobriram que uma das crianças, uma garota de 2 anos e 7 meses, não estava com eles. O desespero tomou conta da família.
Nesse momento, a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros chegaram ao local. Aos gritos, os pais, de acordo com testemunhas, disseram que a garota estava lá dentro. Bombeiros entraram na casa em chamas e encontraram a menina desacordada, embaixo da cama.
Sem qualquer ambulância, o guarda municipal Jacomel colocou a menina e a mãe dentro da viatura da GM e a socorreu até o Hospital São José. A menina foi internada em estado grave.
A família contou ao Corpo de Bombeiros que ouviu um barulho, como uma explosão, antes das chamas. O local passou por perícia para descobrir a causa das chamas.

segunda-feira, março 03, 2014

A dona da Marechal















Mocidade Azul, campeã do Carnaval de Curitiba em 2014.
  
Um desfile quase irrepreensível, a partir de uma espetacular comissão de frente: uma fileira de bailarinos, que manteve o rigor coreográfico ao se desfazer para as laterais da pista e estampou na cara um ar sisudo, malvado e o anti-carnaval sugerido no enredo: Hoje eu quero fazer brincar de ser mau, a Mocidade Azul faz Búúú no carnaval. Uma bela mistura de balé Guaíra, samba no pée passos do clássico clipe de Thriller, do Michael Jackson. 
  
O senão da Mocidade aconteceu aos dez minutos finais. Temendo estourar o tempo do desfile (máximo de 65 minutos), a campeoníssima escola da Fazendinha apressou o passo, correu até. Pensei que isto custaria pontos, mas a arbitragem não viu impedimento. Justa a bronca da Embaixadores da Alegria (que abandonou a apuração após as notas de mestre-sala e porta-bandeira).

 Por conta da correria da campeoníssima (23° título), apostei na Embaixadores, que apresentou o melhor samba da noite (de Marcelo Nunes e Diego Nicolau) e empolgou já a partir do carro abre-alas, onde um pintor iniciou e terminou um quadro durante o desfile carnavalesco que louvou o próprio carnaval. Beleza à parte... genteee! Vamos puxar temas menos abrangentes!
  
O grande vencedor do Carnaval de Curitiba em 2014 foi o Carnaval de Curitiba, que retornou para a avenida Marechal Deodoro, mais central, mais perto do povo. Não houve uma cuíca, um passista, uma serpentina que não tenha comemorado isto. E na volta para a Marechal, ganhou a dona da Marechal.
  *****
 Embora não tenha ligação com o Paraná Clube, a Mocidade Azul passa pela história tricolor: a escola nasceu em 1972, criada por sócios do Pinheiros na avenida Kennedy. À exemplo do extinto Pinheiros, a escola tem o Leão como símbolo.
 Foto: Fernando Castro/G1. 


domingo, março 02, 2014

Apuração neste domingo define as vencedoras do carnaval de Curitiba

Abertura das notas dos jurados será no Memorial de Curitiba, às 15h.
Oito escolas de samba brigam pelos títulos dos grupos A e B.

A carnavalesca da Leões da Mocidade apresentou a escola (Foto: Fernando Castro/ G1)A carnavalesca da Leões da Mocidade apresentou a escola (Foto: Fernando Castro/ G1)
As escolas de samba campeã do carnaval curitibano serão conhecidas a partir das 15h deste domingo (2), no Memorial de Curitiba. A apuração dos votos dos jurados do Grupo B abrem os trabalhos, seguida da apuração do grupo principal. Ao todo, oito agremiações brigam pelos títulos nas duas divisões.
Pelo Grupo A, estão na disputa as escolas Leões da Mocidade, Embaixadores da Alegria, Mocidade Azul e Acadêmicos da Realeza. Já pelo grupo de acesso concorrem Imperatriz da Liberdade, Unidos de Pinhais, Unidos do Bairro Alto e Os Internautas.
Em ambas as disputas, serão avaliados dez quesitos apresentados pelas escolas na avenida: enredo, samba-enredo, bateria, ala das baianas, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira, alegorias e adereços, fantasias, conjunto e harmonia. Cada quesito será avaliado por dois jurados diferentes, e a vencedora será aquela que somar mais pontos.
Os jurados podem aplicar notas entre 5 e 10, sendo possível a aplicação de avaliações fracionadas, como 9,9, por exemplo. As notas devem ser apresentadas com uma justificativa. Os avaliadores foram selecionados pela Fundação Cultural de Curitiba (FCC), e foram avalizados pelas próprias escolas de samba.
Desfile
Os foliões se renderam ao samba assim que a primeira escola entrou na Avenida Marechal Deodoro. Ao som do samba de enredo “Meus tambores anunciam: Sorria, você está na Bahia”, a Leões da Mocidade prestou uma homenagem ao estado baiano.
E, no ritmo da bateria, o público dançou o samba de enredo que relembrou a história da Bahia desde os primeiros índios, passando pela colonização portuguesa, a cultura e crenças africanas, o açúcar, a poesia, a música, a dança, concluindo com a tradicional lavagem do Bonfim.
Casal de mestre sala e porta bandeira da Realeza (Foto: Fernando Castro/G1)Casal de mestre sala e porta bandeira da Realeza (Foto: Fernando Castro/G1)
A segunda escola que entrou na avenida foi a Embaixadores da Alegria, que encheu os olhos de quem acompanhou o desfile. Em uma homenagem às artes, os carros alegóricos carregaram de grandeza e cores a passagem da escola. Foram quatro carros alegóricos para mencionar, por exemplo, a essência das representações artísticas. Em um deles, um artista pintou o quadro durante todo o desfile. Ao passo que o desfile chegava ao fim, o quadro recebia os traços finais.
A Mocidade Azul iniciou o desfile logo em seguida e foi acolhida pela plateia, que vibrou com o anúncio de que a agremiação iria entrar na avenida. Com 42 anos de história e 22 títulos, que demostram a força da escola, o samba de enredo brincou com a figura do vilão. “Hoje eu quero brincar de ser mau, a Mocidade faz Búúú no carnaval”, dizia o samba cantado na avenida.
Carro da Realeza trouxe o Japão para a avenida (Foto: Fernando Castro/ G1)Carro da Realeza trouxe o Japão para a avenida (Foto: Fernando Castro/ G1)
Como esperado, a bateria da Mocidade Azul deu um show à parte. Eram cerca de 90 esqueletos dando ritmo ao desfile e também à diversão de quem estava nas arquibancadas. Os músicos inovaram e deram uma pausa no samba para animar a plateia ao ritmo do funk.
O mundo foi retratado na avenida do samba curitibana com a escola Acadêmicos da Realeza, a última a desfilar. Mesmo com o adiantar da hora, 4h, a as arquibancadas permaneceram lotadas. Empolgados e com a letra do samba de enredo na ponta da língua, os integrantes cantaram para homenagear diversas nacionalidades.

sábado, março 01, 2014

Prefeitura investe em educação e saúde acima da exigência constitucional

principal
As áreas de educação e saúde receberam recursos de R$ 2,5 bilhões da Prefeitura de Curitiba em 2013. O índice de aplicação do total de receitas do Município na educação foi de 27,71% e na saúde foi de mais de 20%, superando as exigências constitucionais de 25% e 15%, respectivamente. Os números foram apresentados pela secretária municipal de Finanças, Eleonora Fruet, nesta sexta-feira (28), em audiência pública da Comissão Permanente de Finanças, Economia e Fiscalização da Câmara Municipal de Curitiba.
A secretária relatou diversos dados da gestão fiscal 2013 da Prefeitura, como os investimentos de R$ 471 milhões, um montante superior em 31,6% aos R$ 358 milhões aplicados na cidade em 2012. “Com estes recursos foram realizadas reformas e construções de unidades de saúde e escolas, contratação de professores, educadores e médicos, obras de mobilidade urbana, dentre outras intervenções necessárias para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida dos curitibanos”, 

Eleonora destacou também que, em 2013, a Prefeitura de Curitiba concluiu obras que estavam paradas ou em processo lento de construção. “No último ano, a Prefeitura conseguiu levantar um pacote de investimentos na cidade para os próximos anos de mais de R$ 7 bilhões. Estão sendo executados 155 contratos, um montante de R$ 669 milhões”, afirmou.
Em 2013, o total da receita tributária própria arrecadada com IPTU, ISS, ITBI, Imposto de Renda e taxas somou R$ 1,8 bilhão, um acréscimo de 12,7% em relação a 2012. A receita oriunda das transferências correntes registrou um acréscimo de 12,8%, principalmente em função das transferências do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), da cota parte do ICMS e convênios com o governo federal.

Greve de ônibus acaba em Curitiba e ônibus voltam a circular normalmente

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Trabalhadores aceitaram proposta intermediada pela Justiça. Foto: JC/Banda B


A greve de ônibus em Curitiba e região chegou ao fim na manhã deste sábado (1º). Motoristas e cobradores aceitaram a proposta feita em audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na noite de ontem. A decisão aconteceu por volta das 11h20, na Praça Rui Barbosa, no Centro de Curitiba, e a assembleia reuniu cerca de 300 trabalhadores. A proposta que a categoria aceitou foi um reajuste de 5,26% no INPC mais 3,82%, totalizando 9,28% de aumento real; abono de R$ 300 e reajuste de 10,5% no valor da cesta básica.
O reajuste será retroativo a data-base da categoria: 1º de fevereiro. A proposta do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9), anunciada pela desembargadora Ana Carolina Zaina, teve o aval do governo municipal e do sindicato patronal. A proposta foi aprovada pela maioria dos trabalhadores na assembleia. Eles têm até as 15 horas de hoje, quando o prazo termina, para avisar a Justiça que aceitam a proposta.
O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e região metropolitana (Sindimoc) em entrevista à Banda B disse que o reajuste foi abaixo da expectativa. “Nesse momento nós aceitamos, mas sabemos que foi baixo. O pedido da categoria é de aumento de R$ 100 na alimentação. Conseguimos R$ 33. A partir de agora vamos continuar na luta para conseguir atingir esse percentual. Foram três meses de negociação e não tivemos nenhuma proposta dessa maneira. Agora que tivemos algo, ainda abaixo, mas satisfatório, a categoria aceitou”, disse. Caso a categoria não aceitassem, o julgamento do dissídio seguiria para o colegiado de desembargadores.
Durante a assembleia, logo após a aprovação, trabalhadores iniciaram um coro: “Parar na Copa. Parar na Copa”. Sobre isso, o presidente do Sindimoc alegou que a categoria aceitou o reajuste, mas o valor da alimentação ainda vai ser negociado. “Foi uma imposição da categoria para que a gente consiga reajuste na alimentação. Então, a partir disso, foi imposto ao sindicato esse dever e o prazo é meados de junho. Caso contrário será reconsiderada toda essa questão”, finalizou. Então, uma possível paralisação não está descartada, de acordo com o sindicato.
Impactos
A paralisação das atividades dos motoristas e cobradores começou a zero hora de quarta-feira (26). O primeiro dia contou com a adesão de todos os trabalhadores. Alguns passageiros desavisados se aglomeraram nos pontos de ônibus, mas depois de cerca 40 minutos a espera de um ônibus, eles tiveram de retornar. Sem ter como ir ao trabalho, muitos funcionários não cumpriram o expediente nos comércios. Com isso, muitas lojas e escritórios amanheceram fechados. A greve intensificou o trânsito em todos os pontos da cidade. Em horário de rush, os motoristas enfrentaram pontos de congestionamentos em avenidas e ruas que ligam os bairros ao centro.
Por determinação da Justiça, o segundo dia de greve teve 40% do efetivo, depois estendido para 50%, de ônibus rodando nas ruas, cumprindo a determinação: metade da frota nos horários de pico e 30% nos demais horários No entanto, manifestações e piquetes diminuíram ainda mais esse número de ônibus. Comércio e trânsito também foram afetados no segundo dia. Já nesta sexta-feira, efetivamente, metade da frota dos ônibus do transporte público de Curitiba estava nas ruas e minimizou o impacto da greve.
Todas as centrais de táxi congestionaram durante a greve. A frota de táxi em Curitiba é de cerca de 2,2 mil carros e a espera por um carro chegava a 50 minutos.
Negociações
Inicialmente, o Sindimoc pediu um reajuste salarial 16% para os motoristas e 22% para os cobradores. O setor patronal, no entanto, ofereceu um reajuste de 5,26%. Em uma reunião durante o processo de negociação, o Tribunal Regional do Trabalho propôs que os sindicatos patronal e dos trabalhadores discutissem um reajuste de 10,5%. Esse valor foi aceitado pelos motoristas e cobradores, mas negado pelas empresas. Outra negociação em juízo na tarde de sexta fez com a categoria e as empresas aceitassem um reajuste de 9,28%. Esse índice, com abono e aumento de cesta básica foi aceitado pelos motoristas e cobradores.