O governador Beto Richa se reuniu nesta quinta-feira, em Curitiba, com mais de 60 representantes de grupos empresarias do Paraná para debater a modernização dos processos administrativos do Estado. No encontro, o MBC, Movimento Brasil Competitivo, apresentou ao empresariado o programa Modernizando a Gestão Pública, que busca tornar a gestão administrativa e financeira do setor público mais eficiente, gerando economia e aumentando a capacidade de investimento.
A expectativa do governador é formalizar uma parceria com os empresários para aplicar a metodologia do MBC no governo estadual. Uma estimativa inicial indica que com a utilização de novos métodos de gestão é possível uma melhoria da arrecadação de aproximadamente 1 bilhão e 200 milhões de reais e em outros 200 milhões de reais na economia de despesas. O prazo de implantação do programa chega a 17 meses.
De acordo com a proposta do Movimento Brasil Competitivo sete frentes de trabalho devem ser atacadas: receitas, despesas, contratos de gestão, folha de pagamentos, escritório de projetos, atração de investimentos e programa de parcerias público-privadas. As secretarias estaduais da Administração Previdência, Fazenda, Indústria e Comércio e Assuntos do Mercosul serão responsáveis pelo projeto. Beto Richa destacou que a governo já iniciou medidas para melhorar a eficiência das finanças públicas.
Ele enfatizou que governo persegue o objetivo de oferecer serviços públicos de qualidade e evitar o desperdício de recursos. // SONORA BETO RICHA// O protocolo entre o governo estadual e o MBC, assinado em outubro pelo governador Beto Richa e pelo empresário Jorge Gerdau Johannpeter, prevê a criação de várias frentes de ação para identificar tendências de investimentos e desenvolvimento econômico, contribuindo para o mapeamento de novas oportunidades e eventual redefinição de prioridades.
O diretor-presidente do MBC, Erik Camarano explicou como é feito o trabalho do movimento. // SONORA CAMARANO// O Movimento Brasil Competitivo foi idealizado e criado por um grupo de empresários preocupados com a falta de eficiência do poder público brasileiro e a falta de competitividade do setor privado. Esse grupo é liderado por Jorge Gerdau, que também é presidente da Câmara de Política de Gestão e Competitividade do governo federal.
O Movimento já formalizou parcerias com os governos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Sergipe e Rio de Janeiro, e as prefeituras de nove grandes cidades, incluindo a de Curitiba. Entre 2005 e 2010, os projetos gerenciados pelo MBC captaram 76 milhões de reais em projetos que resultaram em uma economia de 14 bilhões de reais em melhoria de arrecadação e redução de despesas no setor público. (Repórter: Maria Eduarda Buchi)
"FONTE" AEN
quinta-feira, dezembro 22, 2011
[DADOS DO IBGE]Região de Curitiba concentra a maior parte dos aglomerados urbanos no PR
Curitiba, Paanaguá e Ponta Grossa são as cidades com mais pessoas residindo em aglomerados subnormais (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)
Paranaguá e Ponta Grossa são as cidades com mais pessoas nesta situação.
No estado são 192 aglomerados urbanos divididos em 13 municípios.
Das 217.223 pessoas que vivem em aglomerados subnormais no Paraná, 181.247 estão na Região Metropolitana de Curitiba. Apenas na capital são 162.679 moradores nesta situação. Os dados referem-se a 2010 e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (21).
Para o órgão, os aglomerados subnormais são áreas menos propícias à urbanização como assentamentos irregulares - conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos e palafitas.
O chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, destacou que os aglomerados urbanos tendem a se localizar nas grandes cidades ou no entorno delas porque são as áreas com mais moradores, que buscam oportunidades nos grandes centros.
O dado reflete, na opinião de Thiago Hoshino, assessor da organização de direitos humanos, Terra de Direto, a falta de políticas públicas locais (municipais e estaduais) voltadas para a habitação da população de baixa renda. Ele destaca ainda que a maioria dos programas de habitação de interesse social é financiada pelo governo federal.
Sobre a concentração na Região Metropolitana, Hoshino avalia que as autoridades políticas fazem uma opção mais barata. “Sempre empurra a população mais para frente em vez de tentar urbanizar as áreas onde as comunidade já estão alocadas”, afirmou.
Existem 192 aglomerados no estado divididos nos municípios de Almirante Tamandaré, Araucária, Campo do Tenente, Campo Largo, Campo Magro, Colombo, Curitiba, Foz do Iguaçu, Itaperuçu, Jataizinho, Paranaguá, Ponta Grossa e Umuarama. Depois de Curitiba, está o município de Paranaguá, no litoral do estado, como 15.014 pessoas em aglomerados e, em seguida, Ponta Grossa, com 13.117 pessoas.
Em todo o país, 11.425.644 pessoas vivem nestas espécies de moradia. O número representa 6% da população. Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro estão no topo da lista dos que mais apresentam aglomerados urbanos, o que fez com que a região Sudeste fosse a recordista. A região Sul aparece com a menor participação no indicativo, sendo o Rio Grande do Sul com a maior quantidade de pessoas residentes em aglomerados, 297.540. O estado é também o com maior densidade demográfica.
"FONTE" G1 PARANÁ
Paranaguá e Ponta Grossa são as cidades com mais pessoas nesta situação.
No estado são 192 aglomerados urbanos divididos em 13 municípios.
Das 217.223 pessoas que vivem em aglomerados subnormais no Paraná, 181.247 estão na Região Metropolitana de Curitiba. Apenas na capital são 162.679 moradores nesta situação. Os dados referem-se a 2010 e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (21).
Para o órgão, os aglomerados subnormais são áreas menos propícias à urbanização como assentamentos irregulares - conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos e palafitas.
O chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, destacou que os aglomerados urbanos tendem a se localizar nas grandes cidades ou no entorno delas porque são as áreas com mais moradores, que buscam oportunidades nos grandes centros.
O dado reflete, na opinião de Thiago Hoshino, assessor da organização de direitos humanos, Terra de Direto, a falta de políticas públicas locais (municipais e estaduais) voltadas para a habitação da população de baixa renda. Ele destaca ainda que a maioria dos programas de habitação de interesse social é financiada pelo governo federal.
Sobre a concentração na Região Metropolitana, Hoshino avalia que as autoridades políticas fazem uma opção mais barata. “Sempre empurra a população mais para frente em vez de tentar urbanizar as áreas onde as comunidade já estão alocadas”, afirmou.
Existem 192 aglomerados no estado divididos nos municípios de Almirante Tamandaré, Araucária, Campo do Tenente, Campo Largo, Campo Magro, Colombo, Curitiba, Foz do Iguaçu, Itaperuçu, Jataizinho, Paranaguá, Ponta Grossa e Umuarama. Depois de Curitiba, está o município de Paranaguá, no litoral do estado, como 15.014 pessoas em aglomerados e, em seguida, Ponta Grossa, com 13.117 pessoas.
Em todo o país, 11.425.644 pessoas vivem nestas espécies de moradia. O número representa 6% da população. Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro estão no topo da lista dos que mais apresentam aglomerados urbanos, o que fez com que a região Sudeste fosse a recordista. A região Sul aparece com a menor participação no indicativo, sendo o Rio Grande do Sul com a maior quantidade de pessoas residentes em aglomerados, 297.540. O estado é também o com maior densidade demográfica.
"FONTE" G1 PARANÁ
Dois morrem em ação do grupo Tigre no RS
Policiais do Paraná foram ao Rio Grande do Sul resgatar sequestrados e mataram sargento. Vítima do sequestro foi morta pela polícia gaúcha
Uma operação repleta de equívocos do Grupo Tigre (Tático Integrado Grupo de Repressão Especial), a unidade de elite antissequestro da Polícia Civil do Paraná, acabou de forma trágica ontem em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Os policiais paranaenses foram ao estado gaúcho resgatar duas vítimas de sequestro sem avisar as autoridades locais, como determina o Código de Processo Penal, e mataram um sargento da Brigada Militar numa suposta troca de tiros. Ao saber dos motivos da investida da polícia paranaense, dois delegados gaúchos estouraram o cativeiro e acabaram matando uma das vítimas, o agricultor paranaense Lírio Persch.
A operação pode ter iniciado um problema no relacionamento entre os dois estados. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, chamou a ação de irresponsável e ilegal, segundo o jornal Zero Hora. O comandante do 17.º Batalhão da Brigada Militar, tenente-coronel Dirceu Lopes, considerou a ação paranaense desastrosa. O chefe da Polícia Civil gaúcha, Ranolfo Vieira Junior, deve pedir esclarecimentos ao delegado geral do Paraná, Marcus Vinicius Michelotto. “Foi uma ação clandestina”, afirmou. Este foi o primeiro sequestro investigado pelo Tigre que resultou na morte da vítima.
Ontem, no começo da tarde, a Justiça gaúcha decretou a prisão temporária dos três policiais do grupo Tigre que participaram da ação que resultou na morte do sargento Ariel da Silva, de 40 anos.
Os três se apresentaram ontem à tarde na Corregedoria da Polícia Civil em Curitiba. Michelotto lamentou a prisão e considerou precipitada a decisão da Justiça gaúcha.
Prisão e morte
O sargento Ariel estava de moto e teria sido atingido por cinco disparos, quatro no estômago e um no pescoço, na Avenida Planaltina, por volta de 1h30 da manhã de ontem. De acordo com o comandante da Brigada Militar, a viatura do grupo Tigre estava parada de modo transversal na via, o que levou à abordagem do sargento. Lopes acredita que os disparos efetuados pelo sargento teriam sido feitos após ele ter sido atingido. Segundo ele, os locais onde ficaram as marcas dos tiros apontam que ele já estaria deitado quando revidou.
Já para a Polícia Civil do Paraná, os policiais do Tigre relataram que estavam sendo seguidos por um homem em uma motocicleta. Em um semáforo, ele abordou o veículo dos policiais. Houve troca de tiros e o homem morreu no confronto. A troca de tiros ocorreu no bairro Morada do Vale, bem longe da casa onde ocorria o sequestro, no centro de Gravataí.
No pedido de prisão, o promotor de Justiça André Luís Dal Molin Flores critica a ação do grupo Tigre. “Pelo histórico da ocorrência policial e gravidade do fato, há sérios indícios de que os policiais civis do Paraná não possuíam autorização para estar na cidade, não apresentaram argumentos convincentes sobre o episódio, e, possivelmente, tenham deturpado a seu favor os acontecimentos”, justifica.
Sequestrados
O fazendeiro e empresário Osmar José Finkler e Lírio Persch estavam sob o poder dos sequestradores desde terça-feira. Após o incidente com o sargento, os policiais gaúchos começaram a trabalhar no caso de sequestro também. Dois delegados de Gravataí foram ao local após receber a informação dos policiais paranaenses.
Quando chegaram na casa, que fica atrás da Câmara de Vereadores da cidade, um Corsa branco saía da garagem com os sequestradores e as vítimas. O delegado Leonel Carivali disse, em coletiva no Rio Grande do Sul, segundo o jornal Zero Hora, que gritou se identificando como policial. Naquele momentos, os criminosos saíram do carro disparando contra os policiais. No revide, os policiais gaúchos acertaram as costas de Lírio.
Os sequestradores João Rodrigues Ferreira, Claudemir dos Santos e Márcio Lourival foram presos após a troca de tiros. Lourival é paranaense. Os três tem passagens ela polícia. O Corsa tinha placa de Campo Largo.
"FONTE" GAZETA DO POVO
Uma operação repleta de equívocos do Grupo Tigre (Tático Integrado Grupo de Repressão Especial), a unidade de elite antissequestro da Polícia Civil do Paraná, acabou de forma trágica ontem em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Os policiais paranaenses foram ao estado gaúcho resgatar duas vítimas de sequestro sem avisar as autoridades locais, como determina o Código de Processo Penal, e mataram um sargento da Brigada Militar numa suposta troca de tiros. Ao saber dos motivos da investida da polícia paranaense, dois delegados gaúchos estouraram o cativeiro e acabaram matando uma das vítimas, o agricultor paranaense Lírio Persch.
A operação pode ter iniciado um problema no relacionamento entre os dois estados. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, chamou a ação de irresponsável e ilegal, segundo o jornal Zero Hora. O comandante do 17.º Batalhão da Brigada Militar, tenente-coronel Dirceu Lopes, considerou a ação paranaense desastrosa. O chefe da Polícia Civil gaúcha, Ranolfo Vieira Junior, deve pedir esclarecimentos ao delegado geral do Paraná, Marcus Vinicius Michelotto. “Foi uma ação clandestina”, afirmou. Este foi o primeiro sequestro investigado pelo Tigre que resultou na morte da vítima.
Ontem, no começo da tarde, a Justiça gaúcha decretou a prisão temporária dos três policiais do grupo Tigre que participaram da ação que resultou na morte do sargento Ariel da Silva, de 40 anos.
Os três se apresentaram ontem à tarde na Corregedoria da Polícia Civil em Curitiba. Michelotto lamentou a prisão e considerou precipitada a decisão da Justiça gaúcha.
Prisão e morte
O sargento Ariel estava de moto e teria sido atingido por cinco disparos, quatro no estômago e um no pescoço, na Avenida Planaltina, por volta de 1h30 da manhã de ontem. De acordo com o comandante da Brigada Militar, a viatura do grupo Tigre estava parada de modo transversal na via, o que levou à abordagem do sargento. Lopes acredita que os disparos efetuados pelo sargento teriam sido feitos após ele ter sido atingido. Segundo ele, os locais onde ficaram as marcas dos tiros apontam que ele já estaria deitado quando revidou.
Já para a Polícia Civil do Paraná, os policiais do Tigre relataram que estavam sendo seguidos por um homem em uma motocicleta. Em um semáforo, ele abordou o veículo dos policiais. Houve troca de tiros e o homem morreu no confronto. A troca de tiros ocorreu no bairro Morada do Vale, bem longe da casa onde ocorria o sequestro, no centro de Gravataí.
No pedido de prisão, o promotor de Justiça André Luís Dal Molin Flores critica a ação do grupo Tigre. “Pelo histórico da ocorrência policial e gravidade do fato, há sérios indícios de que os policiais civis do Paraná não possuíam autorização para estar na cidade, não apresentaram argumentos convincentes sobre o episódio, e, possivelmente, tenham deturpado a seu favor os acontecimentos”, justifica.
Sequestrados
O fazendeiro e empresário Osmar José Finkler e Lírio Persch estavam sob o poder dos sequestradores desde terça-feira. Após o incidente com o sargento, os policiais gaúchos começaram a trabalhar no caso de sequestro também. Dois delegados de Gravataí foram ao local após receber a informação dos policiais paranaenses.
Quando chegaram na casa, que fica atrás da Câmara de Vereadores da cidade, um Corsa branco saía da garagem com os sequestradores e as vítimas. O delegado Leonel Carivali disse, em coletiva no Rio Grande do Sul, segundo o jornal Zero Hora, que gritou se identificando como policial. Naquele momentos, os criminosos saíram do carro disparando contra os policiais. No revide, os policiais gaúchos acertaram as costas de Lírio.
Os sequestradores João Rodrigues Ferreira, Claudemir dos Santos e Márcio Lourival foram presos após a troca de tiros. Lourival é paranaense. Os três tem passagens ela polícia. O Corsa tinha placa de Campo Largo.
"FONTE" GAZETA DO POVO
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Curitiba: Rossoni recebe visita de filhos de blogueiro
O Presidente da Assembléia Legislativa Valdir Rossoni (PSDB) recebeu na tarde ontem a visita dos filhos do blogueiro Cesar Minotto (olho aberto Paraná), na ocasião Julio Cesar Minotto (13 anos ) e Lucas Cesar Minotto (11 anos) conheceram as instalações da Presidência da ALEP e aproveitaram para mostrar a premiação de 2º lugar no TOP BLOG 2011 recebida no último sábado em São Paulo.
Foto: Dalie Felberg http://www.valdirrossoni.com.br/album.php?idalbum=746
Fruet defende aliança com PT e diz: “Fiz a opção entre Gleisi e Derosso, agora a população é que vai escolher”
O ex-deputado federal e pré-candidato do PDT a prefeitura de Curitiba em 2012, Gustavo Fruet (PDT) defendeu hoje a possibilidade de aliança com o PT já no 1º turno, mesmo diante do questionamento ao vivo feito por uma ouvinte no Jornal da Banda B – 1ª edição afirmando que vai ser difícil votar nele caso se uma aos petistas. “Você não tem medo de receber o apoio do PT porque você sabe que Curitiba não é PT e nós estávamos com você, mas tendo o apoio dos petistas vai ser difícil, você não tem medo disso?”, perguntou ao vivo a ouvinte que se identificou como Rose, moradora do Rebouças.
Fruet disse a ela que respeita muito a reflexão e a consciência da população de Curitiba e começou respondendo que a aliança ainda não está definida. “Este é um primeiro diálogo, Rose, mas sempre destaquei que quando optei pelo PDT disse que já tinha tomado a opção por um partido da base do governo e em qualquer cenário o grande vitorioso na capital será a base apoio da presidente Dilma. Eu faço a opção entre Gleisi Hoffmann e Derosso, agora a população é que vai escolher”, disse.
Fruet também disse que não considera incoerente receber o apoio do PT mesmo tendo ficado de lados opostos durante tantos anos na Câmara Federal. “Estou recomeçando minha vida pública a partir de Curitiba. Cumpri minha missão partidária quando aceitei ser candidato ao Senado pelo PSDB e quase deu certo. Passada a eleição, o Derosso vetou meu nome para a presidência municipal do partido e se estabeleceu um silêncio constrangedor. Meu nome começou a aparecer com força nas pesquisas para a prefeitura e a aí tinha duas opções: ou parava minha vida pública no PSDB e correria o risco de parecer uma negociata, ou assumia o risco. E foi o que fiz. E a vantagem de uma campanha antecipada é que podemos discutir alianças com base em temas de interesse da cidade. É o que estamos fazendo com o PT que tem uma história que precisa ser respeitada”.
Câmara
Sobre o relatório oficial da Câmara de Curitiba, aprovado pelos vereadores, que isentou João Claudia Derosso das denúncias de irregularidades em contratos de publicidade, Fruet afirmou que a Câmara perdeu a oportunidade de indicar caminhos da investigação. Segundo ele, cabe ao Ministério Público e ao judiciário dar prosseguimento às investigações e punir os responsáveis. “Isso tudo revela um processo de estagnação com o apoio da maioria que apoia Derosso dentro de um modelo sustentado pela prefeitura, um modelo que faliu e não se sustenta mais.
"FONTE" BANDA B
Fruet disse a ela que respeita muito a reflexão e a consciência da população de Curitiba e começou respondendo que a aliança ainda não está definida. “Este é um primeiro diálogo, Rose, mas sempre destaquei que quando optei pelo PDT disse que já tinha tomado a opção por um partido da base do governo e em qualquer cenário o grande vitorioso na capital será a base apoio da presidente Dilma. Eu faço a opção entre Gleisi Hoffmann e Derosso, agora a população é que vai escolher”, disse.
Fruet também disse que não considera incoerente receber o apoio do PT mesmo tendo ficado de lados opostos durante tantos anos na Câmara Federal. “Estou recomeçando minha vida pública a partir de Curitiba. Cumpri minha missão partidária quando aceitei ser candidato ao Senado pelo PSDB e quase deu certo. Passada a eleição, o Derosso vetou meu nome para a presidência municipal do partido e se estabeleceu um silêncio constrangedor. Meu nome começou a aparecer com força nas pesquisas para a prefeitura e a aí tinha duas opções: ou parava minha vida pública no PSDB e correria o risco de parecer uma negociata, ou assumia o risco. E foi o que fiz. E a vantagem de uma campanha antecipada é que podemos discutir alianças com base em temas de interesse da cidade. É o que estamos fazendo com o PT que tem uma história que precisa ser respeitada”.
Câmara
Sobre o relatório oficial da Câmara de Curitiba, aprovado pelos vereadores, que isentou João Claudia Derosso das denúncias de irregularidades em contratos de publicidade, Fruet afirmou que a Câmara perdeu a oportunidade de indicar caminhos da investigação. Segundo ele, cabe ao Ministério Público e ao judiciário dar prosseguimento às investigações e punir os responsáveis. “Isso tudo revela um processo de estagnação com o apoio da maioria que apoia Derosso dentro de um modelo sustentado pela prefeitura, um modelo que faliu e não se sustenta mais.
"FONTE" BANDA B
Paraná adota sistema inteligente para fiscalizar rodovias estaduais
As secretarias da Infraestrutura e Logística e da Segurança, por meio da Polícia Militar Rodoviária, lançaram nesta terça-feira (20), em Curitiba, o sistema tecnológico inteligente Toughbook, que será utilizado na fiscalização online das rodovias estaduais. Foto Jorge Woll. SEIL/DER
As secretarias da Infraestrutura e Logística e da Segurança, por meio da Polícia Militar
Rodoviária, lançaram nesta terça-feira (20), em Curitiba, o sistema tecnológico inteligente Toughbook, que será utilizado na fiscalização online das rodovias estaduais. A solução é utilizada pelo FBI e pelas Forças Armadas americanas, além de ter contribuído para o resgate dos mineiros soterrados no Chile.
A implantação do sistema, pioneira no Brasil e na América Latina, é o resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e a iniciativa privada. A fiscalização será realizada com 60 computadores portáteis, adquiridos com recursos das concessionárias de pedágio, por meio de um convênio com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Os aplicativos que rodam nos aparelhos foram desenvolvidos pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar).
A solução tecnológica adotada pela Polícia Rodoviária permite a fiscalização online dos motoristas infratores, no local do acidente ou da operação, melhorando a agilidade e a segurança do policiamento. Os computadores portáteis, com câmera e tecnologia 3GS, robustos e resistentes a intempéries, permitem inclusive a lavratura do auto de infração pela internet. Os policiais acessam, em tempo real, informações atualizadas sobre veículos e condutores.
Com o recurso online, o tempo de fiscalização nas abordagens será reduzido de 20 para 5 minutos. A nova ferramenta será usada para substituir vários procedimentos policiais, como o preenchimento manual de multas. O cadastro da autuação será armazenado de forma automática no registro estadual de multas. O sistema também vai permitir a melhoria do gerenciamento do comando da Polícia Rodoviária.
“Com o tablet modelo Toughbook U1 será possível trazer mais agilidade ao trabalho dos policiais e auxiliar em situações emergenciais, pois o aparelho possibilita uma comunicação imediata com todos os órgãos do governo”, afirmou o secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. “O equipamento pode fotografar e enviar imagens via internet, para que possamos tomar decisões rápidas em situações emergenciais”, completou.
Para o secretário da Segurança, Reinaldo de Almeida César, o novo sistema poderá auxiliar nos trabalhos de fiscalização do Batalhão de Trânsito e ainda contribuir com as operações realizadas dentro dos municípios. “Em breve, teremos mais 3,2 mil viaturas nas ruas, todas com tecnologia embarcada. Até 2014, pretendemos modernizar todos os carros”, disse, ressaltando que as ações fazem parte do Programa Paraná Seguro.
“Foram adquiridos 60 equipamentos, mas temos a intenção de ampliar em breve. Trata-se de um material muito resistente, que já foi submetido a vários testes, principalmente em relação às diversas condições climáticas”, afirmou o comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária, Coronel João Vieira.
Participaram do desenvolvimento do projeto a Polícia Militar Rodoviária, o DER e a Celepar. “O papel da Celepar é apoiar o Governo do Estado na geração de soluções de inteligência”, disse o presidente da empresa, Jacson Carvalho Leite.
Também estiveram presentes da solenidade o comandante-geral da PM, coronel Roberson
Luiz Bondaruk, o subcomandante da PM, coronel Cesar Alberto de Souza, e outras autoridades civis e militares.
"FONTE" AGÊNCIA ESTADO DE NOTICIAS
As secretarias da Infraestrutura e Logística e da Segurança, por meio da Polícia Militar
Rodoviária, lançaram nesta terça-feira (20), em Curitiba, o sistema tecnológico inteligente Toughbook, que será utilizado na fiscalização online das rodovias estaduais. A solução é utilizada pelo FBI e pelas Forças Armadas americanas, além de ter contribuído para o resgate dos mineiros soterrados no Chile.
A implantação do sistema, pioneira no Brasil e na América Latina, é o resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e a iniciativa privada. A fiscalização será realizada com 60 computadores portáteis, adquiridos com recursos das concessionárias de pedágio, por meio de um convênio com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Os aplicativos que rodam nos aparelhos foram desenvolvidos pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar).
A solução tecnológica adotada pela Polícia Rodoviária permite a fiscalização online dos motoristas infratores, no local do acidente ou da operação, melhorando a agilidade e a segurança do policiamento. Os computadores portáteis, com câmera e tecnologia 3GS, robustos e resistentes a intempéries, permitem inclusive a lavratura do auto de infração pela internet. Os policiais acessam, em tempo real, informações atualizadas sobre veículos e condutores.
Com o recurso online, o tempo de fiscalização nas abordagens será reduzido de 20 para 5 minutos. A nova ferramenta será usada para substituir vários procedimentos policiais, como o preenchimento manual de multas. O cadastro da autuação será armazenado de forma automática no registro estadual de multas. O sistema também vai permitir a melhoria do gerenciamento do comando da Polícia Rodoviária.
“Com o tablet modelo Toughbook U1 será possível trazer mais agilidade ao trabalho dos policiais e auxiliar em situações emergenciais, pois o aparelho possibilita uma comunicação imediata com todos os órgãos do governo”, afirmou o secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. “O equipamento pode fotografar e enviar imagens via internet, para que possamos tomar decisões rápidas em situações emergenciais”, completou.
Para o secretário da Segurança, Reinaldo de Almeida César, o novo sistema poderá auxiliar nos trabalhos de fiscalização do Batalhão de Trânsito e ainda contribuir com as operações realizadas dentro dos municípios. “Em breve, teremos mais 3,2 mil viaturas nas ruas, todas com tecnologia embarcada. Até 2014, pretendemos modernizar todos os carros”, disse, ressaltando que as ações fazem parte do Programa Paraná Seguro.
“Foram adquiridos 60 equipamentos, mas temos a intenção de ampliar em breve. Trata-se de um material muito resistente, que já foi submetido a vários testes, principalmente em relação às diversas condições climáticas”, afirmou o comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária, Coronel João Vieira.
Participaram do desenvolvimento do projeto a Polícia Militar Rodoviária, o DER e a Celepar. “O papel da Celepar é apoiar o Governo do Estado na geração de soluções de inteligência”, disse o presidente da empresa, Jacson Carvalho Leite.
Também estiveram presentes da solenidade o comandante-geral da PM, coronel Roberson
Luiz Bondaruk, o subcomandante da PM, coronel Cesar Alberto de Souza, e outras autoridades civis e militares.
"FONTE" AGÊNCIA ESTADO DE NOTICIAS
Sabará ganha segunda maior praça da cidade
Os moradores da Vila São Miguel, no Bolsão Sabará, contam, desde a última sexta-feira, com a segunda maior praça de Curitiba. Num local conhecido pela violência e miséria, ter um espaço com cancha, pista de skate e parquinho virou motivo de comemoração para os moradores. O local, batizado de Praça da Bela Vista do Passaúna, tem 31 mil metros quadrados e só perde para a “praça dos poderes” curitibana – a Praça Nossa Senhora de Salette, no Centro Cívico, vizinha do Palácio Iguaçu e do prédio da prefeitura, com 52 mil metros quadrados.
Construir a praça foi a solução encontrada para impedir novas invasões do terreno, já que em 2009 o poder público conseguiu finalmente transferir para uma vila próxima as 349 famílias que moravam irregularmente no local desde o início dos anos 1980. Além da infraestrutura precária, o terreno era inadequado para habitação por pertencer à Área de Preservação Ambiental do Passaúna, na área de um manancial que abastece parte da capital e da região metropolitana de Curitiba e que corria risco de contaminação.
Dois anos após o processo de realocação, a obra chama atenção por ser uma iniciativa sustentável e frear novas ocupações. Parte dos investimentos, que somaram R$ 9,1 milhões (praça, casas e infraestrutura) foi bancada pelo Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Rio da Prata, que custeia projetos que promovem o desenvolvimento social e econômico dos países que formam a Bacia do Rio Prata (Brasil, Paraguai, Argentina, Bolívia e Uruguai).
“Foi bom terem construído a praça. Antes havia a invasão e muita violência, principalmente por causa das gangues. Depois, tinha muita sujeira e um pessoal estranho começou a andar por aqui enquanto construíam. Agora ficou bacana”, conta o estudante Lucas Camargo Dias, 17 anos. “Depois da escola e nos fins de semana, isso aqui lota”, diz.
A estudante Yaqueline Tresse, 14 anos, conta que a praça é uma opção de lazer para a noite e os fins de semana. “Com ela arrumada e bonita, o pessoal visita e assim fica mais seguro andar à noite, ainda mais com esse calor”, conta ela, que visita o local quase todos os dias com a irmã, Elizandra, e a sobrinha Jenifer. A próxima melhoria esperada pela comunidade é a implantação de equipamentos de ginástica ao ar livre.
De acordo com a assessoria de comunicação da Companhia de Habitação de Curitiba (Cohab), os equipamentos seriam montados em outro espaço, próximo à área de reassentamento, por estarem mais próximos dos moradores realocados, mas o local pode mudar caso a comunidade faça a solicitação.
"Fonte" Gazeta do Povo
Construir a praça foi a solução encontrada para impedir novas invasões do terreno, já que em 2009 o poder público conseguiu finalmente transferir para uma vila próxima as 349 famílias que moravam irregularmente no local desde o início dos anos 1980. Além da infraestrutura precária, o terreno era inadequado para habitação por pertencer à Área de Preservação Ambiental do Passaúna, na área de um manancial que abastece parte da capital e da região metropolitana de Curitiba e que corria risco de contaminação.
Dois anos após o processo de realocação, a obra chama atenção por ser uma iniciativa sustentável e frear novas ocupações. Parte dos investimentos, que somaram R$ 9,1 milhões (praça, casas e infraestrutura) foi bancada pelo Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Rio da Prata, que custeia projetos que promovem o desenvolvimento social e econômico dos países que formam a Bacia do Rio Prata (Brasil, Paraguai, Argentina, Bolívia e Uruguai).
“Foi bom terem construído a praça. Antes havia a invasão e muita violência, principalmente por causa das gangues. Depois, tinha muita sujeira e um pessoal estranho começou a andar por aqui enquanto construíam. Agora ficou bacana”, conta o estudante Lucas Camargo Dias, 17 anos. “Depois da escola e nos fins de semana, isso aqui lota”, diz.
A estudante Yaqueline Tresse, 14 anos, conta que a praça é uma opção de lazer para a noite e os fins de semana. “Com ela arrumada e bonita, o pessoal visita e assim fica mais seguro andar à noite, ainda mais com esse calor”, conta ela, que visita o local quase todos os dias com a irmã, Elizandra, e a sobrinha Jenifer. A próxima melhoria esperada pela comunidade é a implantação de equipamentos de ginástica ao ar livre.
De acordo com a assessoria de comunicação da Companhia de Habitação de Curitiba (Cohab), os equipamentos seriam montados em outro espaço, próximo à área de reassentamento, por estarem mais próximos dos moradores realocados, mas o local pode mudar caso a comunidade faça a solicitação.
"Fonte" Gazeta do Povo
terça-feira, dezembro 20, 2011
Acidente de Transito na Vila São Pedro
Um acidente de transito aconteceu no cruzamento das ruas Omar Raimundo Pichet com a Rua Embaixador José Carlos de Macedo Soares envolvendo um caminhão Volkswagen de Curutibo e uma Megane placa AQT 2091 de Ponta Grossa, com apenas danos materiais.
Curitiba ganha primeiro banco de cordão umbilical do Paraná
O sangue será armazenado num contêiner de nitrogênio líquido a uma temperatura de -150°C
O Paraná passa a contar, a partir de hoje, com o primeiro banco público de armazenamento de sangue de cordão umbilical do estado, e o 12.º do país. O serviço, denominado formalmente de Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP), será inaugurado na manhã desta terça-feira, e é uma esperança a mais para quem sofre de doenças que exigem transplante de medula óssea. O banco ficará sob a administração do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
A médica hematologista Daniela Carinhanha Setubal, do Serviço de Transplante de Medula Óssea do HC, explica que as chances de cura para pacientes com doenças como leucemia – a patologia para a qual mais se fazem procedimentos desse tipo – aumentam com a disponibilidade do serviço. Hoje, os doentes podem recorrer à doação de medula óssea de parentes ou a doadores voluntários que fazem parte de um cadastro e devem apresentar sangue compatível.
“As chances de se encontrar um doador dentro da família são de 30% a 40%. Quando isso não é possível, recorre-se aos cadastros nacionais e internacionais de medula óssea. O problema é que às vezes o doador não é encontrado ou está com algum problema de saúde que impede a doação”, ressalta Daniela.
Mesmo que haja sucesso na busca, ela é demorada, problema praticamente inexistente no caso dos bancos de cordão umbilical.
“Uma das vantagens é a agilidade. O material já foi coletado e não é preciso pedir autorização do doador, uma vez que, após a doação, ele se torna público e a família não pode voltar atrás”, explica o chefe do BSCUP do HC, Giorgio Roberto Baldanzi.
Outra vantagem é a questão da compatibilidade. No caso do cordão umbilical, a compatibilidade entre os antígenos HLA – proteínas presentes nas células do sangue – não precisa ser de 100%. Admite-se que, dos seis tipos de antígenos, até dois possam ser incompatíveis, o que não é possível nos outros tipos de transplante.
Coleta
Também hoje será inaugurado o serviço de abordagem de gestantes e coleta do sangue do cordão umbilical, que será feito pela Maternidade Victor Ferreira do Amaral. A diretora-geral da instituição, Solange Borba Gildemeister, explica que a maternidade foi escolhida pelo perfil do público – todas as gestantes atendidas apresentam gravidez de baixo risco, um “pré-requisito” para que seus bebês se tornem doadores.
“Essa grávida tem de apresentar boas condições de saúde. Não pode ter hipertensão, diabete nem problemas de tireoide. Aquelas com histórico de doença genética na família, ou que tenham hepatite ou doenças infectocontagiosas também não participam. Já o bebê tem de apresentar um crescimento intrautero normal, e nascer no tempo correto”, diz Solange. Como tais informações são conhecidas durante o pré-natal, aquelas que não fizeram o acompanhamento são automaticamente excluídas.
Caso mãe e filho estejam bem de saúde, a grávida assina um termo de consentimento autorizando a doação, que não pode ser anulada. A mãe também não recebe dinheiro do hospital, nem pode exigir que o banco “guarde” o sangue para o caso de o bebê ou um familiar vir a precisar dele no futuro, como ocorre em bancos de sangue de cordão umbilical particulares. “O sangue não é mais de uma pessoa, é da comunidade”, explica a médica do HC Daniela Setubal.
Passo a passo
Saiba como funciona o procedimento para doadores e receptores:
1 Logo após o nascimento do bebê, e depois de a placenta ser expulsa do útero, uma enfermeira faz a punção das veias e artérias do cordão umbilical para a retirada do sangue. A bolsa com o sangue possui um agitador que impede que ele coagule. Ela é então lacrada e refrigerada para que as células não morram.
2 No banco de cordão umbilical é feito o processamento do sangue, do qual são retiradas as partes não aproveitáveis, como o excedente de plasma e os glóbulos vermelhos. Restam apenas as células-tronco, que têm maior capacidade de se dividir e podem se transformar em qualquer tecido do corpo.
3 O sangue é armazenado num contêiner de nitrogênio líquido a uma temperatura de -150°C. O material não contém o nome do bebê ou da mãe, apenas uma identificação numérica, assim como informações sobre as características do sangue para futuros testes de compatibilidade.
4 Quando um paciente com leucemia, por exemplo, não encontra doador compatível na família, ele pode recorrer ao banco de sangue de cordão umbilical. Caso haja compatibilidade, ele recebe as células-tronco por meio de um cateter na veia.
"FONTE" GAZETA DO POVO
O Paraná passa a contar, a partir de hoje, com o primeiro banco público de armazenamento de sangue de cordão umbilical do estado, e o 12.º do país. O serviço, denominado formalmente de Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP), será inaugurado na manhã desta terça-feira, e é uma esperança a mais para quem sofre de doenças que exigem transplante de medula óssea. O banco ficará sob a administração do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
A médica hematologista Daniela Carinhanha Setubal, do Serviço de Transplante de Medula Óssea do HC, explica que as chances de cura para pacientes com doenças como leucemia – a patologia para a qual mais se fazem procedimentos desse tipo – aumentam com a disponibilidade do serviço. Hoje, os doentes podem recorrer à doação de medula óssea de parentes ou a doadores voluntários que fazem parte de um cadastro e devem apresentar sangue compatível.
“As chances de se encontrar um doador dentro da família são de 30% a 40%. Quando isso não é possível, recorre-se aos cadastros nacionais e internacionais de medula óssea. O problema é que às vezes o doador não é encontrado ou está com algum problema de saúde que impede a doação”, ressalta Daniela.
Mesmo que haja sucesso na busca, ela é demorada, problema praticamente inexistente no caso dos bancos de cordão umbilical.
“Uma das vantagens é a agilidade. O material já foi coletado e não é preciso pedir autorização do doador, uma vez que, após a doação, ele se torna público e a família não pode voltar atrás”, explica o chefe do BSCUP do HC, Giorgio Roberto Baldanzi.
Outra vantagem é a questão da compatibilidade. No caso do cordão umbilical, a compatibilidade entre os antígenos HLA – proteínas presentes nas células do sangue – não precisa ser de 100%. Admite-se que, dos seis tipos de antígenos, até dois possam ser incompatíveis, o que não é possível nos outros tipos de transplante.
Coleta
Também hoje será inaugurado o serviço de abordagem de gestantes e coleta do sangue do cordão umbilical, que será feito pela Maternidade Victor Ferreira do Amaral. A diretora-geral da instituição, Solange Borba Gildemeister, explica que a maternidade foi escolhida pelo perfil do público – todas as gestantes atendidas apresentam gravidez de baixo risco, um “pré-requisito” para que seus bebês se tornem doadores.
“Essa grávida tem de apresentar boas condições de saúde. Não pode ter hipertensão, diabete nem problemas de tireoide. Aquelas com histórico de doença genética na família, ou que tenham hepatite ou doenças infectocontagiosas também não participam. Já o bebê tem de apresentar um crescimento intrautero normal, e nascer no tempo correto”, diz Solange. Como tais informações são conhecidas durante o pré-natal, aquelas que não fizeram o acompanhamento são automaticamente excluídas.
Caso mãe e filho estejam bem de saúde, a grávida assina um termo de consentimento autorizando a doação, que não pode ser anulada. A mãe também não recebe dinheiro do hospital, nem pode exigir que o banco “guarde” o sangue para o caso de o bebê ou um familiar vir a precisar dele no futuro, como ocorre em bancos de sangue de cordão umbilical particulares. “O sangue não é mais de uma pessoa, é da comunidade”, explica a médica do HC Daniela Setubal.
Passo a passo
Saiba como funciona o procedimento para doadores e receptores:
1 Logo após o nascimento do bebê, e depois de a placenta ser expulsa do útero, uma enfermeira faz a punção das veias e artérias do cordão umbilical para a retirada do sangue. A bolsa com o sangue possui um agitador que impede que ele coagule. Ela é então lacrada e refrigerada para que as células não morram.
2 No banco de cordão umbilical é feito o processamento do sangue, do qual são retiradas as partes não aproveitáveis, como o excedente de plasma e os glóbulos vermelhos. Restam apenas as células-tronco, que têm maior capacidade de se dividir e podem se transformar em qualquer tecido do corpo.
3 O sangue é armazenado num contêiner de nitrogênio líquido a uma temperatura de -150°C. O material não contém o nome do bebê ou da mãe, apenas uma identificação numérica, assim como informações sobre as características do sangue para futuros testes de compatibilidade.
4 Quando um paciente com leucemia, por exemplo, não encontra doador compatível na família, ele pode recorrer ao banco de sangue de cordão umbilical. Caso haja compatibilidade, ele recebe as células-tronco por meio de um cateter na veia.
"FONTE" GAZETA DO POVO
Governador Beto Richa condecora 46 personalidades com a Ordem Estadual do Pinheiro
Foto: Sandro Nascimento/Alep
O governador Beto Richa entregou nesta segunda-feira (19/12) a condecoração da Ordem Estadual do Pinheiro a 46 pessoas que se destacaram em suas áreas de atuação, pela notoriedade do saber ou por serviços relevantes prestados ao Paraná.
Instituída em 1972, a Ordem do Pinheiro é a mais alta comenda do Estado e é atribuída em cinco graus: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro. As homenagens marcaram as comemorações de 158 anos da emancipação política do Paraná. “Homenageamos figuras ilustres pelas contribuições que deram para o desenvolvimento social e econômico do Estado e do País, com ética e civismo”, disse o governador, em solenidade realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba.
Em discurso, Beto Richa ressaltou a participação dos imigrantes na formação do Paraná e destacou a contribuição de ex-governadores no desenvolvimento político do Estado. “É uma honra homenagear, em nome dos paranaenses, os governadores que tanto se empenharam para transformar o Paraná em um estado que o Brasil inteiro reconhece, pela sua pujança e potencialidades”, disse, ao entregar a Paulo Pimentel, Emílio Gomes, Jaime Lerner e Jayme Canet Junior a comenda de Grã-Cruz.
Richa fez um resgate da história do Paraná e enumerou as contribuições dos homenageados para o Estado, cada um no seu ofício. As personalidades prestaram relevantes serviços, como na administração pública, nos negócios, na justiça, no esporte, na ciência, na medicina, na história, na religião ou na comunicação. “Cada um deles nos inspira e nos encoraja com sua importantíssima contribuição para o desenvolvimento social, cultural, científico, político e econômico do Estado e da pátria que nos irmana”, concluiu ele.
Entre os homenageados deste ano estava o senador mineiro Aécio Neves, que foi condecorado com o título de Grã-Cruz. Aécio agradeceu o governador Beto Richa e disse que a homenagem é dedicada a todo o povo mineiro, que tem história similar com o Paraná. “Estou extremamente honrado. Fico feliz em ser lembrado por Richa para receber esse prêmio. O Paraná tem uma grande história política e social”, disse o senador, que destacou a contribuição do ex-governador José Richa na democratização e elaboração da Constituição brasileira.
RECONHECIMENTO - Na área do esporte, o paranaense Emanuel Fernando Scheffer Rego, jogador de vôlei de praia, foi homenageado com o título de Cavalheiro. Nascido em Curitiba, o atleta disse que receber a condecoração representa o reconhecimento pelo seu trabalho. “Fico feliz de ter meu nome lembrado. Vou continuar meu trabalho social para devolver esse prêmio com resultados para as crianças paranaenses”, disse ele, se referindo ao projeto Leões do Vôlei que oferta aulas de voleibol para alunos de escolas municipais de comunidades carentes de Curitiba. Os atletas Anderson Silva e Gilberto Amauri Godoy Filho (Giba) também receberão as condecorações.
O jornalista Luiz Geraldo Mazza recebeu o título de Cavalheiro pelos serviços prestados para a comunicação social paranaense. Formado em direito pela Universidade Federal do Paraná, Mazza tem 80 anos de idade, sendo 60 de jornalismo. Trabalhou como editor e repórter para jornais como a Folha de São Paulo, Diário do Paraná, Última Hora e Correio de Notícias. “Data muito importante, que marca grandes acontecimentos históricos para os paranaenses. Fico agradecido por esse reconhecimento”, disse ele, que é titular da cadeira 20 da academia paranaense de letras.
Outro comunicador paranaense homenageado com o título de Cavaleiro foi Laurentino Gomes, escritor que recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria de livro-reportagem. Ele escreveu dois importantes livros sobre a história brasileira, um retrata a vinda da corte portuguesa para o Brasil em 1808 e outro sobre a independência do Brasil em 1822. Laurentino agradeceu a condecoração e enumerou acontecimentos históricos que marcaram a emancipação política do Paraná.
SAÚDE PÚBLICA – Um dos homenageados condecorados com o grau de Comendador foi o médico Ricardo Pasquini. Ele realizou o primeiro transplante de medula óssea do Brasil e foi o primeiro da América Latina a fazer um transplante de medulas do cordão umbilical. Foi o responsável também pela implantação do serviço de transplante de medula do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná.
Ricardo Pasquini classifica o título como reconhecimento do trabalho feito pelo povo paranaense e disse que se sente honrado em receber a maior condecoração do Estado. “Marca uma história de conquista e trabalho, onde muitas vidas foram salvas”, afirma.
Outra personalidade que recebeu o grau de Comendador foi a desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral, Regina Helena Portes. “Fico feliz com esse momento especial. Foi um convite inesperado que representa a boa relação dos poderes Judiciário e Executivo”, classificou Portes, que em 1999 foi nomeada a primeira desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
RELAÇÃO DE HOMENAGEADOS COM A ORDEM ESTADUAL DO PINHEIRO
GRÃ-CRUZ: Aécio Neves, Emílio Hoffmann Gomes, José Eduardo Martins Cardozo, Jayme Canet Junior, Jaime Lerner, Paulo Bernardo e Paulo Cruz Pimentel.
GRANDE OFICIAL: Jorge Gerdau Johannpeter, Dom Pedro Fedalto, Miguel kfouri Neto e Reinhold Stephanes.
COMENDADOR - Belmiro Valverde Jobim Castor, Carlos Roberto Massa, Félix Fischer, Gert Guenther Hatschbach, Ibrahin Fayad, Jean– Michel Jalinier, Onésimo Mendonça de Anunciação, Regina Helena Afonso de Oliveira Portes, Padre Reginaldo Manzotti, René Ariel Dotti e Ricardo Pasquini.
OFICIAL - José Alencar Furtado, Carlos Roberto Madalosso, Carlos Antonio Gusso, Jefferson Nogaroli, João José Bigarella, Mussa José Assis, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, Rodrigo Costa da Rocha Loures, Duílio Genari, João Lopes da Silva, Hugo Gonçalves, Jośe Lima Sobrinho (Chitãozinho) e Durval de Lima (Xororó).
CAVALEIRO - Emanuel Fernando Scheffer Rego, Guntolf Van Kaick, José Henrique Corbage Rabello, Laurentino Gomes, Luiz Geraldo Mazza, Nicolau Inthon Klüppel, Pedrinho Antonio Furlan, Tenente Coronel Edemilson de Barros, Paulo Roberto Juk, Anderson Silva, Gilberto Amauri de Godoy Filho (Giba).
AEN
O governador Beto Richa entregou nesta segunda-feira (19/12) a condecoração da Ordem Estadual do Pinheiro a 46 pessoas que se destacaram em suas áreas de atuação, pela notoriedade do saber ou por serviços relevantes prestados ao Paraná.
Instituída em 1972, a Ordem do Pinheiro é a mais alta comenda do Estado e é atribuída em cinco graus: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro. As homenagens marcaram as comemorações de 158 anos da emancipação política do Paraná. “Homenageamos figuras ilustres pelas contribuições que deram para o desenvolvimento social e econômico do Estado e do País, com ética e civismo”, disse o governador, em solenidade realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba.
Em discurso, Beto Richa ressaltou a participação dos imigrantes na formação do Paraná e destacou a contribuição de ex-governadores no desenvolvimento político do Estado. “É uma honra homenagear, em nome dos paranaenses, os governadores que tanto se empenharam para transformar o Paraná em um estado que o Brasil inteiro reconhece, pela sua pujança e potencialidades”, disse, ao entregar a Paulo Pimentel, Emílio Gomes, Jaime Lerner e Jayme Canet Junior a comenda de Grã-Cruz.
Richa fez um resgate da história do Paraná e enumerou as contribuições dos homenageados para o Estado, cada um no seu ofício. As personalidades prestaram relevantes serviços, como na administração pública, nos negócios, na justiça, no esporte, na ciência, na medicina, na história, na religião ou na comunicação. “Cada um deles nos inspira e nos encoraja com sua importantíssima contribuição para o desenvolvimento social, cultural, científico, político e econômico do Estado e da pátria que nos irmana”, concluiu ele.
Entre os homenageados deste ano estava o senador mineiro Aécio Neves, que foi condecorado com o título de Grã-Cruz. Aécio agradeceu o governador Beto Richa e disse que a homenagem é dedicada a todo o povo mineiro, que tem história similar com o Paraná. “Estou extremamente honrado. Fico feliz em ser lembrado por Richa para receber esse prêmio. O Paraná tem uma grande história política e social”, disse o senador, que destacou a contribuição do ex-governador José Richa na democratização e elaboração da Constituição brasileira.
RECONHECIMENTO - Na área do esporte, o paranaense Emanuel Fernando Scheffer Rego, jogador de vôlei de praia, foi homenageado com o título de Cavalheiro. Nascido em Curitiba, o atleta disse que receber a condecoração representa o reconhecimento pelo seu trabalho. “Fico feliz de ter meu nome lembrado. Vou continuar meu trabalho social para devolver esse prêmio com resultados para as crianças paranaenses”, disse ele, se referindo ao projeto Leões do Vôlei que oferta aulas de voleibol para alunos de escolas municipais de comunidades carentes de Curitiba. Os atletas Anderson Silva e Gilberto Amauri Godoy Filho (Giba) também receberão as condecorações.
O jornalista Luiz Geraldo Mazza recebeu o título de Cavalheiro pelos serviços prestados para a comunicação social paranaense. Formado em direito pela Universidade Federal do Paraná, Mazza tem 80 anos de idade, sendo 60 de jornalismo. Trabalhou como editor e repórter para jornais como a Folha de São Paulo, Diário do Paraná, Última Hora e Correio de Notícias. “Data muito importante, que marca grandes acontecimentos históricos para os paranaenses. Fico agradecido por esse reconhecimento”, disse ele, que é titular da cadeira 20 da academia paranaense de letras.
Outro comunicador paranaense homenageado com o título de Cavaleiro foi Laurentino Gomes, escritor que recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria de livro-reportagem. Ele escreveu dois importantes livros sobre a história brasileira, um retrata a vinda da corte portuguesa para o Brasil em 1808 e outro sobre a independência do Brasil em 1822. Laurentino agradeceu a condecoração e enumerou acontecimentos históricos que marcaram a emancipação política do Paraná.
SAÚDE PÚBLICA – Um dos homenageados condecorados com o grau de Comendador foi o médico Ricardo Pasquini. Ele realizou o primeiro transplante de medula óssea do Brasil e foi o primeiro da América Latina a fazer um transplante de medulas do cordão umbilical. Foi o responsável também pela implantação do serviço de transplante de medula do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná.
Ricardo Pasquini classifica o título como reconhecimento do trabalho feito pelo povo paranaense e disse que se sente honrado em receber a maior condecoração do Estado. “Marca uma história de conquista e trabalho, onde muitas vidas foram salvas”, afirma.
Outra personalidade que recebeu o grau de Comendador foi a desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral, Regina Helena Portes. “Fico feliz com esse momento especial. Foi um convite inesperado que representa a boa relação dos poderes Judiciário e Executivo”, classificou Portes, que em 1999 foi nomeada a primeira desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
RELAÇÃO DE HOMENAGEADOS COM A ORDEM ESTADUAL DO PINHEIRO
GRÃ-CRUZ: Aécio Neves, Emílio Hoffmann Gomes, José Eduardo Martins Cardozo, Jayme Canet Junior, Jaime Lerner, Paulo Bernardo e Paulo Cruz Pimentel.
GRANDE OFICIAL: Jorge Gerdau Johannpeter, Dom Pedro Fedalto, Miguel kfouri Neto e Reinhold Stephanes.
COMENDADOR - Belmiro Valverde Jobim Castor, Carlos Roberto Massa, Félix Fischer, Gert Guenther Hatschbach, Ibrahin Fayad, Jean– Michel Jalinier, Onésimo Mendonça de Anunciação, Regina Helena Afonso de Oliveira Portes, Padre Reginaldo Manzotti, René Ariel Dotti e Ricardo Pasquini.
OFICIAL - José Alencar Furtado, Carlos Roberto Madalosso, Carlos Antonio Gusso, Jefferson Nogaroli, João José Bigarella, Mussa José Assis, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, Rodrigo Costa da Rocha Loures, Duílio Genari, João Lopes da Silva, Hugo Gonçalves, Jośe Lima Sobrinho (Chitãozinho) e Durval de Lima (Xororó).
CAVALEIRO - Emanuel Fernando Scheffer Rego, Guntolf Van Kaick, José Henrique Corbage Rabello, Laurentino Gomes, Luiz Geraldo Mazza, Nicolau Inthon Klüppel, Pedrinho Antonio Furlan, Tenente Coronel Edemilson de Barros, Paulo Roberto Juk, Anderson Silva, Gilberto Amauri de Godoy Filho (Giba).
AEN
segunda-feira, dezembro 19, 2011
"Não sou louco de vender as afiliadas", diz Ratinho sobre a Rede Massa
Depois da Rede Massa desmentir através de um comunicado, agora foi a vez do próprio Carlos Massa, o Ratinho, negar a venda de suas emissoras, afiliadas do SBT no Paraná.
"Olha, isso vem de gente que quer que eu venda minhas galinhas. Não vou fazer isso. Não sou louco de vender as afiliadas", afirmou o apresentador em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo".
O apresentador - e também empresário - adquiriu os canais TV Iguaçu (Curitiba), TV Cidade (Londrina), TV Naipi (Foz do Iguaçu) e TV Tibagi (Maringá) em 2007 do Grupo Paulo Pimentel e, sem êxito no negócio, teria os colocado à venda
As operações teriam sido oferecidas à Record, principal concorrente do SBT em nível nacional, e, de acordo com o jornalista Lauro Jardim, as negociações já estariam ocorrendo. O que não procede.
"Fonte" Banda B
"Olha, isso vem de gente que quer que eu venda minhas galinhas. Não vou fazer isso. Não sou louco de vender as afiliadas", afirmou o apresentador em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo".
O apresentador - e também empresário - adquiriu os canais TV Iguaçu (Curitiba), TV Cidade (Londrina), TV Naipi (Foz do Iguaçu) e TV Tibagi (Maringá) em 2007 do Grupo Paulo Pimentel e, sem êxito no negócio, teria os colocado à venda
As operações teriam sido oferecidas à Record, principal concorrente do SBT em nível nacional, e, de acordo com o jornalista Lauro Jardim, as negociações já estariam ocorrendo. O que não procede.
"Fonte" Banda B
Apostador do PR leva sozinho prêmio de R$ 24 milhões da Mega-Sena
Aposta de Curitiba foi a única a acertar as seis dezenas sorteadas.
Concurso 1.346 aconteceu neste sábado (17) em Itapetinga (BA).
Um apostador de Curitiba (PR) acertou sozinho as seis dezenas sorteadas no concurso 1.346 da Mega-Sena neste sábado (17). Os números sorteados foram 12 - 32 - 40 - 47 - 48 - 59.
Segundo a Caixa Econômica Federal (CEF), ele deve receber um prêmio de R$ 24.409.476,19.
A CEF afirmou que o próximo concurso será realizado na quarta-feira (20) e terá prêmio estimado em R$ 2 milhões.
Além do apostador paranaense, 57 pessoas fizeram a quina e ganharão R$ 45.369,34, cada um. Segundo a caixa, 5.205 ganharam a quadra e receberão R$ 709,77, cada uma.
G1 Paraná
Concurso 1.346 aconteceu neste sábado (17) em Itapetinga (BA).
Um apostador de Curitiba (PR) acertou sozinho as seis dezenas sorteadas no concurso 1.346 da Mega-Sena neste sábado (17). Os números sorteados foram 12 - 32 - 40 - 47 - 48 - 59.
Segundo a Caixa Econômica Federal (CEF), ele deve receber um prêmio de R$ 24.409.476,19.
A CEF afirmou que o próximo concurso será realizado na quarta-feira (20) e terá prêmio estimado em R$ 2 milhões.
Além do apostador paranaense, 57 pessoas fizeram a quina e ganharão R$ 45.369,34, cada um. Segundo a caixa, 5.205 ganharam a quadra e receberão R$ 709,77, cada uma.
G1 Paraná
Natal em casa nova da Cohab para mais 192 famílias
Para 192 famílias que estavam inscritas no cadastro da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) o presente de Natal chegou antecipado. Elas receberam, nesta sexta-feira (16), as chaves da casa própria. São apartamentos de dois quartos do condomínio Residencial Floresta, localizado no bairro Santa Cândida.
As famílias receberam as unidades durante evento que contou com a presença do prefeito Luciano Ducci, do secretário municipal de habitação, Osmar Bertoldi, do presidente da Cohab, Ibson Campos, da gerente regional da Caixa Econômica Federal em Curitiba, Suely Molinari e da vereadora Julieta Reis.
O representante dos moradores, Simão dos Santos, falou em nome dos beneficiados. “Hoje é o dia em que damos um basta no aluguel. Quem paga aluguel sabe o sofrimento que é ver boa parte do suado salário virar cinzas. Agora nós estamos no paraíso, pois temos o nosso próprio lar”, disse.
A construção do Residencial Floresta significou um investimento de R$ 8,2 milhões, com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O empreendimento é resultado de parceria firmada em 2009, entre a Prefeitura, Cohab e Caixa. A atuação conjunta já permitiu, desde então, o atendimento de 1.048 famílias da fila da Cohab.
Durante o evento foram anunciadas melhorias para a região do Santa Cândida, como a pavimentação asfáltica para a rua Walace Landal, que dá acesso ao empreendimento e a construção da Unidade de Saúde Jardim Aliança, que será licitada em março, e vai atender os moradores locais. “É desta forma que funciona o programa habitacional de Curitiba. Junto com as moradias a Prefeitura garante infraestrutura e equipamentos públicos para a população”, explica o presidente da Cohab, Ibson Campos.
Faixa de renda - Os futuros moradores do Residencial têm renda entre R$ 1.395 e R$ 2.700. Para aquisição das unidades, que têm custo entre R$ 52 mil e R$ 55 mil, as famílias receberam subsídio, que variou em função da renda. O desconto, para rendimentos mais baixos, chegou a R$ 17 mil, abatidos do valor de financiamento.
Os contratos de financiamento para aquisição das unidades têm prazo máximo de 15 anos e resultam em prestações mensais com valores em torno de R$ 350. “É uma parcela muito inferior ao custo de um aluguel de imóvel no mesmo padrão. Com isso, podemos atender no programa habitacional do município famílias que não teriam como buscar no mercado uma opção de moradia”, diz o secretário Bertoldi.
Apartamentos - O Residencial Floresta é um condomínio formado por 12 blocos de apartamentos, com quatro pavimentos cada um. Na área comum há estacionamento para veículos, parque infantil, salão de festa com churrasqueira e vegetação que foi preservada no projeto.
Para execução do projeto, a construtora contou com incentivo fiscal da Prefeitura e isenção de impostos municipais durante a fase de obras. A Cohab atuou como intermediária entre a Caixa, a Prefeitura e a empresa, na aprovação do projeto e na contratação dos recursos.
A Companhia também deu apoio à comercialização das unidades, identificando a demanda, convocando as famílias e encaminhando a documentação dos interessados para aprovação de cadastro. O financiamento para a obra foi liberado pela Caixa, que também financiou a aquisição das unidades às famílias.
Este arranjo institucional está sendo utilizado para viabilizar outros projetos do programa Minha Casa, Minha Vida em Curitiba. São mais 6.317 unidades que estão em obras no próprio Santa Cândida e nos bairros do Ganchinho, Tatuquara, CIC, Cachoeira e Campo de Santana. São unidades que atenderão a chamada faixa de interesse social, formada por famílias com rendimento de até R$ 3.600 mensais.
Fim do aluguel - O casal Juliana Kinipelberg, 27 anos e Edison de Souza, 31, moram com os dois filhos em uma casa no Santa Cândida, onde pagam R$ 400 de aluguel. O bairro continuará o mesmo, mas a partir de hoje eles passam a viver em um apartamento do Residencial Floresta. “É uma maravilha pagar um valor menor do que pagávamos no aluguel por algo que é nosso. Estamos muito felizes, pois adoramos o bairro. Para as crianças será ótimo, tem bastante espaço”, afirma Juliana.
Dalva Moura de Oliveira e seu esposo Adalberto também estão escapando do aluguel de R$ 350, que pagavam em uma pequena casa no Água Verde. “O condomínio aqui é ótimo, arborizado, bonito. O apartamento tem bom acabamento. Estamos muito satisfeitos”, diz ela.
Aos 22 anos Rafaela Bonfim já está realizando o sonho de ter seu primeiro imóvel próprio. Atualmente ela vive com a mãe em uma casa no Boqueirão. “Estou que é só alegria, me sentindo responsável, pois agora terei que me virar sozinha. Hoje estou começando uma vida nova”, concluiu.
"Fonte" Agência de NOTICIAS da Prefeitura de Curitiba.
As famílias receberam as unidades durante evento que contou com a presença do prefeito Luciano Ducci, do secretário municipal de habitação, Osmar Bertoldi, do presidente da Cohab, Ibson Campos, da gerente regional da Caixa Econômica Federal em Curitiba, Suely Molinari e da vereadora Julieta Reis.
O representante dos moradores, Simão dos Santos, falou em nome dos beneficiados. “Hoje é o dia em que damos um basta no aluguel. Quem paga aluguel sabe o sofrimento que é ver boa parte do suado salário virar cinzas. Agora nós estamos no paraíso, pois temos o nosso próprio lar”, disse.
A construção do Residencial Floresta significou um investimento de R$ 8,2 milhões, com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O empreendimento é resultado de parceria firmada em 2009, entre a Prefeitura, Cohab e Caixa. A atuação conjunta já permitiu, desde então, o atendimento de 1.048 famílias da fila da Cohab.
Durante o evento foram anunciadas melhorias para a região do Santa Cândida, como a pavimentação asfáltica para a rua Walace Landal, que dá acesso ao empreendimento e a construção da Unidade de Saúde Jardim Aliança, que será licitada em março, e vai atender os moradores locais. “É desta forma que funciona o programa habitacional de Curitiba. Junto com as moradias a Prefeitura garante infraestrutura e equipamentos públicos para a população”, explica o presidente da Cohab, Ibson Campos.
Faixa de renda - Os futuros moradores do Residencial têm renda entre R$ 1.395 e R$ 2.700. Para aquisição das unidades, que têm custo entre R$ 52 mil e R$ 55 mil, as famílias receberam subsídio, que variou em função da renda. O desconto, para rendimentos mais baixos, chegou a R$ 17 mil, abatidos do valor de financiamento.
Os contratos de financiamento para aquisição das unidades têm prazo máximo de 15 anos e resultam em prestações mensais com valores em torno de R$ 350. “É uma parcela muito inferior ao custo de um aluguel de imóvel no mesmo padrão. Com isso, podemos atender no programa habitacional do município famílias que não teriam como buscar no mercado uma opção de moradia”, diz o secretário Bertoldi.
Apartamentos - O Residencial Floresta é um condomínio formado por 12 blocos de apartamentos, com quatro pavimentos cada um. Na área comum há estacionamento para veículos, parque infantil, salão de festa com churrasqueira e vegetação que foi preservada no projeto.
Para execução do projeto, a construtora contou com incentivo fiscal da Prefeitura e isenção de impostos municipais durante a fase de obras. A Cohab atuou como intermediária entre a Caixa, a Prefeitura e a empresa, na aprovação do projeto e na contratação dos recursos.
A Companhia também deu apoio à comercialização das unidades, identificando a demanda, convocando as famílias e encaminhando a documentação dos interessados para aprovação de cadastro. O financiamento para a obra foi liberado pela Caixa, que também financiou a aquisição das unidades às famílias.
Este arranjo institucional está sendo utilizado para viabilizar outros projetos do programa Minha Casa, Minha Vida em Curitiba. São mais 6.317 unidades que estão em obras no próprio Santa Cândida e nos bairros do Ganchinho, Tatuquara, CIC, Cachoeira e Campo de Santana. São unidades que atenderão a chamada faixa de interesse social, formada por famílias com rendimento de até R$ 3.600 mensais.
Fim do aluguel - O casal Juliana Kinipelberg, 27 anos e Edison de Souza, 31, moram com os dois filhos em uma casa no Santa Cândida, onde pagam R$ 400 de aluguel. O bairro continuará o mesmo, mas a partir de hoje eles passam a viver em um apartamento do Residencial Floresta. “É uma maravilha pagar um valor menor do que pagávamos no aluguel por algo que é nosso. Estamos muito felizes, pois adoramos o bairro. Para as crianças será ótimo, tem bastante espaço”, afirma Juliana.
Dalva Moura de Oliveira e seu esposo Adalberto também estão escapando do aluguel de R$ 350, que pagavam em uma pequena casa no Água Verde. “O condomínio aqui é ótimo, arborizado, bonito. O apartamento tem bom acabamento. Estamos muito satisfeitos”, diz ela.
Aos 22 anos Rafaela Bonfim já está realizando o sonho de ter seu primeiro imóvel próprio. Atualmente ela vive com a mãe em uma casa no Boqueirão. “Estou que é só alegria, me sentindo responsável, pois agora terei que me virar sozinha. Hoje estou começando uma vida nova”, concluiu.
"Fonte" Agência de NOTICIAS da Prefeitura de Curitiba.
Aniversariante, Tricolor faz planos para o patrimônio
Intenção da nova diretoria do Paraná é revitalizar suas sedes e estádios para poder se autosustentar
A trajetória paranista completa nesta segunda-feira (19) 22 anos de existência e junto com a nova idade paranista um novo discurso: os dirigentes prometem, além de melhores resultados dentro de campo, transformar o clube em um canteiro de obras.
A intenção dos mandatários é revitalizar o valioso patrimônio para fazer do Tricolor uma agremiação autossustentável. Com uma estrutura antiga na maior parte das cinco sedes paranistas (Vila Capanema, Kennedy, Tarumã, Vila Olímpica e Ninho da Gralha), a diretoria está realizando estudos para avaliar os bens e encontrar formas de utilizar os 460 mil metros quadrados de área para agregar receitas.
Umas das possibilidades analisadas é o arrendamento de parte das sedes no Tarumã e na Vila Olímpica para a construção de shoppings e outros empreendimentos comercias. A operação seria similar à realizada no terreno na Avenida das Torres em 1999, que hoje pertence a uma grande rede de supermercados. “Não vamos nos desfazer de nenhum patrimônio, mas podemos aproveitar o grande espaço que temos para trazer dinheiro para novos investimentos”, afirmou Luis Carlos Casagrande, segundo vice-presidente.
Outro projeto é a construção de um novo prédio na sede social do clube, na Kennedy. Em parceria com investidores, o clube pretende erguer uma edificação de quatro andares onde hoje estão localizadas as quadras de futebol. A área de 4 mil metros quadrados abrigaria três pisos de estacionamento, além de um para a prática de judô e outros esportes. No terraço seria montada uma cancha de grama sintética.
Segundo a diretoria, já existem empresas interessadas em bancar o negócio, que receberiam o direito de explorar os ganhos com o estacionamento como contrapartida financeira. “Vamos voltar a investir na parte social do clube, que ficou meio esquecida ultimamente”, declarou Casagrande.
A modernização da Vila Capanema também está nos planos obreiros do Paraná. A ideia é estimular a utilização do estádio para eventos culturais como forma de aumentar os ganhos. Segundo Casagrande, o aluguel para cada show custa R$100 mil e o clube já recebeu 10 propostas para o ano que vem. “A Vila tem potencial para isso. A empresa que produziu o show do Pearl Jam nos disse que oferecemos a melhor estrutura da turnê, temos que aproveitar isso, mas sem atrapalhar o futebol”, afirmou.
"FONTE" GAZETA DO POVO
A trajetória paranista completa nesta segunda-feira (19) 22 anos de existência e junto com a nova idade paranista um novo discurso: os dirigentes prometem, além de melhores resultados dentro de campo, transformar o clube em um canteiro de obras.
A intenção dos mandatários é revitalizar o valioso patrimônio para fazer do Tricolor uma agremiação autossustentável. Com uma estrutura antiga na maior parte das cinco sedes paranistas (Vila Capanema, Kennedy, Tarumã, Vila Olímpica e Ninho da Gralha), a diretoria está realizando estudos para avaliar os bens e encontrar formas de utilizar os 460 mil metros quadrados de área para agregar receitas.
Umas das possibilidades analisadas é o arrendamento de parte das sedes no Tarumã e na Vila Olímpica para a construção de shoppings e outros empreendimentos comercias. A operação seria similar à realizada no terreno na Avenida das Torres em 1999, que hoje pertence a uma grande rede de supermercados. “Não vamos nos desfazer de nenhum patrimônio, mas podemos aproveitar o grande espaço que temos para trazer dinheiro para novos investimentos”, afirmou Luis Carlos Casagrande, segundo vice-presidente.
Outro projeto é a construção de um novo prédio na sede social do clube, na Kennedy. Em parceria com investidores, o clube pretende erguer uma edificação de quatro andares onde hoje estão localizadas as quadras de futebol. A área de 4 mil metros quadrados abrigaria três pisos de estacionamento, além de um para a prática de judô e outros esportes. No terraço seria montada uma cancha de grama sintética.
Segundo a diretoria, já existem empresas interessadas em bancar o negócio, que receberiam o direito de explorar os ganhos com o estacionamento como contrapartida financeira. “Vamos voltar a investir na parte social do clube, que ficou meio esquecida ultimamente”, declarou Casagrande.
A modernização da Vila Capanema também está nos planos obreiros do Paraná. A ideia é estimular a utilização do estádio para eventos culturais como forma de aumentar os ganhos. Segundo Casagrande, o aluguel para cada show custa R$100 mil e o clube já recebeu 10 propostas para o ano que vem. “A Vila tem potencial para isso. A empresa que produziu o show do Pearl Jam nos disse que oferecemos a melhor estrutura da turnê, temos que aproveitar isso, mas sem atrapalhar o futebol”, afirmou.
"FONTE" GAZETA DO POVO
sábado, dezembro 17, 2011
Domingo é dia de Ciclofaixa de Lazer
A Prefeitura de Curitiba promove neste domingo (18), das 8h às 16h, o terceiro Circuito Ciclofaixa de Lazer. Com ruas sinalizadas por faixas vermelhas exclusivas para o uso de bicicletas, os ciclistas poderão transitar com segurança e comodidade por um percurso de quatro quilômetros de extensão no centro histórico da cidade.
O trajeto deste final de semana irá passar pelas ruas XV de Novembro; Marechal Deodoro; Emiliano Perneta; Visconde de Nácar; André de Barros e Mariano Torres, destacando cenários históricos e culturais de Curitiba.
Para total segurança dos participantes, monitores da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude e agentes da Diretran vão orientar ciclistas e motoristas durante todo o trajeto, que estará sinalizado também com cones e cavaletes, impedindo o ingresso de veículos nas pistas da Ciclofaixa.
Além dos agentes da Diretran, motoristas e ciclistas contam ainda com fiscais do transporte coletivo, em pontos estratégicos, como a esquina da travessa da Lapa com as ruas Marechal Deodoro e André de Barros, por causa da passagem dos ônibus expressos pela travessa, nos dois sentidos.
O Circuito Ciclofaixa de Lazer foi implantado em Curitiba no mês de outubro e já contou com a participação de aproximadamente seis mil pessoas. “Essa é uma iniciativa que a cidade precisava e que está sendo muito bem realizada pela Prefeitura. Espero que todos continuem participando da ação, estimulando a utilização da bicicleta como meio de transporte e como uma atividade física saudável”, disse o ciclista Igor Rocha, de 26 anos.
Os próximos passeios do Circuito Ciclofaixa de Lazer acontecem nos dias 15 de janeiro; 12 de fevereiro; e 25 de março. Em 2012 a ciclofaixa de lazer será ampliada até o Parque Barigui, num percurso de 14 km, e acontecerá todos os domingos.
Ciclovias – Estudo recente divulgado pelo portal Mobilize Brasil aponta as cidades do Rio de Janeiro e Curitiba como as capitais brasileiras com melhor mobilidade urbana. Não é por acaso que as duas cidades estão no topo do ranking nacional quanto se considera o tamanho da malha cicloviária.
Curitiba, a pioneira no Brasil na implantação de ciclovias, tem cerca de 120 quilômetros de vias exclusivas para bicicletas. O Rio de Janeiro tem 240 quilômetros de ciclovias que se estendem pela orla da cidade. Porto Alegre, cidade do porte de Curitiba, tem 8 km de ciclovias.
Em Curitiba, a prefeitura está investindo na ampliação das ciclovias. São seis vias em obras que representam 22,4 quilômetros de ciclovias a mais na cidade. A malha está sendo ampliada seguindo o Plano Diretor Cicloviário elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) que orienta os projetos de urbanização e revitalização de ruas com infraestrutura cicloviária.
Estímulo – Além da ampliação da rede de ciclovias e da implantação da ciclofaixa de lazer, a Prefeitura de Curitiba oferece programas de estímulo ao uso da bicicleta.
Entre as principais ações se destacam o programa Pedala Curitiba, que oferece passeios ciclísticos toda terça-feira à noite com percursos diferentes, que variam de 12 a 20 km, e o Circuito SMELJ de Ciclismo, que foi ampliado em 2011 e passou a contar com etapas no Velódromo de Curitiba, aberto para todas as idades, e nas Regionais Administrativas, com foco maior na criança e adolescente, buscando despertar o interesse pelo ciclismo desde cedo junto aos curitibanos.
A Prefeitura também promove o Passeio Ciclístico em Comemoração ao Aniversário da Cidade, que neste ano contou com a participação de 5 mil pessoas, que pedalaram do Mercadorama da Avenida Silva Jardim até o parque Barigui para a grande festa em comemoração aos 318 anos da cidade. Em dezembro acontecerá o Passeio Ciclístico de Natal.
FIQUE ATENTO
Dicas de segurança para um passeio tranquilo na Ciclofaixa de Lazer:
Ciclistas
- Nas calçadas, calçadões, faixas de pedestres e passarelas, desça e empurre
a bicicleta.
- Pedale sempre com um calçado fechado e firme no pé.
- Sinalize as suas intenções com os braços e as mãos.
Motoristas
- Certifique-se de que não há nada em seu ponto cego.
- Na rua, antes de sair de uma vaga ou abrir a porta do carro, olhe com
cuidado.
- Sempre sinalize antes de fazer uma conversão. Assim você evita cortar a
frente de motos e bicicletas.
- Em locais sem semáforo e com faixa de pedestres, páre. Dê sempre
preferência ao pedestre
Serviço:
Circuito Ciclofaixa de Lazer
Data: 18/12
Horário: 8h às 16h
Local: Rua XV de Novembro/Rua Mariano Torres/Av. Marechal Deodoro/ Rua Emiliano Perneta/Rua Visconde de Nacar/Rua Andre de Barros
"AGÊNCIA DE NOTICIAS DA PREFEITURA DE CURITIBA
O trajeto deste final de semana irá passar pelas ruas XV de Novembro; Marechal Deodoro; Emiliano Perneta; Visconde de Nácar; André de Barros e Mariano Torres, destacando cenários históricos e culturais de Curitiba.
Para total segurança dos participantes, monitores da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude e agentes da Diretran vão orientar ciclistas e motoristas durante todo o trajeto, que estará sinalizado também com cones e cavaletes, impedindo o ingresso de veículos nas pistas da Ciclofaixa.
Além dos agentes da Diretran, motoristas e ciclistas contam ainda com fiscais do transporte coletivo, em pontos estratégicos, como a esquina da travessa da Lapa com as ruas Marechal Deodoro e André de Barros, por causa da passagem dos ônibus expressos pela travessa, nos dois sentidos.
O Circuito Ciclofaixa de Lazer foi implantado em Curitiba no mês de outubro e já contou com a participação de aproximadamente seis mil pessoas. “Essa é uma iniciativa que a cidade precisava e que está sendo muito bem realizada pela Prefeitura. Espero que todos continuem participando da ação, estimulando a utilização da bicicleta como meio de transporte e como uma atividade física saudável”, disse o ciclista Igor Rocha, de 26 anos.
Os próximos passeios do Circuito Ciclofaixa de Lazer acontecem nos dias 15 de janeiro; 12 de fevereiro; e 25 de março. Em 2012 a ciclofaixa de lazer será ampliada até o Parque Barigui, num percurso de 14 km, e acontecerá todos os domingos.
Ciclovias – Estudo recente divulgado pelo portal Mobilize Brasil aponta as cidades do Rio de Janeiro e Curitiba como as capitais brasileiras com melhor mobilidade urbana. Não é por acaso que as duas cidades estão no topo do ranking nacional quanto se considera o tamanho da malha cicloviária.
Curitiba, a pioneira no Brasil na implantação de ciclovias, tem cerca de 120 quilômetros de vias exclusivas para bicicletas. O Rio de Janeiro tem 240 quilômetros de ciclovias que se estendem pela orla da cidade. Porto Alegre, cidade do porte de Curitiba, tem 8 km de ciclovias.
Em Curitiba, a prefeitura está investindo na ampliação das ciclovias. São seis vias em obras que representam 22,4 quilômetros de ciclovias a mais na cidade. A malha está sendo ampliada seguindo o Plano Diretor Cicloviário elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) que orienta os projetos de urbanização e revitalização de ruas com infraestrutura cicloviária.
Estímulo – Além da ampliação da rede de ciclovias e da implantação da ciclofaixa de lazer, a Prefeitura de Curitiba oferece programas de estímulo ao uso da bicicleta.
Entre as principais ações se destacam o programa Pedala Curitiba, que oferece passeios ciclísticos toda terça-feira à noite com percursos diferentes, que variam de 12 a 20 km, e o Circuito SMELJ de Ciclismo, que foi ampliado em 2011 e passou a contar com etapas no Velódromo de Curitiba, aberto para todas as idades, e nas Regionais Administrativas, com foco maior na criança e adolescente, buscando despertar o interesse pelo ciclismo desde cedo junto aos curitibanos.
A Prefeitura também promove o Passeio Ciclístico em Comemoração ao Aniversário da Cidade, que neste ano contou com a participação de 5 mil pessoas, que pedalaram do Mercadorama da Avenida Silva Jardim até o parque Barigui para a grande festa em comemoração aos 318 anos da cidade. Em dezembro acontecerá o Passeio Ciclístico de Natal.
FIQUE ATENTO
Dicas de segurança para um passeio tranquilo na Ciclofaixa de Lazer:
Ciclistas
- Nas calçadas, calçadões, faixas de pedestres e passarelas, desça e empurre
a bicicleta.
- Pedale sempre com um calçado fechado e firme no pé.
- Sinalize as suas intenções com os braços e as mãos.
Motoristas
- Certifique-se de que não há nada em seu ponto cego.
- Na rua, antes de sair de uma vaga ou abrir a porta do carro, olhe com
cuidado.
- Sempre sinalize antes de fazer uma conversão. Assim você evita cortar a
frente de motos e bicicletas.
- Em locais sem semáforo e com faixa de pedestres, páre. Dê sempre
preferência ao pedestre
Serviço:
Circuito Ciclofaixa de Lazer
Data: 18/12
Horário: 8h às 16h
Local: Rua XV de Novembro/Rua Mariano Torres/Av. Marechal Deodoro/ Rua Emiliano Perneta/Rua Visconde de Nacar/Rua Andre de Barros
"AGÊNCIA DE NOTICIAS DA PREFEITURA DE CURITIBA
Ministra e prefeito assinam convênio que autoriza construção de quatro obras em Curitiba
Ducci comemorou os recursos disponibilizados para a cidade
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, esteve em Curitiba na manhã deste sábado (17) para assinar um convênio na ordem de R$ 181 milhões referentes às obras da Copa do Mundo de 2014. Juntamente com o prefeito Luciano Ducci (PSB), ela autorizou a liberação dos recursos para a licitação de quatro obras de infra-estrutura: viaduto estaiado na Avenida das Torres, trincheira da Rua Guabirotuba, reconstrução e ampliação do terminal Santa Cândida e a implantação do SIM (Sistema Integrado de Mobilidade).
“A Copa é um evento importante, mas passageiro. Tudo o que estamos fazendo é para ficar para o povo de Curitiba e do Paraná. A ponte na Avenida das Torres vai melhorar o fluxo e o povo vai sentir no dia a dia”, afirmou a ministra.
Ela explicou a divisão das obras por níveis, com prioridade para os estádios e aeroportos. Já os investimentos em mobilidade urbana, que dependem dos estados e municípios, tiveram os prazos para que os contratos sejam assinados prorrogados até abril de 2012.
Apesar das facilidades trazidas pelo regime simplificado de licitação, Gleisi admitiu a possibilidade de atrasos. “Talvez em uma ou outra obra possamos ter dificuldades, mas elas não comprometerão a realização dos jogos”, disse.
Por sua vez, o prefeito Luciano Ducci comemorou o anúncio feito pela ministra de que não faltarão recursos para Curitiba. “Fico feliz que não faltem. Estou indo várias vezes a Brasília para buscar recursos. Durante o ano que vem muitas obras na área social e de pavimentação serão feitas na cidade”, anunciou.
"FONTE" BANDA B
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, esteve em Curitiba na manhã deste sábado (17) para assinar um convênio na ordem de R$ 181 milhões referentes às obras da Copa do Mundo de 2014. Juntamente com o prefeito Luciano Ducci (PSB), ela autorizou a liberação dos recursos para a licitação de quatro obras de infra-estrutura: viaduto estaiado na Avenida das Torres, trincheira da Rua Guabirotuba, reconstrução e ampliação do terminal Santa Cândida e a implantação do SIM (Sistema Integrado de Mobilidade).
“A Copa é um evento importante, mas passageiro. Tudo o que estamos fazendo é para ficar para o povo de Curitiba e do Paraná. A ponte na Avenida das Torres vai melhorar o fluxo e o povo vai sentir no dia a dia”, afirmou a ministra.
Ela explicou a divisão das obras por níveis, com prioridade para os estádios e aeroportos. Já os investimentos em mobilidade urbana, que dependem dos estados e municípios, tiveram os prazos para que os contratos sejam assinados prorrogados até abril de 2012.
Apesar das facilidades trazidas pelo regime simplificado de licitação, Gleisi admitiu a possibilidade de atrasos. “Talvez em uma ou outra obra possamos ter dificuldades, mas elas não comprometerão a realização dos jogos”, disse.
Por sua vez, o prefeito Luciano Ducci comemorou o anúncio feito pela ministra de que não faltarão recursos para Curitiba. “Fico feliz que não faltem. Estou indo várias vezes a Brasília para buscar recursos. Durante o ano que vem muitas obras na área social e de pavimentação serão feitas na cidade”, anunciou.
"FONTE" BANDA B
Corrente do PT quer fechar apoio a Fruet no 1.º turno
Cerca de 150 integrandes da corrente estão reunidos neste sábado e a tendência era de apoio a Fruet já no primeiro turno
A coligação do PT com o PDT para a disputa pela prefeitura de Curitiba em 2012, tendo o pedetista Gustavo Fruet como candidato, recebeu o apoio da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária dentro do PT paranaense. Cerca de 150 integrandes da corrente estão reunidos neste sábado e a tendência era de apoio a Fruet já no primeiro turno. Até as 12 horas, a reunião não havia terminado. Mas a maior parte dos que haviam discursado defendiam a tese da aliança com Fruet.
A coligação com o PDT, porém, não é consenso no PT. As correntes minoritárias do partido defendem candidatura própria para prefeito. Mas, se for levado em consideração o processo decisório petista das últimas eleições, é a posição da corrente majoritária que deve prevalecer. “Por mim, a aliança do PT em apoio ao Fruet sai já no primeiro turno das eleições”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, liderança da corrente. A CNB tem a maioria do diretório municipal.
O deputado federal Dr. Rosinha, que é pré-candidato do PT a prefeito, ao lado do deputado estadual Tadeu Veneri, critica a possibilidade de coligação com Fruet no primeiro turno por acreditar que ela enfraquece o partido. Ele diz que não há um posicionamento tão diferente entre Fruet e o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), que deve disputar a reeleição.
Para Paulo Bernardo, o PT não tem um nome realmente competitivo para a disputa da prefeitura, o que seria um forte argumento para a aliança. “O único nome de peso hoje é o de Gleisi [Hoffmann, ministra da Casa Civil]. Mas, devido à importância dela no governo federal, não faz sentido Gleisi entrar nesta disputa”, disse Paulo Bernanrdo.
Gleisi disse que o PT nacional tende a apoiar as alianças com os partidos da base de apoio ao governo federal, o que inclui o PDT. “Essa coligação entre PT e PDT em Curitiba fortalece o nosso partido na cidade porque teremos uma chapa mais forte para a disputa para a Câmara Municipal.”
"FONTE" GAZETA DO POVO
A coligação do PT com o PDT para a disputa pela prefeitura de Curitiba em 2012, tendo o pedetista Gustavo Fruet como candidato, recebeu o apoio da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária dentro do PT paranaense. Cerca de 150 integrandes da corrente estão reunidos neste sábado e a tendência era de apoio a Fruet já no primeiro turno. Até as 12 horas, a reunião não havia terminado. Mas a maior parte dos que haviam discursado defendiam a tese da aliança com Fruet.
A coligação com o PDT, porém, não é consenso no PT. As correntes minoritárias do partido defendem candidatura própria para prefeito. Mas, se for levado em consideração o processo decisório petista das últimas eleições, é a posição da corrente majoritária que deve prevalecer. “Por mim, a aliança do PT em apoio ao Fruet sai já no primeiro turno das eleições”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, liderança da corrente. A CNB tem a maioria do diretório municipal.
O deputado federal Dr. Rosinha, que é pré-candidato do PT a prefeito, ao lado do deputado estadual Tadeu Veneri, critica a possibilidade de coligação com Fruet no primeiro turno por acreditar que ela enfraquece o partido. Ele diz que não há um posicionamento tão diferente entre Fruet e o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), que deve disputar a reeleição.
Para Paulo Bernardo, o PT não tem um nome realmente competitivo para a disputa da prefeitura, o que seria um forte argumento para a aliança. “O único nome de peso hoje é o de Gleisi [Hoffmann, ministra da Casa Civil]. Mas, devido à importância dela no governo federal, não faz sentido Gleisi entrar nesta disputa”, disse Paulo Bernanrdo.
Gleisi disse que o PT nacional tende a apoiar as alianças com os partidos da base de apoio ao governo federal, o que inclui o PDT. “Essa coligação entre PT e PDT em Curitiba fortalece o nosso partido na cidade porque teremos uma chapa mais forte para a disputa para a Câmara Municipal.”
"FONTE" GAZETA DO POVO
sexta-feira, dezembro 16, 2011
Assembleia Legislativa devolve ao governador Beto Richa um cheque de R$ 90 milhões
Valor é consequência da economia resultante das medidas saneadoras adotadas pela atual gestão
A Assembleia Legislativa devolveu ao governo do Estado R$ 90 milhões, resultado das
economias pelas medidas moralizadoras e saneadoras implantadas no primeiro ano de gestão da
atual Mesa Executiva. O valor foi entregue ao governador Beto Richa (PSDB) no início da tarde
desta quinta-feira (15), em ato simbólico realizado na Presidência do Poder Legislativo, na
presença de diversos deputados, diretores e secretários de Estado.
Para o presidente Valdir Rossoni (PSDB), o resultado, ao final de onze meses do trabalho, reflete.
O esforço e o apoio dos parlamentares para a mudança de comportamento na Casa,
inaugurando, assim, a nova Assembleia Legislativa, e dando respostas concretas às expectativas
e exigências dos paranaenses.
As mudanças, que englobaram ações como o corte de supersalários, o fim do pagamento de
aposentadorias irregulares, além de outros gastos supérfluos e benefícios individuais indevidos,
mostraram, segundo Rossoni, que era possível imprimir uma gestão austera, embora com
dificuldades iniciais de aceitação. “Nem tudo que fiz aqui foi prazeroso. Para consertarmos a
Casa, causamos muitos dissabores. Nós vivemos aqui noites e noites reunidos com procuradores
e com a Mesa, e bem sei que muitas das medidas que tomamos não foram simpáticas”.
Rossoni destacou principalmente a compreensão dos deputados, uma vez que romper barreiras e
mudar o sistema enraizado há mais de 20 anos não era uma tarefa fácil, embora necessária. “A
Assembleia do Paraná nunca mais será o que foi. Nunca mais será. Vamos entregar a Casa numa
situação que vai orgulhar todos os Paranaenses.Tudo oque fiz aqui foi para recuperar a imagem da casa.
População beneficiada
O governador destacou o esforço de resgate da credibilidade do Legislativo com ações
moralizadoras: "Isso demonstra que a Mesa Executiva, que esta Casa, está sintonizada e afinada
com os novos tempos de austeridade que são exigidos pela sociedade". Segundo Beto, o
montante economizado e devolvido ao Executivo vai possibilitar investimentos e benefícios para
todos os paranaenses, como já aconteceu com os R$ 20 milhões iniciais repassados ao Tesouro
do Estado e direcionados para a compra de equipamentos e ampliação de hospitais, além de
investimentos em áreas sociais.
De acordo com o governador, o Legislativo, com esta medida, garante melhorias substanciais na
vida da população. "Com certeza os valores serão revertidos em muitas obras em todas as
regiões do Paraná, melhorias da qualidade do serviço público e principalmente o desenvolvimento
de programas sociais".
"É uma devolução histórica que a Assembleia faz, são 90 milhões que com certeza serão
investidos em segurança pública, em saúde, em educação e desenvolvimento social, que são
prioridades do governo Beto Richa", complementou o secretário-chefe da Casa Civil, Durval
Amaral.
"É uma devolução histórica que a Assembleia faz, são 90 milhões que com certeza serão
investidos em segurança pública, em saúde, em educação e desenvolvimento social, que são
prioridades do governo Beto Richa", complementou o secretário-chefe da Casa Civil, Durval
Amaral.
"fonte" Alep
A Assembleia Legislativa devolveu ao governo do Estado R$ 90 milhões, resultado das
economias pelas medidas moralizadoras e saneadoras implantadas no primeiro ano de gestão da
atual Mesa Executiva. O valor foi entregue ao governador Beto Richa (PSDB) no início da tarde
desta quinta-feira (15), em ato simbólico realizado na Presidência do Poder Legislativo, na
presença de diversos deputados, diretores e secretários de Estado.
Para o presidente Valdir Rossoni (PSDB), o resultado, ao final de onze meses do trabalho, reflete.
O esforço e o apoio dos parlamentares para a mudança de comportamento na Casa,
inaugurando, assim, a nova Assembleia Legislativa, e dando respostas concretas às expectativas
e exigências dos paranaenses.
As mudanças, que englobaram ações como o corte de supersalários, o fim do pagamento de
aposentadorias irregulares, além de outros gastos supérfluos e benefícios individuais indevidos,
mostraram, segundo Rossoni, que era possível imprimir uma gestão austera, embora com
dificuldades iniciais de aceitação. “Nem tudo que fiz aqui foi prazeroso. Para consertarmos a
Casa, causamos muitos dissabores. Nós vivemos aqui noites e noites reunidos com procuradores
e com a Mesa, e bem sei que muitas das medidas que tomamos não foram simpáticas”.
Rossoni destacou principalmente a compreensão dos deputados, uma vez que romper barreiras e
mudar o sistema enraizado há mais de 20 anos não era uma tarefa fácil, embora necessária. “A
Assembleia do Paraná nunca mais será o que foi. Nunca mais será. Vamos entregar a Casa numa
situação que vai orgulhar todos os Paranaenses.Tudo oque fiz aqui foi para recuperar a imagem da casa.
População beneficiada
O governador destacou o esforço de resgate da credibilidade do Legislativo com ações
moralizadoras: "Isso demonstra que a Mesa Executiva, que esta Casa, está sintonizada e afinada
com os novos tempos de austeridade que são exigidos pela sociedade". Segundo Beto, o
montante economizado e devolvido ao Executivo vai possibilitar investimentos e benefícios para
todos os paranaenses, como já aconteceu com os R$ 20 milhões iniciais repassados ao Tesouro
do Estado e direcionados para a compra de equipamentos e ampliação de hospitais, além de
investimentos em áreas sociais.
De acordo com o governador, o Legislativo, com esta medida, garante melhorias substanciais na
vida da população. "Com certeza os valores serão revertidos em muitas obras em todas as
regiões do Paraná, melhorias da qualidade do serviço público e principalmente o desenvolvimento
de programas sociais".
"É uma devolução histórica que a Assembleia faz, são 90 milhões que com certeza serão
investidos em segurança pública, em saúde, em educação e desenvolvimento social, que são
prioridades do governo Beto Richa", complementou o secretário-chefe da Casa Civil, Durval
Amaral.
"É uma devolução histórica que a Assembleia faz, são 90 milhões que com certeza serão
investidos em segurança pública, em saúde, em educação e desenvolvimento social, que são
prioridades do governo Beto Richa", complementou o secretário-chefe da Casa Civil, Durval
Amaral.
"fonte" Alep
Câmara de Curitiba aprova aumento do salário de vereadores para 2013
Foram 17 votos favoráveis e 13 contrários à proposta.
Segunda votação sobre o tema será realizada na sexta-feira.
A Câmara de Curitiba aprovou em primeira votação o aumento do salário dos vereadores para R$ 13.500. A decisão foi tomada por 17 votos contra 13, em votação que começou na tarde desta quinta-feira (15) e se estendeu até a noite. Atualmente o vencimento é de R$ 10,4 mil, de forma que o aumento será de 28%.
A oposição tentou apresentar uma emenda que reajustava o salário em 6%, de acordo com o aumento dos servidores públicos em 2011. Com a proposta, o salário dos representantes ficaria em R$ 11.784, mas ela foi rejeitada pela maioria. O 13º salário dos parlamentares também fo aprovado pela mesma votação.
Na sexta-feira deve ser realizada a segunda votação, que deve sacramentar o aumento. A mudança será válida para os vereadores que assumirem as cadeira a partir de 2013.
"FONTE" G1 PARANÁ
Segunda votação sobre o tema será realizada na sexta-feira.
A Câmara de Curitiba aprovou em primeira votação o aumento do salário dos vereadores para R$ 13.500. A decisão foi tomada por 17 votos contra 13, em votação que começou na tarde desta quinta-feira (15) e se estendeu até a noite. Atualmente o vencimento é de R$ 10,4 mil, de forma que o aumento será de 28%.
A oposição tentou apresentar uma emenda que reajustava o salário em 6%, de acordo com o aumento dos servidores públicos em 2011. Com a proposta, o salário dos representantes ficaria em R$ 11.784, mas ela foi rejeitada pela maioria. O 13º salário dos parlamentares também fo aprovado pela mesma votação.
Na sexta-feira deve ser realizada a segunda votação, que deve sacramentar o aumento. A mudança será válida para os vereadores que assumirem as cadeira a partir de 2013.
"FONTE" G1 PARANÁ
quinta-feira, dezembro 15, 2011
PR vai receber R$ 400 milhões para reduzir déficit habitacional
Com esse recurso, serão construídas 10 mil unidades habitacionais dentro do Plano Estadual de Habitação de Interesse Social do Paraná
A secretária nacional da Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, assinou nesta quinta-feira (15), em Curitiba, convênios, com o governo do Paraná e prefeituras do estado, envolvendo investimentos de R$ 400 milhões em projetos urbanos e rurais de 130 municípios.
Com esse recurso, serão construídas 10 mil unidades habitacionais dentro do Plano Estadual de Habitação de Interesse Social do Paraná, cujas obras serão realizadas com investimentos do estado e da União. De acordo com Inês, a prioridade do governo federal é o investimento em habitação popular como forma de fazer a economia girar para que, assim, o país possa atravessar a crise econômica mundial, com investimentos. “Só do ponto de vista do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] Habitacional, do Minha Casa, Minha Vida, o Paraná está recebendo R$ 6 bilhões em obras que já estão em andamento”, ressaltou.
A secretária ressaltou a importância de estados e municípios fazerem seus planos habitacionais para que possam receber recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social. “Eles [os planos] vão permitir a participação popular na definição das políticas públicas da habitação”, explicou. Segundo Inês Magalhães, os estados têm papel importante de organizar a demanda, apoiando os municípios para que usem de maneira adequada os mecanismos que o governo federal dispõe.
Alterações
O plano, cuja vigência vai de 2012 a 2023, ainda sofrerá alterações conforme a mudança de realidade de cada região. Para o governador do Paraná, Beto Richa, a presença de cerca de 140 prefeitos para assinar os convênios é significativa. “Temos um projeto ousado no estado, o Morar Bem Paraná, que tem como meta a construção, neste ano, de 27,5 mil casas, sendo 2,5 mil na área rural”, disse. Segundo ele, a meta já foi cumprida.
Richa disse ainda que, nos últimos oito anos, o governo entregou à população do Paraná um total de 18 mil casas populares. “Resgatar este déficit habitacional no estado só foi possível graças à parceria com o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal.”
"Fonte" Gazeta do Povo
A secretária nacional da Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, assinou nesta quinta-feira (15), em Curitiba, convênios, com o governo do Paraná e prefeituras do estado, envolvendo investimentos de R$ 400 milhões em projetos urbanos e rurais de 130 municípios.
Com esse recurso, serão construídas 10 mil unidades habitacionais dentro do Plano Estadual de Habitação de Interesse Social do Paraná, cujas obras serão realizadas com investimentos do estado e da União. De acordo com Inês, a prioridade do governo federal é o investimento em habitação popular como forma de fazer a economia girar para que, assim, o país possa atravessar a crise econômica mundial, com investimentos. “Só do ponto de vista do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] Habitacional, do Minha Casa, Minha Vida, o Paraná está recebendo R$ 6 bilhões em obras que já estão em andamento”, ressaltou.
A secretária ressaltou a importância de estados e municípios fazerem seus planos habitacionais para que possam receber recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social. “Eles [os planos] vão permitir a participação popular na definição das políticas públicas da habitação”, explicou. Segundo Inês Magalhães, os estados têm papel importante de organizar a demanda, apoiando os municípios para que usem de maneira adequada os mecanismos que o governo federal dispõe.
Alterações
O plano, cuja vigência vai de 2012 a 2023, ainda sofrerá alterações conforme a mudança de realidade de cada região. Para o governador do Paraná, Beto Richa, a presença de cerca de 140 prefeitos para assinar os convênios é significativa. “Temos um projeto ousado no estado, o Morar Bem Paraná, que tem como meta a construção, neste ano, de 27,5 mil casas, sendo 2,5 mil na área rural”, disse. Segundo ele, a meta já foi cumprida.
Richa disse ainda que, nos últimos oito anos, o governo entregou à população do Paraná um total de 18 mil casas populares. “Resgatar este déficit habitacional no estado só foi possível graças à parceria com o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal.”
"Fonte" Gazeta do Povo
Receita libera nesta quinta restituições do último lote do IR 2011
O último lote de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2011 será liberado no banco nesta quinta (15). Os valores foram corrigidos em 7,67%. Serão creditadas restituições para 86.979 contribuintes, no valor total de R$ 211.390.978,56. A consulta ao lote pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Quem não entrou em nenhum dos sete lotes regulares no ano é porque caiu na malha fina.
A Receita paga também hoje restituições de declarações que estavam retidas a malha fina, referentes aos lotes de 2010 (ano calendário de 2009), 2009 (ano calendário de 2008) e 2008 (ano calendário de 2007) para 110.525 contribuintes.
Do lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para 12.872 contribuintes, totalizando R$ 24.319.719,37, corrigidos em 17,82 %. No lote residual do exercício de 2009, serão pagas restituições a 6.317 contribuintes, no valor de R$ 12.041.501,25, corrigidas em 26,28 %. Do lote de 2008, serão creditadas restituições para um total de 4.357 contribuintes, somando R$ 7.339.077,70, com correção de 38,35 %.
Neste fim de ano, o número de declarações retidas em malha chegou a 569.671 ante 700 mil em 2010. Segundo a Receita, a omissão de rendimentos foi o que levou o maior número de declarações à malha, 320.293 (56%). Entre as omissões de rendimentos, 19.380 foram de recebimento de aluguéis.
Divergências sobre despesas médicas, encontradas em 80.556 declarações (14,14%), também foram destaque este ano. A ausência de Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), que a Receita usa para cruzar os dados fornecidos pelos patrões e as informações dadas pelos empregados, provocaram inconsistências em 69.483 declarações (12,19%). Houve divergência entre os dados da Dirf em 24.030 declarações (4,22% ).
Para resolver as pendências e sair da malha fina sem se deslocar até uma unidade da Receita, o contribuinte deve acessar o Centro Virtual de Atendimentos e-CAC e fazer a autorregularização. Para isso, é preciso fazer um cadastro no site da Receita Federal, fornecendo o número do recibo das duas últimas declarações do Imposto de Renda. No e-CAC, o contribuinte tem acesso a informações referentes aos tipos de pendência e ao extrato da declaração.
Para os casos que não puderem ser resolvidos pelo e-CAC, o contribuinte pode agendar atendimento presencial a partir de janeiro de 2012.
Fonte: Gazeta do povo 15/03/2011
A Receita paga também hoje restituições de declarações que estavam retidas a malha fina, referentes aos lotes de 2010 (ano calendário de 2009), 2009 (ano calendário de 2008) e 2008 (ano calendário de 2007) para 110.525 contribuintes.
Do lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para 12.872 contribuintes, totalizando R$ 24.319.719,37, corrigidos em 17,82 %. No lote residual do exercício de 2009, serão pagas restituições a 6.317 contribuintes, no valor de R$ 12.041.501,25, corrigidas em 26,28 %. Do lote de 2008, serão creditadas restituições para um total de 4.357 contribuintes, somando R$ 7.339.077,70, com correção de 38,35 %.
Neste fim de ano, o número de declarações retidas em malha chegou a 569.671 ante 700 mil em 2010. Segundo a Receita, a omissão de rendimentos foi o que levou o maior número de declarações à malha, 320.293 (56%). Entre as omissões de rendimentos, 19.380 foram de recebimento de aluguéis.
Divergências sobre despesas médicas, encontradas em 80.556 declarações (14,14%), também foram destaque este ano. A ausência de Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), que a Receita usa para cruzar os dados fornecidos pelos patrões e as informações dadas pelos empregados, provocaram inconsistências em 69.483 declarações (12,19%). Houve divergência entre os dados da Dirf em 24.030 declarações (4,22% ).
Para resolver as pendências e sair da malha fina sem se deslocar até uma unidade da Receita, o contribuinte deve acessar o Centro Virtual de Atendimentos e-CAC e fazer a autorregularização. Para isso, é preciso fazer um cadastro no site da Receita Federal, fornecendo o número do recibo das duas últimas declarações do Imposto de Renda. No e-CAC, o contribuinte tem acesso a informações referentes aos tipos de pendência e ao extrato da declaração.
Para os casos que não puderem ser resolvidos pelo e-CAC, o contribuinte pode agendar atendimento presencial a partir de janeiro de 2012.
Fonte: Gazeta do povo 15/03/2011
quarta-feira, dezembro 14, 2011
MP desarticula quadrilha por fraude de R$ 150 milhões contra o fisco
Representantes do MP e da Receita Federal revelaram nesta quarta-feira como atuava a quadrilha acusada de fraude
Operação ocorre no Paraná e outros três estados. Pelo menos 79 empresas e 212 pessoas estavam envolvidas no esquema
Uma operação desencadeada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) desarticulou uma quadrilha que sonegou mais de R$ 150 milhões em impostos. O esquema envolve pelo menos 79 empresas do ramo gráfico e 212 pessoas. A ação ocorre nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro.
Segundo o MP-PR, teriam sido sonegados R$ 113 milhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Produtos, de âmbito estadual) e outros R$ 40 milhões em tributos federais foram desviados. A Promotoria de Justiça de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária de Curitiba investigava há mais de dois anos o caso. O núcleo central da quadrilha estaria na Região Metropolitana de Curitiba e contava com a participação de empresários, familiares e contadores.
Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão temporária, sendo 11 no Paraná e um em Santa Catarina. Além disso, há 101 mandados de busca e apreensão em empresas, escritórios de contabilidade e residências, nos quatro estados. Setenta pessoas estão sendo notificadas para serem ouvidas pelo MP, sendo que 61 estão no Paraná. Elas seriam “laranjas” do esquema.
Até as 11h, dez pessoas foram presas e 90 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Setenta e sete destes mandados foram cumpridos em Curitiba. Entre os presos, três pessoas foram detidas por porte ilegal de arma, sendo que um já tinha a prisão temporária decretada. Os agentes apreenderam documentos e computadores.
Um dos detidos é Paulo Roberto de Carvalho, que não tinha empresas no nome dele, mas é apontado como chefe do esquema. As investigações apontam que ele teria procurações da maioria das empresas acusadas de fraude.
Esquema
De acordo com as investigações, a quadrilha constituía, sucessivamente, empresas na área gráfica em nome de laranjas, com a falsificação na elaboração dos contratos. As empresas eram administradas por meio de procurações, não pagavam os tributos e depois fechavam. Os débitos não podiam ser executados, porque os sócios formais, que eram laranjas, não tinham condição de quitar as dívidas.
De acordo com as investigações, há suspeitas de que a Imprensa Oficial do Estado do Paraná tenha sido lesada em contratos firmados com pequenas gráficas montadas pela quadrilha. Os trabalhos vão continuar para apurar os fatos.
A operação conta com a participação do MP-PR, a Promotoria de Justiça de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária de Curitiba, as Promotorias de Justiça de Francisco Beltrão e Morretes, e os Grupos de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Curitiba e Londrina; além da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Paraná, através das Polícias Militar e Civil; a Receita Federal e a Receita Estadual; e os Ministérios Públicos de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.
"Fonte" Gazeta do Povo
Operação ocorre no Paraná e outros três estados. Pelo menos 79 empresas e 212 pessoas estavam envolvidas no esquema
Uma operação desencadeada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) desarticulou uma quadrilha que sonegou mais de R$ 150 milhões em impostos. O esquema envolve pelo menos 79 empresas do ramo gráfico e 212 pessoas. A ação ocorre nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro.
Segundo o MP-PR, teriam sido sonegados R$ 113 milhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Produtos, de âmbito estadual) e outros R$ 40 milhões em tributos federais foram desviados. A Promotoria de Justiça de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária de Curitiba investigava há mais de dois anos o caso. O núcleo central da quadrilha estaria na Região Metropolitana de Curitiba e contava com a participação de empresários, familiares e contadores.
Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão temporária, sendo 11 no Paraná e um em Santa Catarina. Além disso, há 101 mandados de busca e apreensão em empresas, escritórios de contabilidade e residências, nos quatro estados. Setenta pessoas estão sendo notificadas para serem ouvidas pelo MP, sendo que 61 estão no Paraná. Elas seriam “laranjas” do esquema.
Até as 11h, dez pessoas foram presas e 90 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Setenta e sete destes mandados foram cumpridos em Curitiba. Entre os presos, três pessoas foram detidas por porte ilegal de arma, sendo que um já tinha a prisão temporária decretada. Os agentes apreenderam documentos e computadores.
Um dos detidos é Paulo Roberto de Carvalho, que não tinha empresas no nome dele, mas é apontado como chefe do esquema. As investigações apontam que ele teria procurações da maioria das empresas acusadas de fraude.
Esquema
De acordo com as investigações, a quadrilha constituía, sucessivamente, empresas na área gráfica em nome de laranjas, com a falsificação na elaboração dos contratos. As empresas eram administradas por meio de procurações, não pagavam os tributos e depois fechavam. Os débitos não podiam ser executados, porque os sócios formais, que eram laranjas, não tinham condição de quitar as dívidas.
De acordo com as investigações, há suspeitas de que a Imprensa Oficial do Estado do Paraná tenha sido lesada em contratos firmados com pequenas gráficas montadas pela quadrilha. Os trabalhos vão continuar para apurar os fatos.
A operação conta com a participação do MP-PR, a Promotoria de Justiça de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária de Curitiba, as Promotorias de Justiça de Francisco Beltrão e Morretes, e os Grupos de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Curitiba e Londrina; além da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Paraná, através das Polícias Militar e Civil; a Receita Federal e a Receita Estadual; e os Ministérios Públicos de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.
"Fonte" Gazeta do Povo
Mesa Executiva extingue 14º e 15º salários que eram pagos aos deputados há 16 anos
A Mesa Executiva da Assembleia Legislativa extinguiu, em ato assinado na noite da última terça feira (13), a ajuda de custo que vinha sendo paga aos deputado estaduais desde 1995, a título de convocação e desconvocação dos parlamentares, nos moldes do que estabelece o Decreto Legislativo nº 7/95, do Senado Federal. O presidente, deputado Valdir Rossoni (PSDB), tomou a decisão juntamente com o 1º secretário, deputado Plauto Miró (DEM), e com o 2º secretário, deputado Reni Pereira (PSB), após consulta à Procuradoria Geral da Casa.
Rossoni afirmou que, além da legalidade, a medida busca coerência: “O pagamento de ajuda de custo está fora da realidade do trabalhador brasileiro”. O deputado lembrou o amplo trabalho desenvolvido pela Mesa Executiva desde a sua posse, em fevereiro deste ano, e destacou: “não se pode jogar no lixo tudo o que foi feito este ano na Assembléia, para recuperar sua credibilidade junto a população”.
16 anos – O pagamento da ajuda de custo foi instituído no Paraná em 1995, seguindo modelo do Congresso Nacional, que paga o benefício a senadores e deputados federais. Esse modelo acabou sendo adotado por Assembléias Legislativas de vários Estados, em efeito cascata. O Legislativo paranaense é o primeiro a eliminar esse benefício, exemplo que Rossoni espera ver seguido pelas demais Casas de Leis e, inclusive, pelo próprio Congresso Nacional, o mentor da idéia: “Sem dúvida, temos hoje a melhor Assembléia Legislativa do país. A série de mudanças que realizamos do início do ano até agora nos permite afirmar isso”.
Para o 1º secretário, deputado Plauto Miró, atitudes como esta que a Mesa Executiva tomou aproximam a Assembleia dos cidadãos, respondendo aos anseios daqueles que foram às ruas no ano passado pra reclamar mudanças: “Elas estão acontecendo e não há como negar que a Assembleia do Paraná vive novos tempos”, arrematou.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4049/4188
Jornalista: Sandra C. Pacheco
MEIO AMBIENTE
Curitiba tem um dos melhores índices de áreas verdes do País: 52 metros quadrados por habitante, totalizando aproximadamente 82 milhões de m². Ao percorrer as trilhas e atrações das áreas verdes da cidade, é possível imaginar a importância, para a população, dos cuidados com o meio ambiente. Os 30 parques e bosques são o resultado mais visível de uma série de medidas públicas tomadas ao longo do tempo. Algumas se revestem de especial significado.
Nos anos 1970, por exemplo, muitos vazios urbanos poderiam ter sido loteados para moradia, o que representaria lucro imobiliário imediato, mas, provavelmente, uma futura "fábrica de enchentes". A opção, com visão estratégica, foi criar reservas de verde, em parques e bosques que unem as funções de preservação ambiental, saneamento, esporte e lazer.
Alguns parques são lineares, ou seja, existem à medida que diversos deles se unem, ao longo dos grandes rios e em fundos de vale. Funcionam como barreiras naturais para impedir a ocupação indevida dessas áreas, sujeitas a enchentes, e para livrar os rios e córregos da degradação (como sua transformação em depósitos de lixo). Os lagos formados em alguns parques contêm naturalmente as enchentes porque funcionam como reguladores da vazão de suas águas.
A coleta do lixo reciclável, a compra do lixo e o sistema de deposição dos resíduos, no Aterro Sanitário da Caximba, chamaram a atenção da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1990. Naquele ano, Curitiba recebeu o United Nations Environment Program (Unep), prêmio máximo na área de meio ambiente.
Contemporaneamente, os programas de separação domiciliar e coleta seletiva de lixo reciclável vêm sendo pensados e aplicados também por alguns municípios vizinhos, em uma atitude de metrópole – porque gente não tem fronteiras - reforçada pela legislação e sua fiscalização, por órgãos das três esferas de poder público.
O interesse da população em preservar o meio ambiente aumenta na mesma proporção dos benefícios gerados pelos programas ambientais. O Câmbio Verde, por exemplo, troca lixo reciclável por sacolas de hortifrutigranjeiros de época, em pontos fixos da periferia de Curitiba. Outra iniciativa importante é o Olho d’Água, programa de educação ambiental com participação comunitária, especialmente de estudantes da rede municipal de ensino. É uma grande parceria para monitorar a qualidade da água das bacias hidrográficas dos principais rios que cortam Curitiba.
Do simples plantio de árvores a todo o complexo de produção vegetal, do pequeno jardinete ao parque gigantesco, da atitude de Se-Pa-Rar o lixo em casa até a transformação de plástico, lata e papel em novos produtos, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente se empenha em preservar e melhorar o espaço de vida coletivo dos curitibanos, por uma vida com mais qualidade e com um olhar generoso na direção das gerações futuras.
"Fonte"Portal da Prefeitura de Curitiba
Novo Paraná será guiado por filosofia antiga
Rubens Bohlen toma posse da presidência do clube e nomeia dez dirigentes da gestão anterior
Discurso novo, prática igual. Esse poderia ser o lema da nova diretoria do Paraná, liderada pelo presidente Rubens Bohlen, que tomou posse ontem à noite. Ou seja, as promessas de mudanças na gestão e profissionalização do clube será tocada por 10 dirigentes (de um total de 14) que faziam parte da administração Aquilino Romani, responsável, entre outros itens, pelo rebaixamento do Tricolor no Campeonato Paranaense.
Tônica na política paranista dos últimos anos, a “dança das cadeiras” seguirá reinando na Vila Capanema. Com destaque para a promoção de Celso Bittencourt, que passa de vice-presidente financeiro para superintendente geral – nova função criada com a incumbência de coordenar o trabalho de todas as vice-presidências, inclusive do gerente de futebol remunerado, que ainda não foi definido.
Da turma de novatos, dois nomes chamam a atenção. Darkles Guimarães de Oliveira, vice de Esportes Sociais, e Pedro Cavalcanti de Olivera, vice de Patrimônio, migraram da oposição para a situação – foram derrotados pelo grupo de Bohlen.
Dentro de campo, o futuro do clube ainda é uma incógnita. Questionado se a demora na definição dos comandantes da equipe poderia prejudicar a formação do elenco, Bohlen pregou a cautela.
“Não estamos de braços cruzados. Vivem dizendo para não repetirmos os erros do passado e a ansiedade talvez tenha sido um dos maiores problemas. Preferimos aguardar”, declarou. “O desafio é pôr o Paraná nos trilhos”, emendou o segundo vice-presidente, Luis Carlos Casagrande.
"Fonte" Gazeta do Povo
Discurso novo, prática igual. Esse poderia ser o lema da nova diretoria do Paraná, liderada pelo presidente Rubens Bohlen, que tomou posse ontem à noite. Ou seja, as promessas de mudanças na gestão e profissionalização do clube será tocada por 10 dirigentes (de um total de 14) que faziam parte da administração Aquilino Romani, responsável, entre outros itens, pelo rebaixamento do Tricolor no Campeonato Paranaense.
Tônica na política paranista dos últimos anos, a “dança das cadeiras” seguirá reinando na Vila Capanema. Com destaque para a promoção de Celso Bittencourt, que passa de vice-presidente financeiro para superintendente geral – nova função criada com a incumbência de coordenar o trabalho de todas as vice-presidências, inclusive do gerente de futebol remunerado, que ainda não foi definido.
Da turma de novatos, dois nomes chamam a atenção. Darkles Guimarães de Oliveira, vice de Esportes Sociais, e Pedro Cavalcanti de Olivera, vice de Patrimônio, migraram da oposição para a situação – foram derrotados pelo grupo de Bohlen.
Dentro de campo, o futuro do clube ainda é uma incógnita. Questionado se a demora na definição dos comandantes da equipe poderia prejudicar a formação do elenco, Bohlen pregou a cautela.
“Não estamos de braços cruzados. Vivem dizendo para não repetirmos os erros do passado e a ansiedade talvez tenha sido um dos maiores problemas. Preferimos aguardar”, declarou. “O desafio é pôr o Paraná nos trilhos”, emendou o segundo vice-presidente, Luis Carlos Casagrande.
"Fonte" Gazeta do Povo
terça-feira, dezembro 13, 2011
Fogo no Shopping Cidade é controlado; bombeiros fazem rescaldo do incêndio
O incêndio que atingiu o Shopping Cidade no início da tarde, por volta das 14 horas, foi controlado cerca de 1h20 minutos depois. O fogo começou em uma das salas de cinema do estabelecimento e foi contido por bombeiros de Curitiba e São José dos Pinhais. Ninguém ficou ferido e todos os clientes e funcionários foram obrigados a deixar o estabelecimento.
Ao todo, 12 viaturas foram até o local atender a ocorrência. A assessoria do shopping informou que um funcionário do cinema percebeu o princípio de incêndio e deu o alarme. Cerca de 20 pessoas estavam na sala e todas saíram a tempo, sem ferimentos. O fogo e a fumaça se concentraram apenas no 3º piso, onde se localiza o cinema. No início do incêndio, o shopping estava lotado. Os bombeiros fazem agora o trabalho de rescaldo para tentar descobrir as causas do fogo.
Ricardo Funck, um repórter ouvinte, estava passando pelo shopping e ligou para a Banda B já nas primeiras chamas. “Fumaça grande vindo do terceiro andar. Parece que todo mundo saiu de lá, é coisa grande. Está uma movimentação enorme por aqui”, disse.
Em frente ao shopping, que foi completamente evacuado, várias pessoas observavam o combate às chamas. “Os seguranças chegaram nos avisando e pediram para a gente sair que tinha princípio de incêndio lá em cima. Ninguém ficou ferido, todo mundo conseguiu sair a tempo”, garantiu uma funcionária que trabalha em um salão de beleza no 2° andar.
"Fonte" BANDA B
Ao todo, 12 viaturas foram até o local atender a ocorrência. A assessoria do shopping informou que um funcionário do cinema percebeu o princípio de incêndio e deu o alarme. Cerca de 20 pessoas estavam na sala e todas saíram a tempo, sem ferimentos. O fogo e a fumaça se concentraram apenas no 3º piso, onde se localiza o cinema. No início do incêndio, o shopping estava lotado. Os bombeiros fazem agora o trabalho de rescaldo para tentar descobrir as causas do fogo.
Ricardo Funck, um repórter ouvinte, estava passando pelo shopping e ligou para a Banda B já nas primeiras chamas. “Fumaça grande vindo do terceiro andar. Parece que todo mundo saiu de lá, é coisa grande. Está uma movimentação enorme por aqui”, disse.
Em frente ao shopping, que foi completamente evacuado, várias pessoas observavam o combate às chamas. “Os seguranças chegaram nos avisando e pediram para a gente sair que tinha princípio de incêndio lá em cima. Ninguém ficou ferido, todo mundo conseguiu sair a tempo”, garantiu uma funcionária que trabalha em um salão de beleza no 2° andar.
"Fonte" BANDA B
Assembleia paga 14.º e 15.º salários para deputados estaduais
Valdir Rossoni: deputado diz que benefício está dentro da lei
s deputados estaduais do Paraná irão receber nesta semana, a última de trabalho antes do recesso parlamentar, o 14.° salário de 2011. No final de janeiro, uma semana antes de se reiniciarem os trabalhos legislativos, eles receberão o 15.° salário. O benefício não tem previsão na Constituição Estadual do Paraná, porém é pago por “tradição” aos deputados estaduais. Isso porque o modelo de remuneração adotado pela Assembleia Legislativa é o mesmo do Congresso Nacional, que também paga 15 salários anuais para cada deputado federal e senador.
Na Assembleia paranaense, o benefício é conhecido pelos deputados que o recebem no fim de cada ano como “desconvocação” do ano legislativo. No início do ano seguinte, o outro salário é chamado de “reconvocação”. Como cada deputado ganha R$ 20 mil por mês, esses salários extras custam R$ 2,1 milhões por ano aos cofres públicos do estado.
A base legal dos salários extras é o Decreto Legislativo n.° 7 de 1995 do Senado Federal, que concede “ajuda de custo” aos parlamentares. Em 16 anos, desde esse decreto, se for considerado o valor atual do salário dos deputados, o gasto da Assembleia pode chegar a R$ 34,5 milhões. A falta de transparência, que impediu a divulgação da existência do benefício, porém, não permite saber se os valores são corretos.
No caso do Senado, o pagamento é feito no início e no final da sessão legislativa e é equivalente ao valor da remuneração. O presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), disse que vai pagar o benefício “conforme determina a lei e de acordo com o que também acontece no Congresso Nacional” (leia mais ao lado).
Outras dez assembleias legislativas também pagam a seus deputados o equivalente a 15 salários por ano. Recebem o benefício os parlamentares estaduais do Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rondônia, Minas Gerais e Bahia. Em alguns estados os salários extras são chamados de “auxílio paletó”, pois serviriam inicialmente para custear os gastos com vestimenta dos parlamentares.
Desaforo
Para o professor de Ciência Política David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB), os salários extras do Legislativo são um privilégio que só “pode existir para quem decide sobre o valor do próprio salário”. “Nós, mortais, recebemos o 13.°. Quem não tem carteira assinada não recebe nada. É um desaforo que serve para mostrar que eles ‘são mais iguais’ que os outros”, afirmou.
Já o deputado de oposição Tadeu Veneri (PT) disse que espera que o benefício deixe de existir nos próximos anos. “É a tendência, pois a sociedade começa a perceber que existem benefícios que criam diferenças muito grandes entre os cidadãos.”
Projeto
Atualmente há em tramitação no Congresso um projeto de lei que propõe acabar com o 14.º e 15.º salários. A proposta é de autoria da então senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A extinção do benefício, segundo sua autora, traria uma economia média anual de R$ 24 milhões nas duas Casas, além do “efeito cascata” nas assembleias que copiam o benefício. O projeto, atualmente está parado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
Para Fleischer, seria “ingenuidade” imaginar que o Congresso possa mudar a regra. “A chance é mínima. O Senado sempre que pode aumenta o salário até o limite. Isso deveria deixar o eleitor embasbacado”, afirmou.
"Fonte"Gazeta do Povo
s deputados estaduais do Paraná irão receber nesta semana, a última de trabalho antes do recesso parlamentar, o 14.° salário de 2011. No final de janeiro, uma semana antes de se reiniciarem os trabalhos legislativos, eles receberão o 15.° salário. O benefício não tem previsão na Constituição Estadual do Paraná, porém é pago por “tradição” aos deputados estaduais. Isso porque o modelo de remuneração adotado pela Assembleia Legislativa é o mesmo do Congresso Nacional, que também paga 15 salários anuais para cada deputado federal e senador.
Na Assembleia paranaense, o benefício é conhecido pelos deputados que o recebem no fim de cada ano como “desconvocação” do ano legislativo. No início do ano seguinte, o outro salário é chamado de “reconvocação”. Como cada deputado ganha R$ 20 mil por mês, esses salários extras custam R$ 2,1 milhões por ano aos cofres públicos do estado.
A base legal dos salários extras é o Decreto Legislativo n.° 7 de 1995 do Senado Federal, que concede “ajuda de custo” aos parlamentares. Em 16 anos, desde esse decreto, se for considerado o valor atual do salário dos deputados, o gasto da Assembleia pode chegar a R$ 34,5 milhões. A falta de transparência, que impediu a divulgação da existência do benefício, porém, não permite saber se os valores são corretos.
No caso do Senado, o pagamento é feito no início e no final da sessão legislativa e é equivalente ao valor da remuneração. O presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), disse que vai pagar o benefício “conforme determina a lei e de acordo com o que também acontece no Congresso Nacional” (leia mais ao lado).
Outras dez assembleias legislativas também pagam a seus deputados o equivalente a 15 salários por ano. Recebem o benefício os parlamentares estaduais do Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rondônia, Minas Gerais e Bahia. Em alguns estados os salários extras são chamados de “auxílio paletó”, pois serviriam inicialmente para custear os gastos com vestimenta dos parlamentares.
Desaforo
Para o professor de Ciência Política David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB), os salários extras do Legislativo são um privilégio que só “pode existir para quem decide sobre o valor do próprio salário”. “Nós, mortais, recebemos o 13.°. Quem não tem carteira assinada não recebe nada. É um desaforo que serve para mostrar que eles ‘são mais iguais’ que os outros”, afirmou.
Já o deputado de oposição Tadeu Veneri (PT) disse que espera que o benefício deixe de existir nos próximos anos. “É a tendência, pois a sociedade começa a perceber que existem benefícios que criam diferenças muito grandes entre os cidadãos.”
Projeto
Atualmente há em tramitação no Congresso um projeto de lei que propõe acabar com o 14.º e 15.º salários. A proposta é de autoria da então senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A extinção do benefício, segundo sua autora, traria uma economia média anual de R$ 24 milhões nas duas Casas, além do “efeito cascata” nas assembleias que copiam o benefício. O projeto, atualmente está parado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
Para Fleischer, seria “ingenuidade” imaginar que o Congresso possa mudar a regra. “A chance é mínima. O Senado sempre que pode aumenta o salário até o limite. Isso deveria deixar o eleitor embasbacado”, afirmou.
"Fonte"Gazeta do Povo
Incêndio destrói residência na Rua Treze de Maio
O fogo teria começado por volta das 15h20. Tráfego, que estava bloqueado, foi liberado entre as ruas Duque de Caxias e Mateus Leme por volta das 18h30
Um incêndio destruiu uma residência que fica dentro de um estacionamento na Rua Treze de Maio, em Curitiba, na tarde desta segunda-feira (12). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o fogo começou por volta das 15h20 e não houve registro de vítimas.
O tráfego ficou totalmente bloqueado até por volta das 17 horas no local, entre as ruas Duque de Caxias e Mateus Leme, no bairro São Francisco, e foi totalmente liberado perto de 18h30.
Segundo informações da Polícia Militar, três equipes dos Bombeiros estiveram no local para conter o incêndio. Segundo a PM, a casa é antiga, com forro de madeira, e as chamas se espalharam rapidamente.
Moradores e comerciantes da região foram orientados a permanecer em suas casas durante o trabalho das equipes de bombeiros.
Os carros que estavam no Estacionamento Basílica, que fica ao lado do teatro José Maria Santos, não foram atingidos.
"Fonte" Gazeta do Povo
Um incêndio destruiu uma residência que fica dentro de um estacionamento na Rua Treze de Maio, em Curitiba, na tarde desta segunda-feira (12). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o fogo começou por volta das 15h20 e não houve registro de vítimas.
O tráfego ficou totalmente bloqueado até por volta das 17 horas no local, entre as ruas Duque de Caxias e Mateus Leme, no bairro São Francisco, e foi totalmente liberado perto de 18h30.
Segundo informações da Polícia Militar, três equipes dos Bombeiros estiveram no local para conter o incêndio. Segundo a PM, a casa é antiga, com forro de madeira, e as chamas se espalharam rapidamente.
Moradores e comerciantes da região foram orientados a permanecer em suas casas durante o trabalho das equipes de bombeiros.
Os carros que estavam no Estacionamento Basílica, que fica ao lado do teatro José Maria Santos, não foram atingidos.
"Fonte" Gazeta do Povo
Prefeitura e Governo fazem pacto contra exploração e abuso infantil
A Prefeitura de Curitiba e o Governo do Paraná assinaram o Pacto de Curitiba para o Enfrentamento do Abuso, Exploração Sexual e Tráfico de Crianças e Adolescentes - PAIR, nesta segunda-feira (12). Representantes de secretarias municipais, estaduais, as polícias Civil, Militar e Federal, Tribunal de Justiça, Ministério Público do Paraná e Conselhos Tutelares assinaram o pacto, que é coordenado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comtiba).
O Pacto de Curitiba para o Enfrentamento do Abuso, Exploração Sexual e Tráfico de Crianças e Adolescentes - PAIR é fruto de parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e da Universidade Federal do Paraná, que originou termo de adesão assinado pelos gestores municipais e estaduais.
"O pacto é muito importante para a cidade. Curitiba já tem uma grande rede de proteção e prevenção aos abusos contra crianças e adolescentes. Com a assinatura desse documento teremos ações integradas e referenciadas que vão ajudar a combater a violência contra crianças e adolescentes", disse a presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), Marry Ducci.
O objetivo do pacto é firmar o compromisso das diversas instituições governamentais, não governamentais e sociedade civil organizada com as ações do Plano Operativo de Curitiba para o Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
A presidente do Comtiba, Ana Paula Baena, afirmou que a assinatura do pacto em Curitiba representa um marco no combate à exploração sexual e comercial de crianças. "Infelizmente, situações assim acontecem no Brasil inteiro. É um problema de difícil abordagem e o pacto vai permitir identificar os problemas e cobrar soluções das autoridades envolvidas", explicou Paula Baena.
O vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns, ressaltou que a Constituição Federal trata como prioridade absoluta os direitos de crianças, adolescentes e jovens. "Se cuidarmos bem desse assunto, o Brasil inteiro vai mudar. As políticas públicas em Curitiba são referência, mas sempre podemos avançar mais", disse Flávio Arns.
O Ministério Público Estadual (MPE) também assinou o pacto. "Os promotores de Justiça já têm por obrigação defender os direitos das crianças e adolescentes", disse o Procurador Geral de Justiça do Paraná, Olympio de Sá Sotto Maior Neto.
"Curitiba tem uma longa trajetória na defesa dos direitos da criança. A FAS tem um importante papel na proteção, prevenção e cuidados das crianças e jovens", afirmou o prefeito Luciano Ducci. "Com esse pacto vamos proteger a vida de milhares de jovens. A Universidade Federal do Paraná está a inteira disposição desse projeto", definiu o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho.
O secretário estadual de Turismo, Faisal Saleh, o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Michelotto, e os secretários municipais de Trabalho e Emprego, Paulo Bracarense, da Educação, Liliane Sabbag, da Defesa Social, Nazir Abdalla Chain, da Saúde, Eliane Chomatas e do Turismo, Juliana Vosnika, também acompanharam a assinatura do Pacto de Curitiba para o Enfrentamento do Abuso, Exploração Sexual e Tráfico de Crianças e Adolescentes - PAIR.
"FONTE" Agência de NOTICIAS da Prefeitura de Curutiba.
O Pacto de Curitiba para o Enfrentamento do Abuso, Exploração Sexual e Tráfico de Crianças e Adolescentes - PAIR é fruto de parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e da Universidade Federal do Paraná, que originou termo de adesão assinado pelos gestores municipais e estaduais.
"O pacto é muito importante para a cidade. Curitiba já tem uma grande rede de proteção e prevenção aos abusos contra crianças e adolescentes. Com a assinatura desse documento teremos ações integradas e referenciadas que vão ajudar a combater a violência contra crianças e adolescentes", disse a presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), Marry Ducci.
O objetivo do pacto é firmar o compromisso das diversas instituições governamentais, não governamentais e sociedade civil organizada com as ações do Plano Operativo de Curitiba para o Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
A presidente do Comtiba, Ana Paula Baena, afirmou que a assinatura do pacto em Curitiba representa um marco no combate à exploração sexual e comercial de crianças. "Infelizmente, situações assim acontecem no Brasil inteiro. É um problema de difícil abordagem e o pacto vai permitir identificar os problemas e cobrar soluções das autoridades envolvidas", explicou Paula Baena.
O vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns, ressaltou que a Constituição Federal trata como prioridade absoluta os direitos de crianças, adolescentes e jovens. "Se cuidarmos bem desse assunto, o Brasil inteiro vai mudar. As políticas públicas em Curitiba são referência, mas sempre podemos avançar mais", disse Flávio Arns.
O Ministério Público Estadual (MPE) também assinou o pacto. "Os promotores de Justiça já têm por obrigação defender os direitos das crianças e adolescentes", disse o Procurador Geral de Justiça do Paraná, Olympio de Sá Sotto Maior Neto.
"Curitiba tem uma longa trajetória na defesa dos direitos da criança. A FAS tem um importante papel na proteção, prevenção e cuidados das crianças e jovens", afirmou o prefeito Luciano Ducci. "Com esse pacto vamos proteger a vida de milhares de jovens. A Universidade Federal do Paraná está a inteira disposição desse projeto", definiu o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho.
O secretário estadual de Turismo, Faisal Saleh, o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Michelotto, e os secretários municipais de Trabalho e Emprego, Paulo Bracarense, da Educação, Liliane Sabbag, da Defesa Social, Nazir Abdalla Chain, da Saúde, Eliane Chomatas e do Turismo, Juliana Vosnika, também acompanharam a assinatura do Pacto de Curitiba para o Enfrentamento do Abuso, Exploração Sexual e Tráfico de Crianças e Adolescentes - PAIR.
"FONTE" Agência de NOTICIAS da Prefeitura de Curutiba.
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Assembleia aprova ampliação do quadro de pessoal da polícia civil
O projeto de lei nº 684/11, oriundo da mensagem do Poder Executivo nº 40/11, que dispõe sobre o quadro próprio de pessoal da polícia civil do Paraná, foi aprovado pelo Plenário da Assembleia Legislativa na sessão desta segunda-feira (12), em primeira discussão. Segundo a mensagem do governador Beto Richa (PSDB), o quadro de policiais civis é hoje bastante reduzido e não atende às demandas do serviço, enquanto o quadro de carreira dos policiais está completamente defasado. Nesta sessão ordinária – a 115ª do ano – foram votadas também outras 19 proposições.
Ao falar sobre as mudanças na estrutura funcional da área de segurança pública, o líder do Governo, deputado Ademar Traiano (PSDB), destacou que o Executivo tem um amplo plano de investimentos para o setor, que passa pela recomposição dos efetivos das polícias civil e militar. “Com esse projeto aprovado hoje (segunda-feira) o Estado poderá contratar dois mil policiais civis”, informou. Hoje o efetivo da polícia civil é de cerca de 3.200 funcionários.
Em primeira discussão, igualmente, passou o pedido de autorização do Governo para contratar operação de crédito externo até o montante de US$ 350 milhões junto ao BIRD, para financiamento do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná (proposição nº 822/11); a solicitação de autorização, também do Executivo, para contratar operação de crédito junto ao BNDES até o montante de R$ 157.787.000,00 – para financiamento do mesmo projeto que deve receber recursos do BIRD (proposição nº 907/11); e o projeto de lei nº 820/11, de autoria do Poder Executivo, instituindo o Conselho Estadual de Cultura (CONSEC).
Cultura – O texto do anteprojeto enviado pelo Executivo à Assembleia, criando o CONSEC, foi elaborado com a participação da sociedade, a partir de consultas e audiências públicas realizadas pela Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) em várias cidades do Paraná. Assim como em outros estados, o CONSEC será um órgão colegiado integrante da estrutura organizacional básica da Secretaria da Cultura e vai proporcionar a participação da sociedade civil na formulação de políticas públicas de cultura. De caráter consultivo, normativo, deliberativo e fiscalizador, o Conselho terá ainda como atribuições cooperar com os conselhos de política cultural nas esferas municipal, estadual e federal; participar da elaboração e acompanhar a execução do Plano Estadual de Cultura; participar da formulação do Plano Anual de Ações e da definição e aprovação dos editais do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), entre outras.
"Fonte"Portal da alep
Ao falar sobre as mudanças na estrutura funcional da área de segurança pública, o líder do Governo, deputado Ademar Traiano (PSDB), destacou que o Executivo tem um amplo plano de investimentos para o setor, que passa pela recomposição dos efetivos das polícias civil e militar. “Com esse projeto aprovado hoje (segunda-feira) o Estado poderá contratar dois mil policiais civis”, informou. Hoje o efetivo da polícia civil é de cerca de 3.200 funcionários.
Em primeira discussão, igualmente, passou o pedido de autorização do Governo para contratar operação de crédito externo até o montante de US$ 350 milhões junto ao BIRD, para financiamento do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná (proposição nº 822/11); a solicitação de autorização, também do Executivo, para contratar operação de crédito junto ao BNDES até o montante de R$ 157.787.000,00 – para financiamento do mesmo projeto que deve receber recursos do BIRD (proposição nº 907/11); e o projeto de lei nº 820/11, de autoria do Poder Executivo, instituindo o Conselho Estadual de Cultura (CONSEC).
Cultura – O texto do anteprojeto enviado pelo Executivo à Assembleia, criando o CONSEC, foi elaborado com a participação da sociedade, a partir de consultas e audiências públicas realizadas pela Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) em várias cidades do Paraná. Assim como em outros estados, o CONSEC será um órgão colegiado integrante da estrutura organizacional básica da Secretaria da Cultura e vai proporcionar a participação da sociedade civil na formulação de políticas públicas de cultura. De caráter consultivo, normativo, deliberativo e fiscalizador, o Conselho terá ainda como atribuições cooperar com os conselhos de política cultural nas esferas municipal, estadual e federal; participar da elaboração e acompanhar a execução do Plano Estadual de Cultura; participar da formulação do Plano Anual de Ações e da definição e aprovação dos editais do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), entre outras.
"Fonte"Portal da alep
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