quarta-feira, abril 18, 2012

Prédios públicos estão abandonados na capital

Liceu de Ofícios, no Uberaba, funcionou até o último dia 9 de março e, desde então, o prédio está trancado, o mato cresceu e as vidraças foram destruídas

Eles foram criados com o propósito de promover o desenvolvimento da cidade, mas por falta de planejamento ou mudança de governo acabaram se tornando prédios abandonados. Entre os equipamentos públicos pertencentes à prefeitura de Curitiba, imóveis que serviram como unidades de saúde, liceus de ofício e até o primeiro restaurante popular da cidade estão hoje trancados, degradando o espaço urbano.

E os transtornos que a inutilização dessas edificações causam à sociedade vão além da poluição visual. “Além do desperdício de se ter um prédio público abandonado, o impacto no entorno pode atingir várias quadras”, diz Luís Henrique Fragomeni, professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Além da desvalorização financeira da área em que estão situados, essas estruturas favorecem a violência urbana. “Quando a comunidade enxerga um uso para o espaço ele dificilmente é invadido”, fala Fragomeni. Para o professor, a responsabilidade do poder público é maior que a do setor privado. “Além da eficiência de gestão, que deve existir nos dois setores, à administração pública é necessário também a preocupação social em suas ações” explica.

Exemplos

Transitando por diversos bairros da capital a reportagem identificou pelo menos quatro imóveis que estão com as portas fechadas e cadeados nos portões. É o caso da construção ocupada pela sede da Usina de Reciclagem Total de Embalagens Laminadas, um projeto iniciado em 2002 que abrigava um processo químico inédito de separação dos componentes de embalagens laminadas. Da estrutura apresentada na inauguração só restam o barracão e uma placa com o nome dos parceiros.

Também no Uberaba está o espaço ocupado pelo antigo Liceu de Ofícios até o dia 9 de março deste ano, quando foi transferido para outro endereço. Desde então o prédio está trancado, o mato cresceu e as vidraças foram destruídas.

Em outro ponto da cidade, no bairro da Fazendinha, está o prédio que durante 31 anos funcionou como unidade de saúde da Santa Amélia e que está fechado há dez meses, desde que foi inaugurada a nova sede.

Entretanto, é na região central da capital que está o espaço mais emblemático. Construído para ser o primeiro restaurante popular de Curitiba, o local é hoje um ponto de abrigo de moradores de rua e usuários de drogas. Em uma das cabeceiras está um espaço que armazena arquivos e outros materiais, em outra uma construção depredada que serve como área para consumo de drogas.

Linhão do emprego

Em diversas localidades de Curitiba é possível encontrar barracões empresariais, vilas de ofícios, condomínios industriais e outros equipamentos construídos na década de 1990 dentro da iniciativa do Linhão do Emprego. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o programa tinha um “propósito nobre”, mas que não funcionou devido ao desencontro do perfil do público atingido com as exigências propostas e à diferença de prioridade entre as gestões municipais. Assim, os barracões e condomínios acabaram sendo utilizados para outras ações da própria prefeitura.
Situação atual

Saiba mais sobre alguns prédios públicos abandonados localizados pela reportagem:

Liceu de Ofícios do Uberaba

- O prédio situado na Rua Olindo Caetani, 467, foi construído na segunda metade da década de 90 como parte do Linhão do Emprego.

- No dia 9 de março deste ano o Liceu foi transferido para um barracão na Rua Augusto David de Moraes, 160 e funciona junto com o CRAS da região.

- Desde a inauguração do novo espaço a sede antiga foi devolvida para a Secretaria de Administração (Smad) e está desativada.

- Segundo a Smad, o prédio será usado como creche e no momento passa pela fase de planejamento pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e não tem data para ser inaugurado.

Unidade de Saúde da Santa Amélia

- Inaugurado em 1980, o prédio da Rua José Teixeira de Melo, número 60 não comportava mais as demandas da população da região.

- Em 28 de junho do ano passado passou a funcionar no imóvel recém-construído na Rua Berta Klemtz, 215.

- Foi devolvido para a Smad e desde então está fechado.

- O local, conforme informou a Smad, será incorporado à creche que funciona no terreno ao lado. O projeto de reforma do local para adaptação ao novo espaço também está no Ippuc e não tem prazo para ser inaugurado.

Usina de Reciclagem Total de Embalagens Laminadas

- Em outubro de 2002 foi inaugurada na Rua Américo Firmino de Toledo, no Uberaba, em uma parceria entre a prefeitura de Curitiba, o Tecpar e a Fundação Banco do Brasil.

- Foi a primeira usina do mundo com a tecnologia de “neociclagem”, um processo químico que garante a separação dos diferentes componentes de embalagens laminadas.

- Segundo nota do Tecpar, seu compromisso era com o desenvolvimento do processo e a prefeitura de Curitiba ficou responsável pela disseminação do processo. Nenhum dos órgãos soube dizer quando deixou de funcionar.

- Conforme informou a prefeitura, o barracão onde funcionava a usina está na lista de imóveis disponíveis para novos projetos que serão contemplados no planejamento de revitalização da região.

- Construção sob o Viaduto do Capanema

- Foi construído no começo da década de 90 e serviu como primeiro restaurante popular de Curitiba, mas devido ao tráfego intenso da região foi transferido para a Rua da Cidadania Matriz, na Praça Rui Barbosa.

- Ficou fechado desde então, exceto quando serviu para realizar ações pontuais da Urbanização de Curitiba (URBS).

- Um dos espaços é fechado por uma estrutura de vidro e ferro e armazena documentos e outros materiais.

- Na outra cabeceira do viaduto há uma construção depredada que serve como esconderijo e ponto de uso de drogas.
Fonte: Gazeta do Povo 18/04/2012

terça-feira, abril 17, 2012

PF prende dez pessoas em "operação desarme"


Dez pessoas, e não 12 como havia sido divulgado anteriormente pela polícia, foram presas na manhã desta terça-feira (17), em Curitiba, na “Operação Desarme” da Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Militar. A quadrilha é suspeita de assaltos e envolvimento com tráfico de drogas e armas. Um menor que fazia parte do grupo também foi levado à delegacia.

Nos mandados de busca e apreensão, realizados em Curitiba e Região Metropolitana, foram apreendidos celulares, 10 mil reais em dinheiro, nove armas, entre elas cinco fuzis, munição, balaclavas, 200g de crack, duas bananas de dinamite e 12 carros. De acordo com a PF, o grupo é considerado de “alta periculosidade”, anda fortemente armado e utiliza explosivos em suas ações.

Entre os crimes atribuídos a eles estão um roubo a caixa eletrônico no município de Pien, no dia 17 de fevereiro, uma tentativa de assalto à Igreja do Perpétuo Socorro no dia 1º de março, também em Pien, e o assalto ao Paraná Clube no dia 15 de março, de onde a quadrilha levou mil reais.

O grupo ainda seria responsável por assaltos a pelo menos 10 ônibus de viagem, de sacoleiros que iam em direção a Foz do Iguaçu e de excursões para Aparecida do Norte, em São Paulo. Ainda não é possível calcular o prejuízo porque a polícia não tem conhecimento de todos os crimes cometidos.

Três mulheres foram presas na operação, uma delas é funcionária do setor administrativo do Paraná Clube e teria passado informações para o crime. O adolescente de 16 anos foi apreendido porque portava a arma do pai, que faz parte da quadrilha. Também foi preso um pedreiro que teria passado informações para o assalto à igreja. Três pessoas foram presas no mesmo endereço.

A operação foi deflagrada na madrugada desta terça-feira e envolveu 70 policiais, 50 da Polícia Federal e 20 da Polícia Militar. O grupo vem sendo investigado desde fevereiro. De acordo com o delegado da PF, Wagner Mesquita, a força-tarefa foi iniciada depois que aumentou o número de roubos a caixas eletrônicos com produto controlado. Empresas mineradoras da Região Metropolitana estão sendo investigadas por suspeita de serem fornecedoras do material explosivo.

Segundo o delegado, agora começa uma nova fase da operação, que vai comparar crimes semelhantes para verificar se têm relação.

O grupo vai responder por assalto e formação de quadrilha. Alguns membros também são acusados de envolvimento com tráfico de drogas e armas, sequestro, latrocínio e homicídio. A polícia acredita que mais pessoas possam estar envolvidas.
Fonte: Gazeta do Povo 17/04/2012

segunda-feira, abril 16, 2012

PT de Curitiba afasta nome próprio e vota por apoiar PDT, de Fruet

Curitiba - Os filiados do PT de Curitiba decidiram, em eleição neste domingo, não lançar candidatura própria e coligar com o PDT, do ex-deputado federal Gustavo Fruet, na disputa pela prefeitura da capital paranaense. Foram eleitos 300 delegados, que definirão a política de alianças do partido em encontro marcado para os dias 27 e 28 de abril, mas o êxito da chapa 1 ("Uma aliança para mudar Curitiba com você"), com 57% dos votos, indica o caminho da legenda para o pleito. A chapa 1 teve 1.084 votos, contra 817 da chapa 2 ("Candidatura própria já"). No encontro do partido, a chapa 1 indicará 171 delegados, contra 129 da chapa 2.

As duas teses foram amplamente debatidas nos últimos meses. Enquanto o campo majoritário do partido sempre defendeu a aliança, com seus principais nomes - os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e das Comunicações, Paulo Bernardo, e os vereadores Pedro Paulo e Jonny Stica - se envolvendo no processo, a candidatura própria era defendida por correntes que defendiam os nomes do deputado federal Dr. Rosinha e do deputado estadual Tadeu Veneri para o pleito. Embora nas últimas semanas o debate tenha esquentado a ponto de haver trocas de acusações públicas, neste domingo a votação foi tranquila.

A tese da coligação começou a ser debatida pelo PT ainda no ano passado, quando Fruet ainda era filiado ao PSDB. Sem espaço no partido anterior para disputar a eleição municipal, pelo fato de o governador Beto Richa (PSDB) e a cúpula do PSDB do Paraná estarem envolvidos com a reeleição do prefeito Luciano Ducci (PSB), Fruet anunciou sua saída do partido em julho de 2011 e, desde então, passou a negociar o ingresso em um partido da base da presidente Dilma Rousseff (PT). As conversas se intensificaram com a filiação ao PDT, do ex-senador Osmar Dias, candidato ao governo aprovado pelo PT em 2010.

A saída de Fruet (líder nas pesquisas de intenção de voto desde 2010) do PSDB abriu para o PT a possibilidade de apoiar uma candidatura capaz de derrotar o grupo político comandado pelo governador Beto Richa, que governa Curitiba desde 1988, com Jaime Lerner. Sem um nome forte de oposição para isso, na visão do campo majoritário do PT, o nome foi buscado no adversário.

"A candidatura própria a qualquer preço era importante em um momento em que o PT precisava mostrar a que veio: suas ideias, seus projetos. Era uma estratégia de crescimento partidário. Hoje estamos no governo e já mostramos tudo isso. Agora é preciso ter maturidade e entender que o nosso projeto conta com os partidos aliados, entre eles o PDT", disse Gleisi Hoffmann.

Paulo Bernardo disse que conversou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última semana, depois da divulgação de uma pesquisa que o apontou como pessoa mais influente nas eleições em Curitiba. "Ele disse que, se prevalecer a tese da aliança, vai querer conversar com o Gustavo. E eu já avisei o Gustavo disso." O encontro entre os dois deve acontecer em Curitiba na próxima quinta-feira.

Fonte: http://www.jb.com.br 15/04/2012

domingo, abril 15, 2012

O CUNHADO

Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por freiras.

Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.

Quando acordou, a seu lado estava a freira, responsável pela tesouraria do hospital, que lhe disse prontamente:

- Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o Senhor pretende pagar a conta do hospital??? O Senhor tem seguro-saúde???

- Não, Irmã.

- Tem cartão de crédito???

- Não, Irmã.

- Pode pagar em dinheiro???

- Não tenho dinheiro, Irmã.

- Em cheque, então???

- Também não, Irmã.

- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta???

- Ah... Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.

A freira, corrigindo-o:

- Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!!!

- Magnífico!!! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!!!


E assim nasceu a expressão:

"Deus lhe pague"
Thomas, o gatão

Menino de oito anos leva choque ao tentar recuperar pipa

Um menino de oito anos sofreu uma descarga elétrica, por volta das 14h10 deste domingo (15), na Rua João Socha, no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. O acidente aconteceu na residência da criança, enquanto ele tentava desenrolar uma pipa presa na fiação elétrica.

Ao receber o choque, o menino caiu de oito metros da parte superior do sobrado onde mora. Ele foi encaminhado pelo Siate ao Hospital Evangélico e passa bem. Conforme a assessoria do hospital, o garoto teve queimaduras nos pés e nas mãos e algumas escoriações no rosto, devido a queda.

Fonte: Gazeta do Povo 15/04/2012

sábado, abril 14, 2012

COCHILANDO NA MISSA...ÓTIMA!!!

Os pais levam os filhos para a igreja.
Eles sentam na primeira fila para que os filhos,
Joãozinho e Mariazinha, possam apreciar bem a missa.
Mas "essas" crianças não curtem igreja...
Ele, o adorável Joãozinho, adormece durante o sermão.

O padre nota e decide dar-lhe um susto, fazendo uma pergunta direta para ele:

- E você, meu bom menino , me diga: Quem foi que criou o céu e a terra?

A irmã, Mariazinha, espeta um alfinete na bunda
de Joãozinho, que acorda assustado e grita:

- Deus Pai!
- Muito bem, meu filho - diz o padre.

O pessoal que está por perto, olha sorridente para a "criança"...

Mas daí a pouco o menino volta a dormir, e o padre vê que precisa acordá-lo outra vez.

Então ele pergunta:
- E me responda agora: Quem foi o filho de Maria e José?
A menina volta a espetar o alfinete na bunda do mano, que acorda e diz alto:
- Jesus!
O padre percebe o que aconteceu, mas nada diz.
O povo presta ainda mais atenção no menino...
A resposta está correta!!!
Mas logo depois, o menino volta a cochilar,
e o padre pergunta:
- O que disse Eva para Adão quando eles acordaram após a primeira noite juntos?

Mas, antes que a irmã pudesse dar-lhe outra alfinetada, o menino berra:

- SE VOCÊ ENFIAR ESSE NEGÓCIO NA MINHA BUNDA DE NOVO, EU TE ARREBENTO!

(acabou a missa...)
Thomas, o gatão

Engarrafados na Linha Verde

Trafegar pela Linha Verde, em Curitiba, no horário de pico pode não ser a melhor escolha para os motoristas que seguem do Tarumã para o Jardim Botânico e também para quem vai do bairro Fanny ao Prado Velho. A reportagem da Gazeta do Povo circulou ontem pela Linha Verde entre 7h45 e 9h30 – do Bairro Alto até o Pinheirinho e depois do Pinheirinho para o Bairro Alto – e encontrou dois gargalos.

O trajeto teve início no Bairro Alto, nas proximidades do Hospital Vita, em direção ao Pinheirinho, às 7h45. O tráfego estava alto, mas fluiu normalmente até o Tarumã. O primeiro problema encontrado pela reportagem ocorreu pouco antes do viaduto sobre a Avenida Victor Ferreira do Amaral. A partir desse ponto o trânsito estava bastante lento e a velocidade não ultrapassou os 20 km/h. Os motoristas encontravam duas faixas para trafegar e havia obras pelo caminho.

O congestionamento seguiu até o viaduto da Linha Verde sobre a Avenida Prefeito Lothário Meissner, no Jardim Botânico. O trecho de aproximadamente dois quilômetros entre os dois viadutos demorou cerca de 13 minutos para ser percorrido. Após o viaduto do Jardim Botânico, já com três faixas, o trânsito em direção à região Sul da cidade normalizou e foi possível atingir os 60 km/h.

A seguir, os trechos nas proximidades do Colégio Medianeira e do Trevo da PUCPR estavam fluindo normalmente. Por volta das 8h10, porém, foi possível observar que havia lentidão no sentido contrário (Xaxim-Prado Velho). O percurso seguiu até o Pinheirinho e foi encerrado nas proximidades da Rua Marechal Otávio Saldanha Mazza, às 8h32. O trajeto de cerca de 16 quilômetros – do Bairro Alto ao Pinheirinho – foi feito em 35 minutos (já descontadas as paradas feitas durante o trajeto para os registros fotográficos).

Sentido contrário

No retorno do Pi­­nheirinho para o Bairro Alto, a partir das 8h40, o tráfego pela Linha Verde fluiu normalmente até o bairro Fanny. A partir desse trecho, os semáforos da região deixaram o trânsito lento e provocaram várias paradas.

O tráfego “travou” 300 metros antes do cruzamento com a Rua Oliveira Viana por causa do semáforo. A mesma situação ocorreu na esquina com a Rua João Soares Barcelos. O trânsito seguiu bastante lento até o cruzamento com a Avenida Senador Salgado Filho. O trajeto de pouco mais de dois quilômetros levou 14 minutos para ser percorrido.
Fonte: Gazeta do Povo 14/04/2012

Após esse ponto, o percurso foi transcorrido sem nenhuma restrição até o Bairro Alto, perto do Hospital Vita. O trajeto de 16 quilômetros foi encerrado às 9h30. Descontadas as paradas, foram gastos 38 minutos para seguir do Pinheirinho até o Bairro Alto na manhã de sexta-feira.

Evite

A prefeitura de Curitiba, através de assessoria de imprensa, explicou que o problema no trecho entre os viadutos do Tarumã e do Jardim Botânico – e nos cruzamentos da Linha Verde com a Rua Oliveira Viana e com a Avenida Salgado Filho – concentra-se no horário de pico. E sugere que o motorista evite a Linha Verde e use rotas alternativas nos horários de maior movimento. Segundo a prefeitura, o Setran está fazendo estudos para melhorar o fluxo do trânsito no local, talvez aumentando o tempo do sinal de alguns dos lados em determinado horário do dia, mas ainda não há previsão para que essas mudanças sejam realizadas.

Trincheira tem fila pequena de manhã em semáforo

As mudanças no trânsito ocasionadas pela trincheira Bacacheri-Bairro Alto geraram descontentamento em moradores e comerciantes da região. Um dos principais alvos de reclamações é o semáforo no cruzamento das ruas Gustavo Rattman e Fagundes Varela – logo após a trincheira.

Nos horários de pico, o equipamento deixa o trânsito lento na região. A reportagem esteve no local na manhã de sexta-feira, por volta das 7h40, e constatou a formação de uma pequena fila, porém, não havia congestionamento.

André Franke, gerente de uma casa de frutas no cruzamento, afirmou que o movimento do seu comércio caiu 25% depois que a trincheira foi inaugurada, em 26 de março. “O trânsito para que mora na região ficou complicado. Quem segue pela Gustavo Rattman não tem como parar aqui”, afirmou.

Temporário

A prefeitura de Curitiba afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que a instalação do semáforo logo após a trincheira seria uma solução temporária. Inicialmente a rua teria apenas um sentido, mas, para favorecer os comerciantes e moradores da região, optou-se por fazer mão dupla ali. “Por isso foi colocado o semáforo, para organizar o trânsito do local”, explica a prefeitura por nota. Está planejada outra trincheira no sentido contrário na via, mas ela só deve ser realizada no ano que vem. Após a construção da segunda trincheira o semáforo deve ser retirado do local.

quinta-feira, abril 12, 2012

O CATARINENSE

Cinco amigos: um carioca, um paulista, um mineiro, um baiano e um catarinense estão tomando cerveja em um bar e inicia-se uma discussão interminável de qual seria o melhor estado do Brasil.

O Carioca logo saiu dizendo:
- Não há dúvida, o Rio é o melhor: tem a cidade mais bela do mundo, o povo mais alegre, muito sol, futebol, carnaval e as mulheres mais quentes do Brasil, e tem o César Maia.

O Paulista, engasgado pela dianteira do carioca, disse:
- Não tem a menor dúvida que é São Paulo, pois é a usina que movimenta o Brasil, tem a maior metrópole da América Latina, o povo mais trabalhador, mais rico, e tem o Lula.

Rapidinho o Mineiro disse:
- Minas sô, não tem praia, mas tá perto, tem a melhor culinária, a melhor cachaça, e também tem Itamar Franco.

Depois o Baiano:
- O melhor é a Bahia: tem Carnaval, tem frevo, tem o acarajé, tem Salvador, uma das cidades mais belas, e tinha o ACM.

Como o Catarinense não se manifestou, eles perguntaram:

- E aí, Catarina por que está tão quieto?
Qual é a tua opinião?

O Catarinense finalmente respondeu:
- Pra mim é o Paraná, o melhor estado.

- Ué, Catarina, não vai defender o teu estado?
Por quê o Paraná?

- Porque é o Paraná que separa o sul de toda essa merda aí de cima!

kkkkkkkkkkkk...... (bôa catarina!!!)



Thomas, o gatão

Prefeitura autoriza início das obras do Ligeirão Norte

A prefeitura de Curitiba autoriza nesta sexta-feira (13) o início das obras para a implantação do Ligeirão Norte. O novo sistema pretende reduzir o tempo de viagem entre o Terminal Santa Cândida e a Praça do Japão para 25 minutos.

Entre os serviços que vão ser realizados, segundo a prefeitura, estão a reforma e pavimentação das canaletas, além do desalinhamento das estações tubo, o que vai permitir ultrapassagens para reduzir o tempo do percurso.

De acordo com a prefeitura, nos 32 tubos que compõem o trecho também haverá melhora na acessibilidade, com a instalação de novos elevadores e reforma de calçadas.

Fonte: Gazeta do povo 12/04/2012

quarta-feira, abril 11, 2012

ANJIN DI MINAS UAI!

Dois mineiros foram assaltar a Igreja à noite.

O padre percebeu o barulho, acendeu as luzes e perguntou:

- Quem está aí ?

Os dois mineiros ficaram calados, então o padre perguntou mais forte:

- QUEM ESTÁ AÍ ???

Um dos mineiros respondeu baixinho:

- Nois é anju....

O padre então já desconfiado diz:

- Então vôa.

O outro mineiro sem titubear responde:

- Nois é fióti...


Thomas, o gatão

terça-feira, abril 10, 2012

Gilberto Giacoia toma posse como procurador-geral de Justiça do Paraná

O governador Beto Richa participou nesta segunda-feira (09/04) da posse do procurador de Justiça Gilberto Giacoia como procurador-geral de Justiça do Paraná, em solenidade realizada no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Ele substitui Olympio de Sá Sotto Maior Neto, que exercia a função desde 2008.

Giacoia foi o mais votado na eleição realizada pelo Ministério Público (MP) do Paraná e a escolha foi referendada por Richa, que o nomeou para a função. “Respeito as decisões da maioria. A cooperação será estreitada e para isso tomaremos as medidas para que o MP continue desfrutando da confiança da população no exercício de suas funções”, disse o governador.

O novo procurador-geral afirmou que quer fazer avançar o processo de modernização do MP e dar continuidade ao planejamento estratégico da instituição, que estabelece diretrizes até 2018.

Segundo ele, o trabalho no MP terá duas vertentes principais. A primeira é melhorar a estrutura de suporte e de pessoal das Promotorias Criminais. “A ideia é combater melhor o crime convencional e aquele ligado ao patrimônio público, à corrupção, grandes fraudes e aos crimes financeiros e tributários”, afirma.

Giacoia disse que também pretende incrementar a atuação do Ministério Público na defesa dos interesses coletivos, oferecendo mais condições de trabalho aos promotores de Justiça que atuam nessas questões. “Devemos incentivar a atuação de forma preventiva e ampliar os canais de acesso da população ao MP”, disse.

Olympio de Sá Sotto Maior Neto agradeceu ao governador pelo apoio que recebeu à frente do MP e por referendar o nome de Giacoia. “O governador está acostumado aos embates das urnas e essa atitude corresponde ao seu perfil”, disse. Ele destacou ainda que Richa permitiu a reestruturação e institucionalização do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). “Isso consolidou o grupo como mecanismo permanente na área de segurança pública”.

A secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, disse que escolha de Giacoia é um respeito à democracia. “Esta é uma conquista histórica e muito importante, que assegura legitimidade ao MP, que tem de ser independente, ter autonomia e lutar pela defesa dos direitos constitucionais”, afirmou ela, que já exerceu o mesmo cargo, entre os anos de 2000 e 2002.

ATRIBUIÇÕES - O procurador-geral de Justiça é o chefe máximo do Ministério Público Estadual, com mandato de dois anos. Além de conduzir administrativamente a instituição, tem a competência para propor ação em casos que envolvem juízes, promotores, deputados, prefeitos, governador e outras autoridades do Estado.

O procurador-geral tem assento no Órgão Especial do Tribunal de Justiça e integra o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais. Ele pode encaminhar ao Poder Legislativo os projetos de lei de iniciativa do Ministério Público.

Apesar de chefiar o MP, não interfere diretamente na atuação dos promotores e procuradores, uma vez que a Constituição Federal prevê independência e autonomia funcional aos membros da instituição, que devem obedecer apenas às leis.

HISTÓRICO - Integrante do Ministério Público há 31 anos, o procurador-geral Gilberto Giacoia foi procurador-geral de Justiça entre 1998 e 2000, época em que presidiu o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais.

Doutor em Direito Penal pela Universidade de São Paulo e pós-doutor pelas Faculdades de Direito das Universidades de Coimbra (2001) e Barcelona (2010), é professor na graduação e na pós-graduação da Faculdade Estadual de Direito de Jacarezinho.

"Fonte" AEN

CONSELHO PARA UM HOMEM IDOSO...

Um senhor de idade estava malhando na academia, quando notou uma ''coisinha linda'' por perto...
Ele perguntou ao seu treinador que também estava ali:
''Qual a máquina daqui que eu devo usar, para impressionar aquela coisinha fofa ?"

O treinador olhou bem para o velho, de cima em baixo, e disse:
'' Eu tentaria o caixa eletrônico, no final do corredor.''

Thomas, o gatão

13ª Semana Nacional em Defesa da Educação: de 21 a 27 de abril

Já está disponível no site da CNTE o cartaz e o livreto da 13ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontece de 21 a 27 de abril. Nesta semana a versão impressa do material seguirá para os estados, como preparatória para a mobilização que a CNTE e seus filiados empreenderão em todas as escolas públicas do país. A semana terá como eixo os principais debates da atualidade educacional, como o Piso Salarial Nacional do Magistério, a Carreira Profissional e o Plano Nacional de Educação, com ênfase na aplicação de 10% do PIB na educação.

Clique aqui para obter as peças da 13ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública

Importante frisar que a Semana da Educação acontece menos de um mês após a realização da vitoriosa Greve Nacional convocada pela CNTE em defesa dos temas pautados para a discussão de maior profundidade com a comunidade escolar. O liame desse debate perpassa pelo respeito às leis educacionais e pelas metas e estratégias do projeto de PNE, sobre o qual verificaremos se estão sendo observados os princípios e objetivos da educação nacional, previstos na Constituição e conclamados pela sociedade.

Vale esclarecer, ainda, que o país encontra-se a quase um ano e meio sem um Plano Nacional de Educação em vigência. O último expirou em janeiro de 2011 e o Congresso, até o momento, não deliberou sobre o novo PNE. Portanto, nossa luta centra-se também na aprovação imediata do PNE, que servirá de referência para os planos estaduais, distrital e municipais de educação. Ao fim da semana de 21 a 27 de abril, esperamos ter esclarecido e sensibilizado milhares de pessoas que poderão se somar à luta pela educação pública de qualidade para todos e todas.


Veja a programação da 13ª Semana Nacional em
Defesa e Promoção da Educação Pública


21/04 » Lançamento da Semana nas atividades comemorativas do Dia de Tiradentes.

22/04 » Panfletagem nas ruas, praças e praias sobre a campanha deste ano.

23/04 » Tema do dia para discussão nas escolas: Hora-aula atividade.

24/04 » Tema do dia para discussão nas escolas: Salário digno (PSPN).

25/04 » Audiências Públicas nas Câmaras Legislativas sobre o Piso e Carreira.

26/04 » Temas do dia para discussão nas escolas: desenvolvimento na Carreira, Meritocracia
e contra as Terceirizações na Educação.

27/04 » Tema do dia para discussão nas escolas: Financiamento da Educação, a repercussão
da falta de recursos na saúde do trabalhador em educação e as condições de trabalho.
(CNTE, 09/04/12)
Fonte: http://www.cnte.org.br

segunda-feira, abril 09, 2012

Governo prepara edital do projeto executivo da reforma do Guaíra


O Governo do Estado lançará nos próximos dias o edital de licitação para a contratação do projeto executivo de engenharia para a revitalização do Teatro Guaíra, em Curitiba. Os três auditórios – Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão), Salvador de Ferrante (Guairinha) e Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório) – passarão por reformas e obras de modernização.

De acordo com a diretora do Centro Cultura Teatro Guaíra, Mônica Rischbieter, a contratação do projeto executivo é essencial, uma vez que todas as intervenções realizadas no espaço até aqui não incluíram esta etapa. Ela disse que a previsão para o começo das obras é o início do ano que vem. “A ideia é não fechar o teatro enquanto estiver em reformas”, afirmou.

A diretora afirmou que o valor do investimento nas obras será estimado com base no projeto executivo. Ela adiantou que a modernização necessária passa pelo palco, plateia, coxia, equipamentos cenográficos e iluminação e chega aos banheiros e entrada de carga e descarga. “Uma das maiores dificuldades é transportar equipamentos para o palco, porque o espaço foi projetado em 1945”, explicou.

Segundo Mônica, também fará parte do projeto executivo de engenharia a troca de cadeiras, tapetes, piso dos palcos e elevadores dos auditórios, e o restauro do mármore e das granilhas (tipo de revestimento externo).

GUAÍRA – Projetado pelo arquiteto Rubens Meister e localizado na Praça Santos Andrade, em Curitiba, o Centro Cultural Teatro Guaíra tem três auditórios: Bento Munhoz da Rocha Netto, Salvador de Ferrante e Glauco Flores de Sá Brito. O espaço abriga a Orquestra Sinfônica do Paraná, o Balé Teatro Guaíra, o G2 Cia de Dança e a Escola da Dança.

A construção do teatro começou em 1952 e, dois anos depois, foi inaugurado o Auditório Salvador de Ferrante – conhecido como Guairinha. O grande auditório – ou Guairão – foi aberto em dezembro de 1974, depois de ser reconstruído após um incêndio em 1970, que o deixou substancialmente destruído. Em agosto de 1975 é inaugurado o miniauditório Glauco Flores de Sá Brito, completando o projeto do complexo.

Somados, os três auditórios ocupam uma área de 16.900 metros quadrados, com uma capacidade total de 2.757 lugares.

A revitalização do complexo foi anunciada pelo governador Beto Richa, durante a inauguração de um monumento em homenagem à atriz paranaense Lala Schneider, na Praça Santos Andrade, na capital, na última semana.

"Fonte"AEN

Coitada da professora...

Numa escola em algum lugar no Brasil, a professora pergunta a um aluno:

- Wandercleison, diga aí um verbo.
- Bicicreta.
- Não é bicicreta... É bicicleta! E bicicleta não é verbo.
Depois, perguntou ao segundo aluno:
- Helvispresli, diga aí um verbo.
- Prástico.
- Não é prástico... É plástico! E plástico não é verbo.
A professora, desesperada, perguntou ao terceiro aluno.
- Janedílson, diga aí um verbo.
- Hospedar.
- Muito bem! Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.
-Hospedar da bicicreta são de prástico! ...


Thomas, o gatão

Automóvel “globalizado” fica sem peças de reposição

Compradores de modelo da Renault ficam com veículos no conserto indefinidamente por falta de peças, e se juntam na internet para reclamar

Todo fabricante e importador deve assegurar a oferta de componentes e peças de reposição de produtos disponíveis no mercado brasileiro. Essa garantia expressa, assegurada pelo artigo 32 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), fica sob risco quando o produto em questão é um automóvel, com centenas de peças e componentes fabricadas por diversos fornecedores, de países diferentes. Nem essa característica da indústria automotiva a exime de cumprir essa obrigação, mas, a julgar pelo acúmulo de ações na Justiça, várias empresas vêm falhando – milhares de consumidores buscam nos tribunais o cumprimento desse direito ou a reparação, via pedido de indenização.

A obrigação se estende também aos produtos que deixaram de ser importados ou fabricados, que devem ter peças disponíveis por período razoável de tempo. Mas mesmo quem comprou carro novo, zero quilômetro, pode se deparar com a falta de peças de reposição. O professor de Engenharia Heitor Silvério Lopes comprou um veículo Duster, da Renault, em novembro de 2011. Ele conta que, após três meses de uso, com 2,8 mil quilômetros rodados, o carro apresentou uma falha mecânica que levou à destruição do cabeçote do motor.

O carro foi deixado da oficina no fim de janeiro, mas não foi consertado, sob a alegação de falta de peças para o modelo. “Três das peças necessárias para o conserto não existiam no depósito da Renault, que fica em Curitiba, e uma delas nem sequer tinha código para ser solicitada”, diz Lopes.

Diante da demora em resolver o problema, ele registrou dois protocolos no SAC da empresa. Segundo ele, ao completar um mês de carro parado na concessionária, um representante da Renault ligou informando que as peças seriam importadas e o prazo previsto para a conclusão do serviço era o fim de maio – quatro meses após a entrada do carro na concessionária. “Paguei o carro à vista, R$ 65,5 mil, e agora tenho de andar de ônibus por causa de um problema que não provoquei”, reclama Lopes.

Responsabilidade

Diante da falta de solução para o problema do carro, o consumidor diz que optou por desfazer o negócio, o que levou a um jogo de empurra. “A Renault disse que a questão deveria ser resolvida com a concessionária, que por sua vez devolveu a questão para a fabricante”, alega. Lopes diz que a Renault chegou a oferecer um acordo para devolução do dinheiro. “O documento, entretanto, não reconhece a falha do veículo, não estabelece prazos para a devolução do dinheiro e não prevê a correção monetária do valor pago no carro”, diz.

No site Reclame Aqui, outros consumidores também registram problemas de falta de peças de reposição do Duster. Um consumidor de São Bernardo do Campo (SP), por exemplo, relata que seu carro, com apenas 1,4 mil quilômetros rodados, ficou duas semanas na oficina por falta de peças. No Facebook, consumidores criaram um grupo para discutir o mesmo problema.

"Fonte" Gazeta do Povo

domingo, abril 08, 2012

Motorista enfrenta chuva e movimento intenso na volta do feriado de Páscoa

Chuva e fluxo intenso provocaram pontos de lentidão, principalmente na saída de Guaratuba e em São José dos Pinhais, na chegada a Curitiba

O movimento foi intenso nas rodovias que cruzam o Paraná, neste domingo (8), em razão do feriado prolongado de Páscoa. A forte chuva e o grande número de veículos provocaram lentidão em alguns pontos e muitas colisões leves.

Por volta das 22h30, mil veículos ainda passavam por hora pela BR-277 em direção a capital, conforme a concessionária Ecovia, que administra o trecho. A rodovia teve pico de 2,7 mil carros por hora, entre as 17h e 18h, movimento cinco vezes maior que o registrado em dias normais.

O motorista enfrentou lentidão por conta da chuva e do alto movimento, principalmente em São José dos Pinhais, na chegada a Curitiba. Na PR-412, entre Guaratuba e Garuva, o congestionamento chegou a 28 quilômetros na estrada que dá acesso à BR-376.

O fluxo também foi alto ao longo do dia na saída de Pontal do Paraná sentido Curitiba, em todo o trajeto da PR-407. Na PR-508, o movimento diminuiu por volta das 19h, quando cerca de 400 veículos passavam por hora no local. Ao todo, 26 mil veículos voltaram a Curitiba das praias paranaenses neste domingo.

» Seu bolso: calcule quanto você gasta nos pedágios no Paraná

Na BR-376, entre o litoral de Santa Catarina e Curitiba, o movimento foi intenso durante todo o domingo, com pico de 3,3 mil veículos por hora, registrado das 17h às 18h. Houve congestionamento no km 667 em razão de obras na pista. No total eram esperados 50 mil veículos circulando, mais de 35 mil (70% do total) em direção a Curitiba.

São Paulo

O fluxo foi alto também na rodovia Régis Bittencourt (BR-116). Na pista em sentido a Curitiba houve lentidão entre o km 275 e o km 276, na região de Embu das Artes, por volta das 21h30. Durante a tarde o movimento era considerado normal.

Em direção a São Paulo, na rodovia BR-116, houve lentidão ao longo do dia entre o km 299 e o km 307, na região de São Lourenço da Serra, em razão de obras de reforço e alargamento de ponte.

Interior do Paraná

O motorista que voltou do interior para a capital enfrentou muito movimento na BR-277. O horário de tráfego mais intenso foi por volta das 18h, com 3,3 mil carros por hora. De acordo com a concessionária CCR RodoNorte, houve lentidão no km 555, na fusão entre a BR-277 e BR-376, na região de São Luiz do Purunã. O tráfego também ficou lento em Campo Largo por conta do número de carros e da presença de semáforos na rodovia.

Ao todo, 46 mil veículos passaram pelo trecho que liga o interior do Paraná à capital, 31 mil somente no sentido Curitiba.

Acidentes

A Polícia Rodoviária Estadual registrou 31 acidentes, que deixaram 30 feridos e dois mortos nas rodovias estaduais até as 22h30 deste domingo. Um carro bateu em uma bicicleta no início da noite, na PR-427, no município da Lapa. O ciclista morreu no acidente. O piloto de uma moto também morreu em uma colisão com um carro, em torno das 15h, na PR-239, em Assis Chateaubriand.

Por volta das 4h30 deste domingo, um homem de 25 anos morreu na BR-476, em Contenda. Ele dirigia um triciclo que bateu na traseira de um Gol, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A PRF também informa que houve muitas colisões pequenas, em razão do alto movimento.

"FONTE" GAZETA DO POVO

Liberdade de expressão: juiz de Itapoá condena blogueiro a pagar R$ 3 mil ao prefeito

Decisão de primeira instância contra este blogueiro foi festejada até por vereador em matéria na Folha de Itapoá desta semana. Condenação foi motivada pelos comentários publicados no blog, e não pelas matérias da GAZETA.

O juiz da Comarca de Itapoá, José Aranha Pacheco, condenou o blogueiro deste site a pagar R$ 3 mil reais ao prefeito Ervino Sperandio, por supostos danos morais, além de honorários ao seu advogado. Segundo a sentença, o blogueiro deveria ter censurado os comentários dos seus leitores, e, como não o fez, terá que indenizar o prefeito.

Este é um de vários processos movidos por Sperandio e sua imobiliária contra o blogueiro. Todos versam sobre a indenização por danos morais.

O juiz ainda confirmou que o blog deve manter o site com um cadastro prévio dos leitores que desejem comentar as matérias, inclusive com identificação através de seu CPF e endereço atualizado. Este, provavelmente, é o único blog no mundo que já conta com censura prévia aos comentaristas, através deste ridículo cadastro obrigatório.

Como a decisão é de primeira instância, o blog irá buscar no Tribunal de Justiça que se faça justiça.

Tempo recorde

Apesar da lentidão da justiça em nossa cidade, este processo foi julgado e sentenciado em tempo recorde. Como advogado, vivo explicando aos meus clientes que a demora é cabível e sempre lhes peço paciência. Já, quando se trata da liberdade de expressão e processos movidos por cidadão que ocupa cargo público, vemos que a sonolência do Poder Judiciário não acontece e tudo anda de forma muito dinâmica. Para se ter uma ideia, a audiência de conciliação aconteceu em meados de fevereiro último. A sentença na íntegra está disponível no site do Tribunal de Justiça, no endereço eletrônico http://esaj.tjsc.jus.br/cpo/pg/show.do?localPesquisa.cdLocal=126&processo.codigo=3I0000R3Y0000&processo.foro=126

"FONTE" GAZETA DE ITAPOÁ

ogos de azar e outros bichos


Vistas como tradição inocente, ligada a sonhos e ao cotidiano, apostas escondem esquemas de corrupção e tragédias pessoais dos dependentes da jogatina

Todo mundo sabe que existe, onde funciona e conhece alguém que já entrou na portinha para apostar R$ 1 ou R$ 2 “na cobra ou no avestruz”. A cena do jogo do bicho – povoada de senhorinhas que sonharam com um animal e que decidem tentar a sorte – vai muito além dessa visão ingênua. A prática é proibida no Brasil, mas por trás dela se esconde uma rede organizada e à prova de repressão policial.

O jogo ilegal – o do “bicho” e os outros – é sustentado por pelo menos quatro eixos: o dos dependentes do jogo; o da corrupção policial e política que vive das apostas; o da lavagem de dinheiro feita pelos gerenciadores do esquema; e pelo fato de os jogos de azar não serem crime, mas “contravenção penal”, o que os torna ainda mais difíceis de serem combatidos.

Prova desse lastro são as próprias operações policiais: em apenas dois dias de março foram fechadas em Curitiba quatro casas de apostas. De janeiro até o momento, 292 máquinas caça-níqueis ou roletas foram apreendidas.

Quanto ao esquema de cor­­rupção, ele funciona pelas beiradas. De forma discreta, alguns políticos têm campanhas eleitorais financiadas por gerenciadores do jogo. Um caso recente envolve o bicheiro de Goiás Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro na operação Monte Carlo. Em troca, os políticos oferecem algum agrado, beneficiando os contraventores em alguma licitação pública. Há também delegados que recebem propina mensal para não estourar o esquema e para evitar que haja investigação nas denúncias. Os próprios gerenciadores do jogo lavam o dinheiro, já que não podem declará-lo oficialmente.

“O tratamento que a legislação brasileira dá hoje ao assunto é um caldo para se criar a corrupção”, afirma Leonir Batisti, coordenador estadual do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Cri­me Organizado, o Gaeco. Prova disso é que, quando os agenciadores são presos, respondem por contravenção penal. Ou seja: assinam um termo circunstanciado na delegacia e pagam pela atividade ilícita com multa ou serviço social. Jogo de azar não é crime.

Indignada, uma comissão do Senado resolveu apelar para a criminalização dessas práticas. Se aprovado, o anteprojeto de lei, a ser votado em maio, pretende colocar atrás das grades os bicheiros e os que lidam com caça-níqueis e outros jogos de azar. A detenção será de um a dois anos. Resta saber se a prisão terá força contra um costume tão enraizado no Brasil.

É o que se perguntam os defensores da legalização dos jogos de azar. Ao torná-los um crime, temem que as apostas corriqueiras de quem sonhou com esse ou aquele bicho sejam arrastadas cada vez para mais perto de condutas nocivas, como o tráfico de armas e a exploração da prostituição.

Sem saída
Combate escapa à ação da polícia

Um policial militar, que prefere não ser identificado, conta que já foi retirado dos serviços de rua porque fez batidas em lugares onde havia jogos de azar. “O coronel me disse que meu afastamento vinha de ordens superiores e que era para eu parar de colocar a cara lá [no jogo], senão eu iria me ferrar”, conta.

O advogado Ivanilo Alves da Silva pesquisou a relação entre órgãos de segurança pública e o bicho, em São Paulo, e estima que um policial ganha em média R$ 500 mensais para deixar os jogos de azar funcionando. Um delegado ganha o dobro disso.

Além de a própria estrutura da polícia ser prejudicada pela corrupção, gasta-se um tempo enorme para fazer a prisão dos envolvidos, que logo acabam soltos: o jogo não é crime, apenas contravenção.

Perdas e ganhos
Jogador compulsivo narra sua viagem ao subterrâneo

Aline Peres

“Neste momento senti que eu era um jogador. Senti isso como nunca até então. Minhas mãos tremiam... As têmporas pulsavam agitadamente ...”. O trecho do livro O jogador, publicado por Dostoiévski em 1866, ilustra o estado de espírito em que se encontrava André (nome fictício) diante de um mal que lhe afligia desde a adolescência.

Assim como o personagem Aleksei Ivanovitch, “o jogador”, ele sofria de compulsão, tendo passado por todas as fases reconhecidas pela medicina: ganho, perda e desespero. Hoje, aos 33 anos, diz-se livre da dependência psíquica do jogo. “Só por hoje”, diz, repetindo o chavão do grupo Jogadores Anônimos, que frequentou de 2000 a 2005.

Tudo começou de forma inocente, quando André tinha 16 anos. “Dia sim e outro também”, comprava bilhetes de Raspadinhas nas bancas. “Até perceber que tinha gasto todo o meu salário do mês”, conta. Não foi o bastante. A certeza de que ganharia o levou a furtar a família e o empregador. “Eu sentia culpa, mas a vontade não passava. Se ganhasse, poderia repor o dinheiro sem que ninguém soubesse.”

Aos 18 anos, entrou pela primeira vez em uma casa de bingo, a convite de uma amiga. “Ela foi embora e eu fiquei”, lembra. Literalmente. Nos quatro anos seguintes, o jogador abandonou a vida social, a namorada e a faculdade. Em 2000, fugiu para o Rio de Janeiro com R$ 5 mil retirados da mãe. Dois dias depois, a família o localizou. Encaminhado a uma clínica, aceitou participar do Jogadores Anônimos. Em 2005, deu-se alta e mudou para Londres.

André perdeu mais de R$ 100 mil em 12 bingos da capital e aumentou a “dependência cruzada” de cigarro e de bebida. “Eu sentia uma sensação de prazer descomunal”, confidencia. O jogo patológico é reconhecido pelo Código Internacional de Doenças.

Para o psiquiatra Dagoberto Requião, os sintomas de André são típicos e sujeitos a terapia, mas até o momento a compulsão não é tratada com remédios. “No início, o jogador se sente onipotente. Com as perdas, tenta justificar sua falência. Na fase do desespero, pode chegar ao suicídio. É uma prisão em círculo”, resume o médico. Dostoiévski bem sabia.

"FONTE" GAZETA DO POVO

sábado, abril 07, 2012

Idoso morre após colisão e capotamento em retorno da Comendador Franco

Um idoso de 76 anos foi morto no começo da tarde deste sábado (07) após um acidente na avenida Comendador Franco, próximo ao viaduto da BR-116. Leomax Wolff Vianna dirigia um veículo Mercedes classe A sentido Curitiba, ao pegar o retorno para São José dos Pinhais, colidiu com um Peugeot 207.
Wolff morreu na hora após o seu carro capotar. A vítima estava sem cinto de segurança, o que provavelmente foi a causa da morte.

Os dois ocupantes do veículo Peugeot, Felipe Navarro Graboski, 24 anos, e Kerlin Barten, 23, foram encaminhados com ferimentos leves ao Hospital Cajuru.

Duas pistas que vão sentido a São José dos Pinhais foram fechadas para o trabalho dos bombeiros. O trânsito estava lento no local por volta das 13h.

"Banda B

sexta-feira, abril 06, 2012

Integração das polícias ganha reforço com entrada de policiais civis no Graer


O governador Beto Richa formalizou, por meio de um decreto, a atuação integrada das polícias Civil e Militar no Grupamento Aeropolicial-Resgate Aéreo (Graer), que agora é parte da estrutura da Secretaria de Estado da Segurança Pública. O delegado Renato Coelho e os investigadores Eduardo Miranda e Alessandro Pini são os três primeiros representantes da Polícia Civil no Graer.

O secretário de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar, afirma que somente com ações de cooperação e comunhão de esforços será possível melhorar as condições de segurança em todo o Paraná. “A determinação do governador Beto Richa de integrar o Graer com as demais forças de segurança é estratégica para aumentar a eficácia das políticas públicas em ações de segurança, Defesa Civil e outras”, disse ele.

O grupamento possui 38 integrantes militares, entre oficiais e praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, e poderá ter até quatro delegados pilotos policiais e doze investigadores (quatro pilotos e oito tripulantes operacionais).

Para o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius Michelotto, a integração entre as polícias no Graer é muito importante e demonstra a sensibilidade do governador para com a segurança pública. Ele explica que o apoio aéreo é fundamental para missões de cumprimento de mandados de busca e apreensão, como plataforma de investigação e observação e até no acompanhamento de veículos roubados.

“O helicóptero tem um grande efeito inibidor. Ajuda na orientação de missões de alto risco e proporciona socorro e salvamento rápido de feridos, bem como no transporte de equipes táticas em missões especiais, tanto civis quanto militares”, afirma Michelotto. “Nas operações em que o helicóptero dá suporte às equipes de solo, a possibilidade de fuga de suspeitos é zero. É uma ferramenta que evita até mesmo o confronto, possibilitando um cerco eficiente e preservando vidas”, completa o coronel César Alberto Souza, subcomandante-geral da Polícia Militar.

TREINAMENTO — A Secretaria de Estado da Segurança Pública estuda soluções adotadas em outras instituições e trabalha em um projeto para, no futuro, criar uma estrutura própria para formação e instrução de pilotos e tripulantes operacionais, a partir dos quadros das duas instituições, que estão sendo recompostos pelo governo com a contratação de policiais.

“Em todo o mundo, as corporações que atuam na segurança pública formam seus efetivos na atividade policial e de emergência e posteriormente capacitam os profissionais com o perfil adequado e conhecimento para a atividade aérea”, explica o major Adonis Furuushi, subcomandante do Graer. “No futuro esperamos que cada corporação possa ter tripulações específicas para suas atividades e todas sob uma direção única”, diz.

O investigador Alessandro Pini, que foi integrado recentemente ao Graer, está indo ao Maranhão para fazer um curso de treinamento no Grupo Tático Aéreo, da Secretaria de Segurança Pública daquele estado, que concedeu uma bolsa. Devido aos riscos e responsabilidades envolvidos, são necessárias mais de 600 horas de treinamento até que um policial possa ser comandante de aeronaves utilizadas em ações policiais, de bombeiros ou de Defesa Civil.

MODERNIDADE — O delegado Jairo Estorilio, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sidepol), disse que a iniciativa do governo é inédita no Paraná e vai ajudar a modernizar a Polícia Civil. “Essa medida era muito necessária e vai ao encontro das iniciativas mundiais em relação ao que se espera de forças aeroespaciais. Temos exemplos no Ceará, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo. O Paraná não podia ficar para trás”, afirma Estorilio, que também é professor da Escola de Polícia Civil. “Não se trata apenas de uma estratégia de repressão, mas de uma ferramenta versátil para resgates e auxílio à população em casos de acidentes e catástrofes climáticas”, diz o delegado.

Atualmente o Graer possui uma central em Curitiba, no aeroporto Bacacheri, com três helicópteros e um avião. O programa Paraná Seguro prevê a aquisição de outras três aeronaves e três helicópteros para o grupamento.

Também estão sendo preparadas a estrutura e a equipe para a instalação da primeira base descentralizada em Londrina, no Norte do Paraná, no início do próximo semestre. A próxima será instalada em Foz do Iguaçu.

Desde outubro de 2010, quando foi criado, o Graer atuou em mais de 500 missões, entre apoio a ocorrências e operações policiais, salvamentos, patrulhamento, resgate e remoção aeromédica, buscas, salvamento aquático, combate a incêndios, entre outras.

"Fonte" AEN

quinta-feira, abril 05, 2012

Falta de dinheiro mantém jovens na casa dos pais

O casal de arquitetos Gustavo e Cátia, ambos de 25 anos, moram na casa dos pais dele, Hamilton e Rubemyr Chaiben (ao fundo), enquanto juntam dinheiro para com­­prar um apartamento

O desejo dos jovens de sair da casa dos pais em busca da independência esbarra muitas vezes na falta de opções de moradias que se adaptam ao seu orçamento e a suas necessidades. Com poucos recursos e deslocamentos constantes em busca de estudo e trabalho, as pessoas com até 29 anos necessitam de uma oferta habitacional variada, a preço acessível e que atenda às necessidades de moradia e de mobilidade desse público – demandas que nem sempre são atendidas. As conclusões constam em um levantamento divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Eco­­nômica Aplicada (Ipea).

Segundo o estudo, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Do­­micílios de 2009, do total de pessoas entre 18 e 29 anos que vivem em áreas urbanas no país, 61,7% moram na casa dos pais. O índice é ligeiramente superior ao de 1999, de 60,3%. Entre os dependentes estão tanto jovens solteiros quanto os que constituíram família e continuam morando com os pais.

Alternativa

Saída é ampliar mercado de aluguéis

Uma das soluções para suprir a demanda de moradia dos jovens é oferecer uma maior mobilidade habitacional a eles. A técnica de planejamento e pesquisa do Ipea Maria da Piedade Morais, uma das autoras do estudo, defende essa flexibilidade. “Não é viável uma pessoa se mudar para estudar, assumir a prestação de um imóvel e, seis meses depois, precisar se desfazer dele porque encerrou seus estudos ou arranjou emprego em outra cidade”, afirma.

Uma alternativa, segundo a pesquisadora, seria uma maior oferta do mercado de aluguéis, por exigir um menor compromisso financeiro. Outras opções ainda seriam moradias sociais e aluguéis estudantis, que poderiam contribuir para a redução do déficit habitacional no Brasil, de 5,5 milhões de moradias, completa Maria.

A coabitação familiar – quando duas ou mais famílias moram juntas – é responsável por 40% de todo o déficit. E a maioria destes domicílios com coabitação está na área urbana e regiões metropolitanas, “refletindo um maior custo da terra e da moradia nessas áreas”, aponta o estudo do Ipea.

Qual o seu perfil?

O estudo do Ipea mapeou quais são os fatores que fazem com que os jovens continuem ou não morando na casa dos pais:

Os dependentes

- O fato de o jovem residir em uma região metropolitana ou município de grande porte aumenta a probabilidade de ele ser dependente – reflexo de um mercado habitacional mais caro.

- O jovem tende a permanecer mais tempo na casa dos pais quando eles moram em domicílios próprios regulares.

- Quanto mais elevada a educação do jovem, maior a probabilidade de ele continuar como dependente.

Os independentes

- Os jovens casados e empregados apresentam maior probabilidade de formar um novo domicílio.

- As mulheres são mais propensas a saírem da casa dos pais, muitas vezes visando constituir um possível relacionamento.

- Os aluguéis formais são a principal escolha dos jovens independentes.

- À medida que envelhecem, os jovens são mais propensos à independência. No entanto, a partir de certa idade ocorre justamente o oposto – possivelmente uma situação de “conformismo”, de falta de alternativas ou de assistência dos jovens aos pais idosos.

Apesar do aumento da dependência, a pesquisa mostra que cerca de 70% dos chefes de famílias secundárias entre 21 e 30 anos querem constituir um domicílio independente. Segundo a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea Maria da Piedade Morais, uma das autoras do estudo, os jovens não conseguem a independência devido ao alto preço das prestações habitacionais ou por não terem condições financeiras. Também as políticas e condições de aquisição de imóvel não estão compatíveis com as realidades e os objetivos dos mais novos, que em alguns casos preferem dar prioridade aos estudos antes de arcar com prestações da casa própria, diz Maria.

O levantamento analisou ainda o nível de renda, o estado civil e o gênero, que afetam a saída dos jovens de casa. Quanto maior a escolaridade deles, mais tarde conseguem a independência. Tam­­bém a partir de uma idade mais avançada ocorre uma situação de “conformismo” da parte deles para a permanência no lar. O professor da Pontifícia Universidade Ca­­tólica do Paraná (PUCPR) Juliano Amui, mestre em Psicologia Analítica, acrescenta ainda o grande apego familiar como um fator para a dependência.

Nesses casos, a orientação do especialista é que, mesmo dentro da casa dos pais, esse jovem consiga manter uma autonomia. Já para os jovens que constituíram família, a orientação é que eles revejam se não têm condição financeira para constituir um novo lar. “Se está assumindo família, é importante que o jovem reveja esse ponto”, diz Amui. “Se não der, tem de impor limites à interferência dos pais.”

Oferta imobiliária

Uma dificuldade alegada por jovens é a falta de políticas públicas. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, não tem uma linha de crédito imobiliária específica para jovens. Segundo a Caixa, porém, eles podem se inserir em outras linhas. Atualmente, 45% dos financiamentos imobiliários são para pessoas de até 35 anos. “O jovem se identifica com as opções que oferecemos”, diz o gerente geral da Caixa em Curitiba, José Amilcar de Lucca Júnior.

O economista especializado no setor imobiliário Fábio Tadeu Araújo é contra políticas públicas específicas por idade. “Se tiver política de incentivo para o jovem, alguém vai pagar por isso e vai penalizar o restante da população.” Segundo Araújo, Curitiba tem uma grande quantidade de imóveis direcionados para os mais novos. A dificuldade, completa, é que às vezes os sonhos deles são incompatíveis com a renda.

Problema é achar imóvel que se encaixe no orçamento

Com o sonho da casa própria e a independência financeira ainda distantes, grande parte dos jovens adia cada vez mais a saída das casas dos pais. Os arquitetos Gustavo Chaiben e Cátia Branco, ambos de 25 anos, se casaram no final do ano passado e desde então dividem um quarto na casa dos pais dele, no bairro Água Verde, em Curitiba.

O jovem casal alega que já está procurando imóvel há um ano, mas ainda não conseguiu achar o apartamento nas condições desejadas nem com uma prestação compatível com o orçamento dos dois. “Pensamos que é melhor adiar um pouco a saída de casa enquanto analisamos bem o mercado. Enquanto isso, estamos juntando dinheiro para poder reduzir as prestações futuras”, conta Gustavo.

Volta ao lar

Muitos jovens até já tentaram a independência financeira, mas, devido aos altos custos, tiveram que voltar para as suas antigas residências. A professora de inglês Ana Rosado, de 30 anos, casou-se há cinco anos e passou a morar com seu marido na época. Três anos mais tarde, eles se separaram e passou a ser inviável para ela bancar uma casa sozinha. Enquanto estava casada, a divisão das contas do lar com o ex-marido tornava a empreitada possível, mas o divórcio fez com que ela precisasse voltar atrás. “Estava fazendo mestrado, então preferi priorizar meus estudos e ter estabilidade financeira voltando para a casa dos meus pais”, explica. Com o fim das aulas neste ano, ela planeja voltar a procurar imóveis.

Mesmo se planejando bastante e procurando intensamente boas condições de imóveis, alguns jovens pensam que o momento atual não é propício para a aquisição destes bens. A técnica de rádio Juliana Caimi, de 27 anos, está nesta busca há três anos. Ela conta que já pensou até em dividir um imóvel com amigos para viabilizar o desejo de morar sozinha, mas diz que mesmo assim não está fácil achar um aluguel ou parcelas que estejam compatíveis com o seu bolso.

Fonte: Gazeta do povo 05/04/2012

quarta-feira, abril 04, 2012

Atendimento na Rede Municipal de Ensino no feriado

A Secretaria Municipal da Educação comunica que escolas, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), Centros Municipais de Atendimento Especializado (CMAEs) e unidades de educação integral funcionam em horário normal nesta quinta-feira (5), e ficam fechadas na sexta-feira Santa (6). As atividades serão retomadas na segunda (9).

Os Faróis do Saber o Programa Comunidade Escola também não terão expediente neste recesso.

Confira o que abre e fecha no feriado de Páscoa

As repartições públicas municipais e as Ruas da Cidadania ficarão fechadas de quinta-feira (5) a domingo (8), durante o feriado da Páscoa. Os serviços voltam a funcionar normalmente na segunda-feira (9).

Confira o funcionamento dos demais serviços municipais na Páscoa:
Abastecimento - O Mercado Municipal abre normalmente na quinta-feira (5), das 7h às 18h. Na Sexta-feira Santa (6) o funcionamento será das 7h às 13h. No sábado (7) o atendimento será normal, das 7h às 18h, e domingo da Páscoa (8) o Mercado Municipal vai abrir das 7h às 13h.

As feiras livres, noturnas e gastronômicas funcionam normalmente na quinta (5) e no sábado (7). Na Sexta-feira Santa (6) e no domingo de Páscoa (8), o atendimento será facultativo. As feiras orgânicas funcionam normalmente só na quinta-feira (5). De sexta a domingo o atendimento será facultativo.

Os Sacolões da Família abrem normalmente na quinta (5) e no sábado (7). Sexta e domingo o atendimento é facultativo. No Mercado Regional Cajuru o funcionamento será normal na quinta-feira (5), das 9h às 19h. Na Sexta-feira Santa (6) o atendimento será das 7h às 13h. Sábado (7) o Mercado Regional vai abrir das 7h às 18h e no domingo das 7h às 13h.

No Varejão Capão Raso o atendimento será normal na quinta-feira (5) e facultativo na sexta e no sábado. No domingo somente o setor de hortifruti atenderá ao público. Os Armazéns da Família abrem normalmente na quinta-feira (5) e ficam fechados na sexta, sábado e domingo.

Os Restaurantes Populares fecham na quinta e só volta a abrir na segunda-feira, dia 9. Os pontos do Câmbio Verde funcionam na quinta-feira (5) e fecham de sexta a domingo. O Família Curitibana também só funciona até quinta-feira (5) e volta a abrir na segunda-feira (9).

Equipamentos da Urbs - O Mercado Central, que funciona na Rua da Cidadania Matriz, na praça Rui Barbosa, e o Shopping Popular, na avenida República Argentina, ao lado do terminal de ônibus do Portão, estarão fechados na Sexta-feira Santa (6).

No sábado (7), o Mercado Central estará aberto das 9h às 18h, e não funcionará no domingo de Páscoa (8). O Shopping Popular abre no sábado, no mesmo horário. A praça de alimentação fica aberta até às 21h. No domingo (8), o shopping abre das 9h às 14h.

Em função dos feriados de Páscoa e aniversário da cidade, não haverá atendimento ao público na Urbs nesta quinta e sexta-feira (dias 5 e 6). O atendimento voltará ao horário normal, das 8h30 às 17h, na segunda-feira (9).
Transporte coletivo - O horário será normal na quinta-feira (5). Na sexta-feira (6), no sábado (7) e no domingo (8), os ônibus vão cumprir tabela de fim de semana.

Saúde - As unidades básicas de saúde ficarão fechadas de quinta-feira (5) a domingo (8), voltando a funcionar normalmente na segunda-feira (9). Os Centros de Urgências Médicas funcionarão normalmente todos os dias, 24 horas, nos seguintes endereços:
• Centro de Urgências Médicas Sítio Cercado – Rua Levy Buquera, 158 – fone 3378-6405;
• Centro de Urgências Médicas Boa Vista – Avenida Paraná, 3654 – fone: 32511013
• Centro de Urgências Médicas Boqueirão – Rua Professora Maria Assumpção, 2.590 - fone 3277-3701;
• Centro de Urgências Médicas Pinheirinho – Rua Leon Nicolas, esquina com a Avenida Winston Churchill, ao lado da Rua da Cidadania;
• Centro de Urgências Médicas Fazendinha – Rua Carlos Klemtz, ao lado da Rua da Cidadania Fazendinha / Portão – fone 3314-5121;
• Centro de Urgências Médicas Campo Comprido – Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3.495 – fone 3285-1896.
• Centro de Urgências Médicas CIC – Rua Senador Accioly Filho, 3370 – fone 3314-5098.
• Centro de Urgências Médicas Cajuru - Rua Eng. Benedito Mário da Silva, esq. Ceilão – fone 3261-4026.

Fonte: http://www.cidadedoconhecimento.org.br 04/04/2012

terça-feira, abril 03, 2012

Ataque a caixa eletrônico é frustrado por socorristas do Siate; outro foi pelos ares

O trio já havia estendido a lona na frente da agência e se preparava para cortar um dos caixas eletrônicos, quando foi flagrado por socorritas de uma ambulância do Siate. Os bombeiros passavam pela Avenida Toaldo Túlio, no bairro São Braz em Curitiba, e avisaram a polícia. Era madrugada desta terça-feira (3).

Os marginais perceberam que seriam delatados pelos socorristas e resolveram fugir. Uma equipe do 13º Batalhão da Polícia Militar – a mesma que atendeu outro caso de caixa eletrônico cortado na semana passada – foi atrás dos ladrões. Eles foram presos num Fiat Palio branco em frente à fábrica da Bosh na Avenida Juscelino Kubitschek, Cidade Industrial de Curitiba.

Gabriel Olício de Oliveira, 34 anos, Helton Giovani Lemos, 19, e um adolescente de 17 anos, foram capturados e com eles apreendido o equipamento usado para cortar caixas eletrônicos. Oliveira mora em Curitiba, Lemos é de Joinville-SC e o menor de Araquari-SC.

"FOnte" Banda B

Os 3 amigos aposentados

Conversa entre três amigos com mais de 60 anos, já aposentados:

- O que você tá fazendo na vida, Oswaldo? (ex- executivo da Pirelli) - Eu montei uma recauchutadora de pneus. Não tem aquela estrutura e organização que havia quando eu trabalhava na Pirelli, mas vai indo muito bem.

- E você, José? (ex-gerente de vendas da Shell) - Eu abri um posto de gasolina. Evidentemente também não tenho a estrutura e a organização do tempo que eu trabalhava na Shell, mas estou progredindo.

- E você Marcos? (ex-funcionário do Congresso Nacional) - Eu montei um puteiro...
- Um puteiro???

- ÉÉÉÉÉÉ!!! Um puteiro!!! É claro que não é aquela zona toda que é o Congresso Nacional, mas também tá dando lucro!!!

Thomas, o gatão.

42% dos eleitores de Curitiba não sabem o que faz um vereador

Para que serve um vereador? 42% dos eleitores curitibanos não souberam responder a essa pergunta feita em um levantamento de opinião pelo Instituto Paraná Pesquisas, entre os dias 21 e 23 de março, a pedido da Gazeta do Povo. Apesar do porcentual elevado de cidadãos que desconhecem o trabalho da Câmara, os números do levantamento revelam, por outro lado, que a maioria dos eleitores (58%) afirma conhecer a função dos parlamentares municipais. Mas a percepção da maioria é de que o vereador tem de cumprir atividades que não são as principais que ele deveria desempenhar.

O que faz?

Legislar e fiscalizar o Executivo são principais atividades do vereador, segundo a Constituição

De acordo com o artigo nº 31 da Constituição Federal, cabe aos vereadores elaborar leis que são da competência do município (sistema tributário, serviços públicos, isenções e anistias fiscais, por exemplo).

Os legisladores municipais também têm o dever constitucional de fiscalizar a atuação do prefeito para assegurar o bom desempenho do Executivo. Outra função constitucional dos vereadores é exigir a prestação de contas dos gastos públicos da prefeituras.

Na prática porém, a função mais exercida pelos vereadores é “ponte” entre os cidadãos e o prefeito. Isso se dá principalmente por meio de um recurso legislativo chamado de “indicação” – um documento que o vereador envia à prefeitura ou a outro órgão municipal solicitando um pedido apresentado por um eleitor. Como não funcionam como lei, as indicações não exigem que o vereador faça consulta em plenário para apresentá-las ao prefeito. Cabe ao prefeito ou ao secretário municipal atender ou não à solicitação, sem que para isso precise ter sido apresentado algum projeto do vereador.

Desinformação

69% não sabem qual vereador representa o bairro em que mora

O levantamento de opinião realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas revela que, mesmo esperando que os vereadores levem investimentos para suas regiões, a maioria dos eleitores curitibanos (69%) não lembra o nome dos parlamentares que representam o bairro em que vive. A pesquisa ainda revela que, em uma escala um pouco menor, 55% dos eleitores não lembra nem sequer o nome de um vereador em Curitiba.

Para o cientista político Ricardo Oliveira, da UFPR, o dado é “preocupante”, pois mostra a falta de educação política do eleitor. Já o diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, acredita que os números devem servir como alerta. “Todos os anos fazemos pesquisas e esta realidade não muda. É preciso que o eleitor faça um mea culpa e tome consciência. É preciso muito cuidado antes de votar.”

Para 59% dos eleitores, o vereador tem de levar investimentos para o bairro que representa; e 50% acreditam que ele deve ser um intermediário entre a prefeitura e o cidadão. As práticas assistencialistas – como doação de cadeiras de rodas e remédios – ainda persistem no imaginário de uma parcela expressiva dos curitibanos como atividades dos vereadores (foram citadas por 29%). As funções constitucionais dos legisladores da cidade – fiscalizar a prefeitura e fazer leis – foram lembradas por apenas 27% e 14% dos eleitores, respectivamente.

Autopropaganda

O diretor do Instituto Pa­­­­­raná Pesquisas, Murilo Hi­­­dalgo, diz que o resultado do levantamento é fruto da propaganda que os vereadores fazem do próprio trabalho. “Quando uma obra é realizada, eles distribuem jornais e espalham faixas de agradecimento: ‘O vereador tal conseguiu esta obra’. É sinal de que esta estratégia funciona”, diz Hidalgo, que lembra que as obras são de responsabilidade da prefeitura.

Já o professor de Ciência Política Ricardo Oliveira, da UFPR, afirma que os números refletem a “cultura política nacional em que o eleitor espera obras e clientelismo, em lugar do exercício legislativo propriamente dito”.

Na mesma linha, o professor de Ciência Política Luís Domingos Costa, da Facinter, isenta o eleitor de culpa e diz que a percepção distorcida das funções do vereador nasce da estrutura institucional em que a Câmara Municipal repete o que faz o Congresso: funciona como um braço do Poder Executivo. “Há a mesma estratégia de fatiar o orçamento para concentrar recursos na região de influência de aliados. Por causa da omissão no cumprimento de sua principal missão, o eleitor não compreende que as tarefas de legislar e fiscalizar os demais poderes são as mais importantes”, diz Costa.

O cientista político da Fa­­cinter ressalta, no entanto que representar as comunidades e bairros também é, “em certa medida”, uma das funções dos vereadores. Apesar disso, Costa considera que o fato de a população esperar que essa seja a principal função do vereador é “sintoma da relação pouco saudável” entre os poderes. “O Legislativo funciona como um arrimo do Executivo, endossando o que a prefeitura faz de bom e de ruim.”


Cidadão reprova o trabalho da Câmara

O levantamento do Ins­­ti­­tuto Paraná Pesquisas pediu que os eleitores da capital atribuíssem, numa escala de zero a dez, uma nota para os atuais vereadores de Curitiba. A média final foi de 4,7. O índice expressa o alto grau de reprovação ao trabalho do Legislativo municipal, segundo os especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo.

“Os escândalos recentes contribuíram para o aumento da rejeição, pois no último mês tivemos o desfecho do desgastante caso Derosso e muitas greves dos servidores municipais que ficam expressas nesta rejeição dos eleitores”, diz o cientista político Ricardo Oliveira, da UFPR, se referindo à renúncia do ex-presidente da Casa João Cláudio Derosso após denúncias de irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara.

O diretor da Paraná Pes­­quisas, Murilo Hidalgo, concorda com a análise. “As notícias negativas divulgadas pela imprensa durante o último ano com certeza contribuíram para a reprovação.”

Já para o cientista político Luís Domingos Costa, da Facinter, os números são mais influenciados por uma impressão de longo prazo. “Por mais que os eleitores saibam que os vereadores levam os serviços públicos até eles, a percepção geral é de que que isto não ‘resolve a nossa vida’, pois o trabalho tem sido mal feito.”
Fonte: Gazeta do Povo 03/04/2012

segunda-feira, abril 02, 2012

Não falo com esse nojento!!!

José, caminhoneiro, passou muito tempo viajando e chegou em casa de
madrugada.
Como estava com saudade, correu pro quarto, agarrou a esposa e fez amor com ela três vezes.
Quando acabou foi para cozinha beber água.
Chegando lá viu a esposa tomando café.
Intrigado perguntou:
- Amor, você não estava no quarto nesse momento?
- Não, aquela é mamãe que veio me fazer companhia enquanto você viajava.
- Amor! Pelo amor de Deus! Você nem imagina o que aconteceu..
Cheguei morrendo de saudade sua, corri para o quarto, estava escuro, pensando que fosse você, transei 3 vezes com a sua mãe.
A esposa, indignada, foi correndo falar com a mãe.
- Mãe! É verdade que o José transou 3 vezes com você, pensando que fosse eu?
- Foi.
- E a senhora não disse nada?

- Você sabe muito bem que eu não falo com esse nojento !
- Nem fodendo....rsrsrsrs .kkkkkkkk

Thomas, o gatão

Câmara aprova reajuste de quase 20% para professores da rede municipal de Curitiba

A Câmara Municipal de Curitiba aprovou, em primeiro turno, o aumento de salário para os professores da rede municipal de ensino, na sessão desta segunda-feira (02). Além do reajuste de 10%, concedido a todos os servidores municipais na semana passada, a classe terá aumento de 8,69%, atingindo um total de 19,56% de aumento a partir deste mês.

A proposta, enviada à Câmara pelo prefeito Luciano Ducci (PSB) e negociada junto ao Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac), prevê que os servidores da educação no município passem a receber, como piso salarial, o valor de R$ 1.434,62 por uma jornada de 20 horas semanais.

De acordo com a diretora do Sismmac, Silmara Carvalho, a grande conquista da classe foi reverter a porcentagem que seria destinada à gratificação pelo Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ) em valores que serão incorporados como aumento real nos vencimentos. "Nós somos contra essa política de gratificação porque ela é ligada à meritocracia", afirmou Silmara.

Segundo com a representante, as perdas históricas da categoria ao longo dos últimos 15 anos somava 14,08%. Com o reajuste, essas perdas foram repostas e reduzidas a praticamente zero. "Agora começa a nossa luta por aumento real", destacou. "Ainda não estamos plenamente satisfeitos", emendou.

Para a vereadora Professora Josete, a mobilização dos professores foi indispensável para a conquista do reajuste. A parlamentar criticou a postura do Executivo em não conceder a todos os servidores municipais o mesmo reajuste aprovado para os trabalhadores do magistério. "Em ano eleitoral as coisas funcionam diferente. É uma conquista para os professores, mas acho que ela deveria se estender pára todos os outros servidores", comentou.

Novos reajustes

Para o líder do prefeito na Câmara Municipal de Curitiba, vereador Roberto Hinça (PSD), o aumento para todos os servidores municipais foi satisfatório. "O prefeito é funcionário de carreira e conhece bem a realidade de todos os servidores", disse. Hinça informou que o projeto de lei que prevê aumento de salário para os funcionários do setor de finanças da Prefeitura deve ser votado até a próxima quarta-feira.

"Fonte" Banda B

domingo, abril 01, 2012

Alta gastronomia integra a 21ª edição do Festival de Curitiba

astronomix ocorre neste domingo (1º), a partir das 11h.
Chef Simone Berti dará dicas de culinária às 14h.

Nem só de teatro é feito o Festival de Curitiba. Nestes 21 anos do evento, outras programações foram inseridas como Mostra de cinema, espetáculos de comédias, shows de mágica e malabares e o Gastronomix, que é um espaço gastronômico onde o público pode apreciar diferentes pratos da alta culinária em pequenas porções. Este é o quarto ano da atração gastronômica no Festival.
O Gastronomix ocorre no Museu Oscar Niemeyer(MON), onde foram montadas 14 barraquinhas com as mais variadas opções. A ideia é saborear vários pratos e temperos em um só lugar. E os chefs são todos de renome nacional

Gatronomix começa às 11h deste domingo (1º), no Museu Oscar Niemeyer (Foto: Adriano Gomes/ RPC TV)
Neste sábado (31), o chef convidado foi Murakami, do Restaurante Kinoshita, que fica em São Paulo. Já neste domingo (1º), a partir das 14h, os visitante podem aprendem dicas de culinárias com a chef Simone Berti, do restaurante Wanchako, que fica em Maceio.

Quem decidir transferir o almoço de domingo para o Gastronimix também poderá apreciar boa música acompanhada de bons vinhos e cerveja.

"Fonte"G1

MEMÓRIA, Há 45 anos, “Robertão” batizava o futebol do PR

Paulo Vecchio, 69 anos, um dos destaques do Ferroviário, não vacila ao lembrar de 1967: “Não foi brincadeira”

Na 1ª inserção de fato do estado no cenário nacional, Ferroviário, na época o bicampeão paranaense, conhecia o abismo entre o futebol local e os grandes do país

Há 45 anos, o Ferroviário tirava o Paraná da periferia nacional ao disputar o Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Uma primeira jornada diante dos grandes clubes do país que representou um duro choque de realidade para o então bicampeão estadual.

Antes dessa inserção, o estado havia disputado a Taça Brasil, como o Atlético, em 1959, mas sempre sem ultrapassar a fase regional, diante de catarinenses e gaúchos. Foi com o embrião paranista que o Sul deixou de ser o limite.
Entre os meses de março e maio de 1967, foram 14 partidas e nenhuma vitória do Boca-Negra – quatro empates e oito derrotas, com nove gols marcados e 26 sofridos. “Nosso time sentiu a diferença, pois estávamos acostumados com o campeonato local que, naturalmente, era menos exigente”, relembra o atacante Paulo Vec­­­­chio, autor de dois gols na competição. Hoje aos 69 anos, ele trabalha na Caixa Econômica Federal.

Também avante, Fer­­nan­do Augusto, 76, hoje funcionário do Paraná (clube que tem o Ferroviário entre os an­­tepassados) na sede da Ave­­nida Presidente Kennedy, re­­corda do contato com as estrelas daquele tempo – um intercâmbio inédito e marcante. “Enfrentamos o Santos de Pelé, o Cruzeiro de Tostão, o Corinthians de Rivelino, o Botafogo de Gérson. Não foi brincadeira”. O Palmeiras, de Djalma Santos e Ademir da Guia, levantou o caneco.

Tratava-se da primeira edi­­ção do Robertão, criado como uma versão ampliada do Torneio Rio–São Paulo. Em um primeiro momento, sem prestígio, o Paraná estava fora dos planos. Mas uma manobra de José Milani, presidente da Federação Paranaense de Futebol, incluiu o time da Rede Ferroviária Federal no certame.

Um dos argumentos do dirigente era de que os clubes do Sudeste teriam de cru­­zar o estado para enfren­­tar os gaúchos Grêmio e In­­­­ter­­nacional. Logo, não se­­ria problema passar por Curitiba. De quebra, a medida refor­­çaria o caráter nacional do campeonato.

“Nós tínhamos por aqui amistosos eventuais. Receber uma competição desse porte foi diferente. Eu morava no centro, ia a pé para a Vila Capanema, pela Rua João Negrão. Lembro do frio no estádio, que acabou acompanhando os resultados”, recorda o publicitário Ernani Buchmann, torcedor do Ferroviário e ex-presidente do Paraná (1996-97).

O desempenho ruim dos comandados do técnico Marinho pode ser explicado, em parte, pela decisão da diretoria de não reforçar o elenco com o empréstimo de atletas dos coirmãos – estratégia comum na época e utilizada pelo Furacão para a disputa do ano seguinte. Nem mesmo contratações foram feitas.

Apoio extra só veio das arquibancadas do Durival Britto. Até um slogan foi lan­­çado e ganhou às ruas: “Estamos com o Boca no Ro­­bertão, pelo progresso do futebol do Paraná”. As torcidas de Atlético e Coritiba, entre outras, mandaram as suas “charangas” para os jogos.

“O Ferroviário tinha uma grande torcida e as partidas receberam ótimos públicos, com rendas recordes. E ainda contou com a curiosidade dos demais torcedores da capital. Foi uma manifestação muito bonita”, diz Airton Cordeiro, colunista da Gazeta do Povo, narrador na época.

"Fonte" Gazeta do Povo