Um servente de pedreiro, de 24 anos, foi preso pela Polícia Militar após supostamente ter violentado sexualmente a própria filha, de apenas um ano, na noite de sexta-feira (16) no Tatuquara, em Curitiba. De acordo com a mãe da menina, identificada como Graciene, ela queria ter dado a queixa imediatamente, mas foi mantida presa e teria apanhado do marido.
Segundo Graciene, o casal estava casado há apenas dois meses, mas que ela é filha de sangue do pedreiro. “Ela foi violentada e eu percebi que ela estava machucada quando fui trocar a fralda. Após isso ele não disse nada e só dava risada”, afirma.
O irmão de Graciane e tio da menina, diz que sua irmã ligou desesperada para ele falando que tinha ocorrido o estupro. “Ele ameaçou minha irmã com faca e, pelas marcas, ficou claro que teria ocorrido o estupro”, disse.
Segundo ele, o casal teria uma relação tranquila e que ele parecia uma pessoa calma. “Havia desavença entre eles, mas coisas normais entre casais”, completou.
O acusado foi encaminhado ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (Ciac-Sul) e a menina ao Hospital Pequeno Príncipe, para realizar exames.
"Fonte" Banda B
domingo, março 18, 2012
sábado, março 17, 2012
Desaparecimento de curitibano completa dez dias e mistério aumenta com a falta de pistas
O desaparecimento do curitibano morador em Pinhais, região metropolitana, Danilo Jacomini Pitol, de 32 anos, completou dez dias neste sábado (17). O superintendente de uma multinacional foi à praia de Ferrugem, no município de Garopaba, em Santa Catarina, passar férias, e não foi mais visto. Isso aconteceu depois dele ir tirar uma foto da praia em cima de um morro. Há dois dias, a reportagem da Banda B tenta contato com o delegado Luiz Carlos Cardoso Jeremias Filho, responsável pelo caso, sem sucesso.
Arquivo Familiar
Ontem, a reportagem foi informada que Jeremias Filho estava num trabalho de campo, possivelmente relacionado ao caso de Danilo. Entramos em contato com a família que disse não saber nenhuma novidade. Momentos depois, em nova ligação à polícia, fomos avisados que o delegado estava viajando.
Já na manhã de hoje, em novo contato, novamente o delegado não estava. Questionado sobre o caso de Danilo, o plantonista que nos atendeu foi sucinto: “nenhuma pista”. Com a mudança da maré, existia a expectativa da hipótese de Danilo ter morrido afogado (principal linha de investigação da polícia) ser confirmada. Entretanto, o corpo do rapaz não foi encontrado e o mistério no caso aumenta.
Versão da família
A família de Danilo acredita na hipótese de crime e ainda diz que foi mal tratada pelos moradores de Garopaba (SC).
A tia de Danilo, Nádia Furlan, contou à Banda B que a família fazia varreduras nos morros em busca do corpo da vítima, quando foi “convidada a se retirar” pela comunidade. “Eles alegam que estávamos fazendo um agito na praia, que é um local que não tem violência”, disse.
Na ocasião do desaparecimento, Danilo carregava uma máquina fotográfica de cerca de R$ 5 mil, o que leva a família a crer que pode se tratar de um assalto. “Existe está hipótese e no começo a polícia trabalhava com ela. O que nos pega de surpresa é que um depoimento feito cinco dias depois muda totalmente o rumo das investigações”, protestou Nádia.
Depoimento surfista
O depoimento ao qual a família se refere é o de um surfista, feito quatro dias depois do desaparecimento.
Em entrevista à Banda B, o delegado Jeremias Filho foi questionado sobre a demora dos surfistas em terem prestado depoimento. Ele deu sua versão. “O comandante do Corpo de Bombeiros nos passou esta informação na segunda-feira (12) e confirmou que surfistas teriam visto este homem naquele dia, na hora aproximada, caindo na água. Como não encontraram o corpo, acharam que ele tinha saído sozinho do mar. Quando viram as informações na mídia, procuraram a polícia”, ponderou
A Banda B segue apurando o caso até uma solução sobre onde está Danilo.
"Fonte" Banda B
Secretaria de Saúde do PR confirma quatro casos de botulismo no estado
A Secretaria de Saúde (Sesa) do Paraná confirmou, nesta sexta-feira (16), quatro casos de botulismo que envolvem pessoas que consumiram o Salsichão Piquiri. Três das vítimas foram diagnosticadas com a doença em Alto Piquiri e outra em Iporã, no noroeste do estado. Os casos foram registrados entre janeiro e fevereiro de 2012. Dentre as vítimas, duas morreram e outra está internada no hospital. A quarta vítima já teve alta.
Durante o processo de investigação, a Vigilância Sanitária determinou a interdição do lote suspeito do salsichão, produzido pela Indústria e Comércio de Carnes e Frios Richter Ltda. Ao todo, foram apreendidos e incinerados 934 kg do produto. A empresa também foi orientada a parar a produção até que possa entregar ao comércio o produto seguro para consumo.
Secretaria orienta os consumidores que não comprem produtos sem o selo de inspeção. Outra medida para evitar os casos de botulismo é, sempre que possível, cozinhar, assar ou fritar o produto antes de consumir e observar bem o local de venda para saber se ele foi acondicionado corretamente. Conforme a Sesa, na região onde ocorreu o problema, as pessoas costumam consumir as salsichas cruas.
Fiscalização
Para evitar novos casos, a Sesa prometeu intensificar a fiscalização nas empresas que trabalham com produtos de origem animal. Para a secretaria, os casos de botulismo mostraram que é preciso fazer com que as empresas orientem melhor os consumidores quanto aos riscos dos produtos. Outra medida será o controle dos aditivos e conservantes dos derivados de animais.
Em entrevista à RPC TV, no dia 22 de fevereiro, o advogado da Richter, Ângelo Degan, informou que "a empresa se prontifica ressarcir o eventual prejuízo causado pelo produto".
"Fonte"G1
Durante o processo de investigação, a Vigilância Sanitária determinou a interdição do lote suspeito do salsichão, produzido pela Indústria e Comércio de Carnes e Frios Richter Ltda. Ao todo, foram apreendidos e incinerados 934 kg do produto. A empresa também foi orientada a parar a produção até que possa entregar ao comércio o produto seguro para consumo.
Secretaria orienta os consumidores que não comprem produtos sem o selo de inspeção. Outra medida para evitar os casos de botulismo é, sempre que possível, cozinhar, assar ou fritar o produto antes de consumir e observar bem o local de venda para saber se ele foi acondicionado corretamente. Conforme a Sesa, na região onde ocorreu o problema, as pessoas costumam consumir as salsichas cruas.
Fiscalização
Para evitar novos casos, a Sesa prometeu intensificar a fiscalização nas empresas que trabalham com produtos de origem animal. Para a secretaria, os casos de botulismo mostraram que é preciso fazer com que as empresas orientem melhor os consumidores quanto aos riscos dos produtos. Outra medida será o controle dos aditivos e conservantes dos derivados de animais.
Em entrevista à RPC TV, no dia 22 de fevereiro, o advogado da Richter, Ângelo Degan, informou que "a empresa se prontifica ressarcir o eventual prejuízo causado pelo produto".
"Fonte"G1
sexta-feira, março 16, 2012
Porto de Paranaguá terá novo superintendente
O governador Beto Richa indicou o administrador de empresas Luiz Henrique Dividino para assumir a superintendência da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Dividino será empossado na próxima segunda-feira (19), às 11h, em substituição a Airton Maron.
“O objetivo desta mudança é acelerar os investimento e os projetos de modernização do Porto de Paranaguá”, afirmou o governador. “Vencemos a primeira etapa, com excelentes números no ano passado, mas queremos impor um ritmo ainda mais acelerado de mudanças”, disse Richa.
O secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirmou que o processo de transição no porto ocorre em ambiente tranqüilo, de muito diálogo e abertura. “Estamos aproveitando um profissional com muita experiência para impor um ritmo mais acelerado aos projetos. Queremos ter o quanto antes, um porto mais moderno e mais ágil”, disse.
PERFIL - Luiz Henrique Dividino é curitibano e atualmente ocupa a função de diretor-presidente do terminal portuário privado da Ponta do Félix, em Antonina. Ele tem 48 anos e atua na área portuária há 24 anos.
Dividino iniciou a vida profissional no porto de Santos (SP) e trabalhou por 14 anos no Porto de Paranaguá. Entre outras funções, atuou nas áreas de planejamento, de tecnologia, comercial e foi diretor de operações do terminal paranaense.
O novo superintendente elogiou os projetos do governo para os portos de Paranaguá e Antonina. Segundo ele haverá total empenho para trazer as respostas esperadas pelos usuários do terminal marítimo.
“A iniciativa privada espera um ritmo forte de investimentos e é isso que vamos fazer”, disse Dividino. Segundo ele, entre as prioridades estão descongestionar e acelerar os procedimentos logísticos e promover mudanças em processos e equipamentos.
Dividino disse que também vai trabalhar na reativação do porto de Antonina. “Há espaço para o porto de Antonina e o governo já está trabalhando nisso, trazendo empresas”.
"Fonte" APPA
“O objetivo desta mudança é acelerar os investimento e os projetos de modernização do Porto de Paranaguá”, afirmou o governador. “Vencemos a primeira etapa, com excelentes números no ano passado, mas queremos impor um ritmo ainda mais acelerado de mudanças”, disse Richa.
O secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirmou que o processo de transição no porto ocorre em ambiente tranqüilo, de muito diálogo e abertura. “Estamos aproveitando um profissional com muita experiência para impor um ritmo mais acelerado aos projetos. Queremos ter o quanto antes, um porto mais moderno e mais ágil”, disse.
PERFIL - Luiz Henrique Dividino é curitibano e atualmente ocupa a função de diretor-presidente do terminal portuário privado da Ponta do Félix, em Antonina. Ele tem 48 anos e atua na área portuária há 24 anos.
Dividino iniciou a vida profissional no porto de Santos (SP) e trabalhou por 14 anos no Porto de Paranaguá. Entre outras funções, atuou nas áreas de planejamento, de tecnologia, comercial e foi diretor de operações do terminal paranaense.
O novo superintendente elogiou os projetos do governo para os portos de Paranaguá e Antonina. Segundo ele haverá total empenho para trazer as respostas esperadas pelos usuários do terminal marítimo.
“A iniciativa privada espera um ritmo forte de investimentos e é isso que vamos fazer”, disse Dividino. Segundo ele, entre as prioridades estão descongestionar e acelerar os procedimentos logísticos e promover mudanças em processos e equipamentos.
Dividino disse que também vai trabalhar na reativação do porto de Antonina. “Há espaço para o porto de Antonina e o governo já está trabalhando nisso, trazendo empresas”.
"Fonte" APPA
Proposta discutida em reunião foi apresentada por sindicatos
A Prefeitura de Curitiba recebeu nesta quarta-feira (14) os representantes dos sindicatos do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) e dos Servidores Públicos Municipais (Sismuc). Durante a reunião, os sindicatos propuseram a suspensão da greve e continuação das negociações, se a Prefeitura aceitasse três condicionantes propostas pelos sindicalistas.
Ficou acordado que seriam aceitas as condições de formação de uma comissão de estudos com a presença das secretárias da Educação, Liliane Casagrande Sabbag, e de Recursos Humanos, Maria do Carmo de Oliveira, para formular uma proposta voltada à incorporação do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ) dos professores no vencimento básico; a conclusão dos estudos até o dia 21 de março e o compromisso de avançar na proposta, considerando os valores já destinados ao PPQ. Uma reunião já está marcada para o dia 19, às 16h.
A reunião realizada em função da greve dos professores foi marcada pelo debate sobre as cláusulas econômicas da pauta de reivindicações dos dois sindicatos. No dia 8 de março, o Sismmac aceitou debater o PPQ dos professores no dia 13, mas nesta reunião, véspera da data prevista para a greve dos professores, os sindicalistas suspenderam as negociações com a Prefeitura.
Os dirigentes da Prefeitura ressaltaram aos representantes dos sindicatos que os estudos serão feitos com base nos valores já estabelecidos para o programa, o qual prevê um ganho imediato de até R$ 275,00 por mês, mas que incorporado, conforme pedido do sindicato, ficará abaixo desse valor. O PPQ é uma medida de valorização dos profissionais do magistério. O decreto de implantação do PPQ já foi publicado e, se houver mudanças, poderá ser revisto. Os dirigentes do Sismmac se posicionaram contrários ao PPQ.
"Fonte"www.curitiba.pr.gov.br
Ficou acordado que seriam aceitas as condições de formação de uma comissão de estudos com a presença das secretárias da Educação, Liliane Casagrande Sabbag, e de Recursos Humanos, Maria do Carmo de Oliveira, para formular uma proposta voltada à incorporação do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ) dos professores no vencimento básico; a conclusão dos estudos até o dia 21 de março e o compromisso de avançar na proposta, considerando os valores já destinados ao PPQ. Uma reunião já está marcada para o dia 19, às 16h.
A reunião realizada em função da greve dos professores foi marcada pelo debate sobre as cláusulas econômicas da pauta de reivindicações dos dois sindicatos. No dia 8 de março, o Sismmac aceitou debater o PPQ dos professores no dia 13, mas nesta reunião, véspera da data prevista para a greve dos professores, os sindicalistas suspenderam as negociações com a Prefeitura.
Os dirigentes da Prefeitura ressaltaram aos representantes dos sindicatos que os estudos serão feitos com base nos valores já estabelecidos para o programa, o qual prevê um ganho imediato de até R$ 275,00 por mês, mas que incorporado, conforme pedido do sindicato, ficará abaixo desse valor. O PPQ é uma medida de valorização dos profissionais do magistério. O decreto de implantação do PPQ já foi publicado e, se houver mudanças, poderá ser revisto. Os dirigentes do Sismmac se posicionaram contrários ao PPQ.
"Fonte"www.curitiba.pr.gov.br
Governo nomeia mais 2.047 professores e prepara novo concurso
O governador Beto Richa assinou nesta quinta-feira (15) a nomeação de 2.047 professores para a rede pública estadual. Com isso, chega a 11.563 mil o número de docentes contratados apenas neste ano. Os novos contratados foram aprovados no concurso realizado em 2007, que expira esta semana. Por isso, a Secretaria da Educação já começa a organizar um novo concurso, a ser realizado ainda este ano.
“Não vamos medir esforços para garantir um ensino de excelência no Paraná”, disse o governador. Ele destacou que a educação é instrumento fundamental de emancipação humana e de transformação da sociedade para melhor.
Richa já havia nomeado em fevereiro 9.516 professores. No ano passado, o governo contratou outros 2,5 mil professores e 4,5 mil funcionários para a educação.
Os que assumem agora entram para o quadro estável de servidores do Estado para atuar no ensino fundamental e médio, e receberão salário de R$ 1.748,00, mais R$ 509,00 como vale transporte.
De acordo com o secretário da Educação, Flávio Arns, com os reajustes previstos para maio e outubro, o salário base passará de R$ 2 mil e o teto, que hoje é de R$ 6 mil, chegará a R$ 7 mil. “Ser professor voltou a valer a pena”, comentou Arns. Ele disse que a oferta de boas perspectivas de carreira mostra que o governo está empenhado na valorização do professor.
Em 15 meses de gestão, o governo Beto Richa contratou 19.573 servidores para a área da educação, que emprega cerca de 80 mil em todo o Estado. A contratação de concursados, de acordo com o secretário Arns, garante mais estabilidade e um plano de carreira, no qual a mobilidade vai depender da atuação e dos cursos que o professor fizer.
Os professores nomeados agora tomam posse a partir da semana que vem, iniciando em seguida as atividades em sala de aula.
"Fonte"AEN
“Não vamos medir esforços para garantir um ensino de excelência no Paraná”, disse o governador. Ele destacou que a educação é instrumento fundamental de emancipação humana e de transformação da sociedade para melhor.
Richa já havia nomeado em fevereiro 9.516 professores. No ano passado, o governo contratou outros 2,5 mil professores e 4,5 mil funcionários para a educação.
Os que assumem agora entram para o quadro estável de servidores do Estado para atuar no ensino fundamental e médio, e receberão salário de R$ 1.748,00, mais R$ 509,00 como vale transporte.
De acordo com o secretário da Educação, Flávio Arns, com os reajustes previstos para maio e outubro, o salário base passará de R$ 2 mil e o teto, que hoje é de R$ 6 mil, chegará a R$ 7 mil. “Ser professor voltou a valer a pena”, comentou Arns. Ele disse que a oferta de boas perspectivas de carreira mostra que o governo está empenhado na valorização do professor.
Em 15 meses de gestão, o governo Beto Richa contratou 19.573 servidores para a área da educação, que emprega cerca de 80 mil em todo o Estado. A contratação de concursados, de acordo com o secretário Arns, garante mais estabilidade e um plano de carreira, no qual a mobilidade vai depender da atuação e dos cursos que o professor fizer.
Os professores nomeados agora tomam posse a partir da semana que vem, iniciando em seguida as atividades em sala de aula.
"Fonte"AEN
quinta-feira, março 15, 2012
Professores da rede estadual fazem dia de paralisação nesta quinta-feira
Aproximadamente 1,3 milhão de alunos da rede estadual de ensino do Paraná estão sem aulas nesta quinta-feira (15) por causa da paralisação dos professores. A suspensão das atividades nas escolas do Paraná ocorre somente nesta quinta, diferentemente de outros estados em que a paralisação começou na quarta-feira (14) e estenderá até a sexta-feira (16).
O principal motivo da mobilização é o reajuste salarial, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato). O piso salarial estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) é de R$ 1.451 para professores com ensino médio, para uma jornada de 40 horas. No Paraná, no entanto, os professores da rede estadual já têm curso superior e o salário inicial para esses docentes é de R$ 1.748,06 (para uma jornada de 40 horas). O piso oficial para quem tem apenas ensino médio seria de R$ 1.233, apesar de nenhum professor receba esse valor no estado. Mesmo assim, a APP quer que o governo adote o reajuste de 22,22% aplicado ao piso nacional, que o levou de R$ 1.451, em fevereiro, aos R$ 1.748,06.
Os professores reivindicam também que um terço do tempo de trabalho possa ser utilizado na preparação e pesquisa para a elaboração das aulas. Outro pedido é para que haja melhorias no atendimento de saúde dos profissionais. Mudanças no plano de cargos e salários dos professores da rede estadual e o pedido para que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) sejam investidos em educação também fazem parte da pauta de reivindicações.
Haverá aula normal nas escolas estaduais na sexta-feira (16) e será feita a avaliação do movimento desta quinta-feira. Os professores farão debates sobre as reivindicações da categoria com os estudantes.
Passeata
A categoria estava concentrada na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba, na manhã desta quinta-feira, por volta das 8h45. Os sindicalistas esperam a adesão à paralisação dos 83 mil professores do estado, que lecionam em 2.136 escolas da rede estadual.
Uma passeata está prevista para começar por volta das 9 horas. Os professores seguirão até o Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, no Centro Cívico. Uma reunião entre uma comissão do sindicato e membros do governo está marcada para as 11 horas.
Fonte: Gazeta do Povo 15/03/2012
O principal motivo da mobilização é o reajuste salarial, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato). O piso salarial estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) é de R$ 1.451 para professores com ensino médio, para uma jornada de 40 horas. No Paraná, no entanto, os professores da rede estadual já têm curso superior e o salário inicial para esses docentes é de R$ 1.748,06 (para uma jornada de 40 horas). O piso oficial para quem tem apenas ensino médio seria de R$ 1.233, apesar de nenhum professor receba esse valor no estado. Mesmo assim, a APP quer que o governo adote o reajuste de 22,22% aplicado ao piso nacional, que o levou de R$ 1.451, em fevereiro, aos R$ 1.748,06.
Os professores reivindicam também que um terço do tempo de trabalho possa ser utilizado na preparação e pesquisa para a elaboração das aulas. Outro pedido é para que haja melhorias no atendimento de saúde dos profissionais. Mudanças no plano de cargos e salários dos professores da rede estadual e o pedido para que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) sejam investidos em educação também fazem parte da pauta de reivindicações.
Haverá aula normal nas escolas estaduais na sexta-feira (16) e será feita a avaliação do movimento desta quinta-feira. Os professores farão debates sobre as reivindicações da categoria com os estudantes.
Passeata
A categoria estava concentrada na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba, na manhã desta quinta-feira, por volta das 8h45. Os sindicalistas esperam a adesão à paralisação dos 83 mil professores do estado, que lecionam em 2.136 escolas da rede estadual.
Uma passeata está prevista para começar por volta das 9 horas. Os professores seguirão até o Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, no Centro Cívico. Uma reunião entre uma comissão do sindicato e membros do governo está marcada para as 11 horas.
Fonte: Gazeta do Povo 15/03/2012
quarta-feira, março 14, 2012
Acidente grave no Parolin
Um grave acidente deixou uma pessoa morta e uma criança ferida na tarde desta quarta-feira (14) no bairro Parolin, em Curitiba. Um caminhão que trafegava pela Rua Brigadeiro Franco, quase na esquina da Rua Eugênio Parolin, por volta das 13h30, não conseguiu chegar até o topo de uma ladeira, acabou perdendo o freio e desceu a rua batendo em outros seis carros que estavam no local.
O caminhão atingiu também um poste da rua, que caiu e deixou os fios da rede elétrica expostos. Uma mulher de 30 anos que passava pelo local após a acidente acabou encostando nos fios e morreu no local. Uma menina, de 10 anos, também teve contato com os fios e foi encaminhada para o Hospital Evangélico. A criança teve queimaduras de primeiro e segundo graus, principalmente nos pés, mãos e na perna, e seu estado de saúde é estável.
O motorista do caminhão, Miguel Ribeiro, de 35 anos, contou que carregava uma carga de aproximadamente 1,7 toneladas. Ele havia recém chegado da cidade de Arapongas, no Norte do Paraná, e que fazia a primeira entrega de colchões em Curitiba para a empresa que trabalha há 9 meses.
"Estava subindo a rua em segunda marcha, sem força. Quando fui engatar a primeira, a marcha não foi e eu perdi o freio", contou Ribeiro. O caminhão desceu, desgovernado, por cerca de 500 metros da rua, até parar próximo à Associação de Moradores do Parolin.
A prestadora de serviços imobiliários Gisleine Marchiorato, uma das motoristas envolvidas no acidente, contou que, quando viu, o caminhão estava descendo na direção de vários carros. "Alguns motoristas saíram dos veículos, outros tentaram manobrar para a outra pista. O caminhão trouxe uma Kombi e um Fiesta para cima do meu carro", disse.
Energia
Por causa do acidente, cerca de 90 casas e estabelecimentos da região do Parolin estão sem energia elétrica na tarde desta quarta-feira, segundo a Copel.
Fundionários da Companhia estão no local para reestabelecer o sistema.
Fonte: Gazeta do Povo
O caminhão atingiu também um poste da rua, que caiu e deixou os fios da rede elétrica expostos. Uma mulher de 30 anos que passava pelo local após a acidente acabou encostando nos fios e morreu no local. Uma menina, de 10 anos, também teve contato com os fios e foi encaminhada para o Hospital Evangélico. A criança teve queimaduras de primeiro e segundo graus, principalmente nos pés, mãos e na perna, e seu estado de saúde é estável.
O motorista do caminhão, Miguel Ribeiro, de 35 anos, contou que carregava uma carga de aproximadamente 1,7 toneladas. Ele havia recém chegado da cidade de Arapongas, no Norte do Paraná, e que fazia a primeira entrega de colchões em Curitiba para a empresa que trabalha há 9 meses.
"Estava subindo a rua em segunda marcha, sem força. Quando fui engatar a primeira, a marcha não foi e eu perdi o freio", contou Ribeiro. O caminhão desceu, desgovernado, por cerca de 500 metros da rua, até parar próximo à Associação de Moradores do Parolin.
A prestadora de serviços imobiliários Gisleine Marchiorato, uma das motoristas envolvidas no acidente, contou que, quando viu, o caminhão estava descendo na direção de vários carros. "Alguns motoristas saíram dos veículos, outros tentaram manobrar para a outra pista. O caminhão trouxe uma Kombi e um Fiesta para cima do meu carro", disse.
Energia
Por causa do acidente, cerca de 90 casas e estabelecimentos da região do Parolin estão sem energia elétrica na tarde desta quarta-feira, segundo a Copel.
Fundionários da Companhia estão no local para reestabelecer o sistema.
Fonte: Gazeta do Povo
Professores insatisfeitos param tudo
A greve dos professores e dos servidores das escolas municipais de Curitiba começou nesta quarta-feira (14) com uma passeata que reuniu mais de três mil pessoas, segundo agentes da Secretaria de Trânsito de Curitiba (Setran). Os manifestantes saíram da Praça Santos Andrade às 10h30 e chegaram à prefeitura, no Centro Cívico, perto do meio-dia. As categorias foram mobilizadas pelo Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) e pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc).
Segundo dados da prefeitura, das 181 escolas municipais de ensino fundamental, 77 fecharam e 3.400 professores da rede municipal de ensino aderiram à greve. Ao contrário da expectativa do Sismuc, por outro lado, os servidores municipais de outras áreas não entraram em greve - apenas 13 funcionários da Saúde se uniram à mobilização dos professores e não trabalharam hoje.
Escolas
No Centro de Educação Infantil Professor José Wanderly Dias, no Barreirinha, por exemplo, apenas os funcionários com função administrativa trabalharam nesta quarta, assim como na Ayrton Senna da Silva, no Cajuru. Segundo funcionários das escolas, a orientação que estava sendo passada para os pais é a de observar o noticiário para saber quando as aulas voltam ao normal.
Mesmo em escolas que não tiveram todos os professores na greve, as aulas foram interrompidas e, por opção dos próprios pais, os alunos não ficaram no colégio. É o caso da Escola Ritta Anna, no Cajuru.
Outras instituições não pararam, como a Escola Municipal Professora Jurandyr Baggio Mockell, no Pinheirinho, e a Vila Torres, no Prado Velho. Segundo a diretora Cristina Estela da Silva, da escola Vila Torres, foi feita uma votação a respeito da adesão à greve e a maior parte dos professores decidiu continuar com as aulas normalmente até o fim da semana. “Tiveram alguns que faltaram, mas isso não atrapalhou o andamento das aulas, pois outros professores de área assumiram as outras turmas”, diz.
Depois de um encontro marcado com representantes da prefeitura, os sindicalistas pretendem decidir até a noite desta quarta-feira se continuam a greve ou não.
Reivindicações
Os professores querem que o piso salarial de R$1.199,64 pago pela prefeitura a docentes com curso superior em uma jornada de 20 horas seja aumentado para R$ 1.800. A prefeitura anunciou em 29 de fevereiro que vai aumentar esse valor para R$ 1.319,90, mas os sindicalistas consideram o reajuste insuficiente.
A interpretação feita pelo Sismmac é a de que, se o piso nacional sugerido pelo Ministério da Educação (MEC) para um professor com ensino médio para uma jornada de 20 horas é de R$ 725,50, um professor com curso superior deve receber no mínimo R$ 1.800 para a mesma carga horária de trabalho no início de carreira. Os sindicatos consideram ainda que a quantia divulgada pelo MEC serve apenas de orientação para cidades mais pobres, o que não é o caso de Curitiba.
“É claro que a gente não consegue dar um salto R$ 1199,64 para R$ 1.800”, afirmou a secretária municipal da Educação, Liliane Sabbag. Segundo ela, com o reajuste de 10% e o pagamento de uma gratificação de pelo menos R$ 275 mensais do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), o salário dos professores para 20 horas de trabalho chegará a R$ 1594,90. Os sindicalistas, no entanto, alegam perdas salariais acumuladas e insistem no aumento do piso para R$ 1.800. Segundo o Sismmac, como a Secretaria Municipal da Educação não apresentou novas propostas, a categoria não teve outra alternativa além da greve.
Fonte: Gazeta do Povo
Segundo dados da prefeitura, das 181 escolas municipais de ensino fundamental, 77 fecharam e 3.400 professores da rede municipal de ensino aderiram à greve. Ao contrário da expectativa do Sismuc, por outro lado, os servidores municipais de outras áreas não entraram em greve - apenas 13 funcionários da Saúde se uniram à mobilização dos professores e não trabalharam hoje.
Escolas
No Centro de Educação Infantil Professor José Wanderly Dias, no Barreirinha, por exemplo, apenas os funcionários com função administrativa trabalharam nesta quarta, assim como na Ayrton Senna da Silva, no Cajuru. Segundo funcionários das escolas, a orientação que estava sendo passada para os pais é a de observar o noticiário para saber quando as aulas voltam ao normal.
Mesmo em escolas que não tiveram todos os professores na greve, as aulas foram interrompidas e, por opção dos próprios pais, os alunos não ficaram no colégio. É o caso da Escola Ritta Anna, no Cajuru.
Outras instituições não pararam, como a Escola Municipal Professora Jurandyr Baggio Mockell, no Pinheirinho, e a Vila Torres, no Prado Velho. Segundo a diretora Cristina Estela da Silva, da escola Vila Torres, foi feita uma votação a respeito da adesão à greve e a maior parte dos professores decidiu continuar com as aulas normalmente até o fim da semana. “Tiveram alguns que faltaram, mas isso não atrapalhou o andamento das aulas, pois outros professores de área assumiram as outras turmas”, diz.
Depois de um encontro marcado com representantes da prefeitura, os sindicalistas pretendem decidir até a noite desta quarta-feira se continuam a greve ou não.
Reivindicações
Os professores querem que o piso salarial de R$1.199,64 pago pela prefeitura a docentes com curso superior em uma jornada de 20 horas seja aumentado para R$ 1.800. A prefeitura anunciou em 29 de fevereiro que vai aumentar esse valor para R$ 1.319,90, mas os sindicalistas consideram o reajuste insuficiente.
A interpretação feita pelo Sismmac é a de que, se o piso nacional sugerido pelo Ministério da Educação (MEC) para um professor com ensino médio para uma jornada de 20 horas é de R$ 725,50, um professor com curso superior deve receber no mínimo R$ 1.800 para a mesma carga horária de trabalho no início de carreira. Os sindicatos consideram ainda que a quantia divulgada pelo MEC serve apenas de orientação para cidades mais pobres, o que não é o caso de Curitiba.
“É claro que a gente não consegue dar um salto R$ 1199,64 para R$ 1.800”, afirmou a secretária municipal da Educação, Liliane Sabbag. Segundo ela, com o reajuste de 10% e o pagamento de uma gratificação de pelo menos R$ 275 mensais do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), o salário dos professores para 20 horas de trabalho chegará a R$ 1594,90. Os sindicalistas, no entanto, alegam perdas salariais acumuladas e insistem no aumento do piso para R$ 1.800. Segundo o Sismmac, como a Secretaria Municipal da Educação não apresentou novas propostas, a categoria não teve outra alternativa além da greve.
Fonte: Gazeta do Povo
Golpista passa a perna em idosos
Quando Dolores e Ariel Cordeiro, 58 e 65 anos respectivamente, receberam uma proposta para alugar uma casa por R$ 250, há uma semana, tinham certeza de que todos seus problemas se resolveriam. Mal sabiam eles que, na verdade, teriam um transtorno ainda maior a partir daquele momento. Depois de limparem a casa durante uma semana, localizada na Rua Fredolin Wolf, no bairro Santa Felicidade, e se mudarem na última segunda-feira (12), o casal foi surpreendido pelo dono do imóvel reclamando a respeito de sua presença no local e mandando que eles saíssem imediatamente.
Somente nesse momento é que o casal percebeu que tinha caído em um golpe, aplicado por um homem que se apresentou apenas como Edson, aquele que tinha oferecido o aluguel por R$ 250. Ao saber da procura de Dolores e Ariel por um novo local para morar, o golpista mostrou a casa, abandonada, e a ofereceu, sem ser seu proprietário, somente para ficar com o dinheiro do casal. "Estávamos morando em uma casa onde pagávamos R$ 300 de aluguel, mas tivemos que sair de lá porque a região estava sendo tomada pelo tráfico de drogas e, como nosso neto, de 8 anos, mora com a gente, não dava mais para ficar lá", conta Ariel.
Assim que souberam da possibilidade de morar na casa da Fredolin Wolf, por R$ 250, não hesitaram nem em pagar o frete de R$ 120 para transportar a mudança, apesar de serem uma família humilde. Com a expulsão do terreno pelo verdadeiro proprietário, o casal ficou praticamente sem dinheiro para o restante do mês. Sem ter para onde ir, ainda mais depois que o dono da casa determinou a demolição do imóvel, os dois reuniram os pertences em um acampamento em frente ao local, onde permaneceram durante toda a quarta-feira (13).
A situação só foi resolvida quando o casal recebeu, já no final da tarde, uma oferta para se mudar para a casa de uma senhora sozinha no Umbará, que inclusive se dispôs a enviar uma caminhonete para transportar novamente a mudança. O golpista não foi mais encontrado. O único documento de locação da casa que a família possuía, um recibo entregue pelo suposto Edson, foi destruído por Ariel em um momento de fúria. A família afirma que possui inscrição na Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) há um ano.
Orientações
Em casos como esse, o titular da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas (Dedc), Cassiano Aufiero, afirma que a assinatura de um contrato é essencial para se proteger de possíveis golpes. "O ideal mesmo é alugar por meio de uma imobiliária, mesmo que pague um pouco mais, pois essa transação garante o direito do consumidor. Se ainda assim não for possível, é melhor dar preferência a imóveis de conhecidos. Se for de um desconhecido, é necessário pedir o registro do imóvel para que seja comprovada a sua propriedade. De qualquer forma, é preciso ter um contrato", orienta.
Fonte: Paraná Online
Somente nesse momento é que o casal percebeu que tinha caído em um golpe, aplicado por um homem que se apresentou apenas como Edson, aquele que tinha oferecido o aluguel por R$ 250. Ao saber da procura de Dolores e Ariel por um novo local para morar, o golpista mostrou a casa, abandonada, e a ofereceu, sem ser seu proprietário, somente para ficar com o dinheiro do casal. "Estávamos morando em uma casa onde pagávamos R$ 300 de aluguel, mas tivemos que sair de lá porque a região estava sendo tomada pelo tráfico de drogas e, como nosso neto, de 8 anos, mora com a gente, não dava mais para ficar lá", conta Ariel.
Assim que souberam da possibilidade de morar na casa da Fredolin Wolf, por R$ 250, não hesitaram nem em pagar o frete de R$ 120 para transportar a mudança, apesar de serem uma família humilde. Com a expulsão do terreno pelo verdadeiro proprietário, o casal ficou praticamente sem dinheiro para o restante do mês. Sem ter para onde ir, ainda mais depois que o dono da casa determinou a demolição do imóvel, os dois reuniram os pertences em um acampamento em frente ao local, onde permaneceram durante toda a quarta-feira (13).
A situação só foi resolvida quando o casal recebeu, já no final da tarde, uma oferta para se mudar para a casa de uma senhora sozinha no Umbará, que inclusive se dispôs a enviar uma caminhonete para transportar novamente a mudança. O golpista não foi mais encontrado. O único documento de locação da casa que a família possuía, um recibo entregue pelo suposto Edson, foi destruído por Ariel em um momento de fúria. A família afirma que possui inscrição na Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) há um ano.
Orientações
Em casos como esse, o titular da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas (Dedc), Cassiano Aufiero, afirma que a assinatura de um contrato é essencial para se proteger de possíveis golpes. "O ideal mesmo é alugar por meio de uma imobiliária, mesmo que pague um pouco mais, pois essa transação garante o direito do consumidor. Se ainda assim não for possível, é melhor dar preferência a imóveis de conhecidos. Se for de um desconhecido, é necessário pedir o registro do imóvel para que seja comprovada a sua propriedade. De qualquer forma, é preciso ter um contrato", orienta.
Fonte: Paraná Online
terça-feira, março 13, 2012
Prefeitura mantém diálogo, mas sindicato interrompe negociações
A Prefeitura de Curitiba manterá a mesa de negociações que acontece no mês de março com os
sindicatos do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) e dos Servidores Públicos Municipais
(Sismuc).Durante a quinta reunião de negociação com o Sismmac, nesta terça-feira (13), os
sindicalistas decidiram suspender as negociações. A decisão foi tomada antes da discussão a respeito do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), marcada desde a reunião do dia 8 de março, a pedido do Sismmac.
“Estranhamos a postura do sindicato dos professores de abrir mão das negociações. Este é o espaço do diálogo”, afirmou a superintendente da Secretaria de Recursos Humanos, Lia Nara Paludo, que coordenou a reunião.
As reuniões são oportunidades de diálogo com a categoria e servem para a negociação da pauta. No caso do Sismmac, o documento tem 91 itens. Com a negociação, a Prefeitura avança na valorização dos professores, tanto no aspecto salarial como nas condições de trabalho e de melhorias na carreira.
A implantação da hora-atividade de 33,33%, conforme estabelece a lei do piso, válida para todo o país,voltou a ser discutida na reunião desta terça-feira. A hora-atividade é o tempo reservado ao estudo e planejamento das atividades que os professores fazem em sala de aula.
Atualmente, das 20 horas semanais de trabalho, quatro horas são reservadas a estas atividades. Para chegar aos 33,33% (mais 2h35 ou 13,33% do que já é oferecido), a Secretaria Municipal de Educação está ampliando o quadro de professores. Em muitas situações, o percentual reservado à hora-atividade chega a 24,5% da jornada semanal. Nestas situações, faltam 8,8% para alcançar os 33,33% da lei do piso.
A procuradora Vera Bittencourt esclareceu que está em andamento mais um concurso público para a
garantia da implantação da hora-atividade e que o concurso deverá ser homologado em junho. Ela
destacou ainda que será necessário que o concurso consiga suprir o número de professores
necessários à implantação dos 13,33% da hora-atividade restantes.
O encontro desta terça-feira teve a participação de representantes das secretarias municipais da Educação, de Finanças e Recursos Humanos e do sindicato.
Aumento salarial - O reajuste de 10% no salário de todos os servidores municipais, inclusive
professores, foi anunciado neste ano pelo prefeito Luciano Ducci e o projeto foi encaminhado à Câmara Municipal.
Os professores em início de carreira que trabalham 4 horas por dia (20 horas por semana) passarão a ter o vencimento básico de R$ 1.319,90 em abril (atualmente o vencimento básico é de R$ 1.199,91).
Além do reajuste, os professores poderão receber até R$ 275 reais pelo Programa de Produtividade e Qualidade, totalizando R$ 1.594,90. Quem trabalha 40 horas poderá ter a gratificação do PPQ de até R$ 550 e receber R$ 3.189,80.
Tanto para os que têm jornada de 20 horas quanto para os que trabalham 40 horas, o valor é maior do que o piso nacional fixado pelo Ministério da Educação para a jornada de 40 horas semanais de trabalho no valor de R$ 1.451,00.
Se comparadas as 40 horas semanais do piso nacional às 40 horas de trabalho do profissional do
magistério da Prefeitura de Curitiba, a diferença é de R$ 1.188,80, sem considerar o PPQ. Se for considerado o PPQ, são R$ 1.738,80 a mais em relação ao piso nacional.
A implantação da gratificação do PPQ para os professores irá equiparar os profissionais do magistérios aos demais servidores da Prefeitura que já recebem a gratificação, incluindo outros servidores da Educação, como educadores, secretários escolares, inspetores de escola e agentes administrativos,que já participam do programa.
Entre os que trabalham na Educação, apenas os profissionais do magistério não recebiam o PPQ, que é uma gratificação pela dedicação e qualidade do trabalho prestado e devidamente avaliado, como acontece com todos os servidores da Prefeitura que participam dos programas de produtividade e qualidade.
Compare o salário dos professores de Curitiba e o piso nacional:
Vencimento Básico
de abril
PPQ Remuneração total
Piso Nacional
de 40 horas
R$ 1.451,00 R$ 1.451,00
40 horas
em Curitiba
R$ 2.639,80 R$ 550 R$ 3.189,80
(R$ 1.738,80 a mais que o piso nacional)
20 horas
em Curitiba
R$ 1.319,90 R$ 275 R$ 1.594,90
(R$ 143,90 a mais que o piso nacional, que tem jornada
equivalente ao dobro,
"Fonte" http://www.curitiba.pr.gov.br
sindicatos do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) e dos Servidores Públicos Municipais
(Sismuc).Durante a quinta reunião de negociação com o Sismmac, nesta terça-feira (13), os
sindicalistas decidiram suspender as negociações. A decisão foi tomada antes da discussão a respeito do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), marcada desde a reunião do dia 8 de março, a pedido do Sismmac.
“Estranhamos a postura do sindicato dos professores de abrir mão das negociações. Este é o espaço do diálogo”, afirmou a superintendente da Secretaria de Recursos Humanos, Lia Nara Paludo, que coordenou a reunião.
As reuniões são oportunidades de diálogo com a categoria e servem para a negociação da pauta. No caso do Sismmac, o documento tem 91 itens. Com a negociação, a Prefeitura avança na valorização dos professores, tanto no aspecto salarial como nas condições de trabalho e de melhorias na carreira.
A implantação da hora-atividade de 33,33%, conforme estabelece a lei do piso, válida para todo o país,voltou a ser discutida na reunião desta terça-feira. A hora-atividade é o tempo reservado ao estudo e planejamento das atividades que os professores fazem em sala de aula.
Atualmente, das 20 horas semanais de trabalho, quatro horas são reservadas a estas atividades. Para chegar aos 33,33% (mais 2h35 ou 13,33% do que já é oferecido), a Secretaria Municipal de Educação está ampliando o quadro de professores. Em muitas situações, o percentual reservado à hora-atividade chega a 24,5% da jornada semanal. Nestas situações, faltam 8,8% para alcançar os 33,33% da lei do piso.
A procuradora Vera Bittencourt esclareceu que está em andamento mais um concurso público para a
garantia da implantação da hora-atividade e que o concurso deverá ser homologado em junho. Ela
destacou ainda que será necessário que o concurso consiga suprir o número de professores
necessários à implantação dos 13,33% da hora-atividade restantes.
O encontro desta terça-feira teve a participação de representantes das secretarias municipais da Educação, de Finanças e Recursos Humanos e do sindicato.
Aumento salarial - O reajuste de 10% no salário de todos os servidores municipais, inclusive
professores, foi anunciado neste ano pelo prefeito Luciano Ducci e o projeto foi encaminhado à Câmara Municipal.
Os professores em início de carreira que trabalham 4 horas por dia (20 horas por semana) passarão a ter o vencimento básico de R$ 1.319,90 em abril (atualmente o vencimento básico é de R$ 1.199,91).
Além do reajuste, os professores poderão receber até R$ 275 reais pelo Programa de Produtividade e Qualidade, totalizando R$ 1.594,90. Quem trabalha 40 horas poderá ter a gratificação do PPQ de até R$ 550 e receber R$ 3.189,80.
Tanto para os que têm jornada de 20 horas quanto para os que trabalham 40 horas, o valor é maior do que o piso nacional fixado pelo Ministério da Educação para a jornada de 40 horas semanais de trabalho no valor de R$ 1.451,00.
Se comparadas as 40 horas semanais do piso nacional às 40 horas de trabalho do profissional do
magistério da Prefeitura de Curitiba, a diferença é de R$ 1.188,80, sem considerar o PPQ. Se for considerado o PPQ, são R$ 1.738,80 a mais em relação ao piso nacional.
A implantação da gratificação do PPQ para os professores irá equiparar os profissionais do magistérios aos demais servidores da Prefeitura que já recebem a gratificação, incluindo outros servidores da Educação, como educadores, secretários escolares, inspetores de escola e agentes administrativos,que já participam do programa.
Entre os que trabalham na Educação, apenas os profissionais do magistério não recebiam o PPQ, que é uma gratificação pela dedicação e qualidade do trabalho prestado e devidamente avaliado, como acontece com todos os servidores da Prefeitura que participam dos programas de produtividade e qualidade.
Compare o salário dos professores de Curitiba e o piso nacional:
Vencimento Básico
de abril
PPQ Remuneração total
Piso Nacional
de 40 horas
R$ 1.451,00 R$ 1.451,00
40 horas
em Curitiba
R$ 2.639,80 R$ 550 R$ 3.189,80
(R$ 1.738,80 a mais que o piso nacional)
20 horas
em Curitiba
R$ 1.319,90 R$ 275 R$ 1.594,90
(R$ 143,90 a mais que o piso nacional, que tem jornada
equivalente ao dobro,
"Fonte" http://www.curitiba.pr.gov.br
segunda-feira, março 12, 2012
Derosso renuncia à presidência da Câmara de Curitiba
O presidente licenciado da Câmara de Vereadores de Curitiba João Cláudio Derosso (PSDB) renunciou ao cargo na tarde desta segunda-feira (12). O anúncio foi feito pelo presidente em exercício, Sabino Picolo, no plenário da Casa.
No documento entregue à Mesa Executiva da Câmara, Derosso afirmou que deixa o cargo para "preservar a imagem da Casa". Ele está licenciado da presidência desde novembro do ano passado.
Lembre o caso
15/07/2011 – Reportagem da Gazeta do Povo mostra que a Oficina da Notícia, empresa da esposa de Derosso, Cláudia Queiroz Guedes, venceu licitação para publicidade da Câmara em 2006. Desde então, foram gastos R$ 5,1 milhões com a empresa de Cláudia – de um total de R$ 31,9 milhões gastos em comunicação. 19/07/2011 – O economista Everton de Andrade apresenta as denúncias feitas pela imprensa ao Conselho de Ética da Câmara. Em pleno recesso, conselheiros se reúnem dois dias depois e iniciam os trabalhos de investigação do caso.
30/07/2011 – Novas denúncias: a Gazeta do Povo mostra que a Câmara contratou quatro funcionários da Assembleia – num caso de duplo emprego público, o que é proibido. O MP investiga ainda a suspeita de que os quatro teriam sido “fantasmas”. Entre os contratados, um nomeado por Derosso se destaca: João Leal de Mattos, acusado pelo MP de ser um dos operadores do esquema de desvio de dinheiro da Assembleia denunciado pela série de reportagens Diários Secretos, da Gazeta do Povo e da RPC TV.
1º/8/2011 – A Câmara retoma os trabalhos após recesso, sem a presença de Derosso em plenário. A sessão acaba em confusão entre manifestantes que pediam o afastamento do presidente e a Guarda Municipal.
2/8/2011 – Derosso retorna à Câmara e, em discurso, diz ser vítima de uma “inquisição”. Depois, foge dos jornalistas presentes. Desde então, não se manifestou mais à imprensa.
3/8/2011 – A vereadora Renata Bueno apresenta pedidos de afastamento de Derosso e de instalação de uma comissão processante para julgar o vereador. A Mesa Executiva remete pedido ao Conselho de Ética, que contesta pedido.
9/8/2011 – O líder da oposição, Algaci Túlio (PMDB), acatando sugestão do vereador Paulo Salamuni (PV), anuncia o pedido de CPI. Sete vereadores, do PMDB, do PT e do PV, aderem já na sessão seguinte. A vereadora Professora Josete (PT) apresenta denúncia de que Derosso teria contratado a cunhada para um cargo de comissão.
15/8/2011 – Situação e oposição entram em acordo e decidem, juntas, assinar a CPI em bloco.
21/11/2011 - Derosso pede afastamento da presidência da Câmara por 90 dias.
A eleição para a escola do novo presidente será na segunda-feira (19). Os outros integrantes da Mesa Executiva permanecem no cargo. As lideranças da Casa devem se reunir entre a noite desta segunda-feira e a manhã desta terça-feira (13) para discutir a sucessão. O PSD anunciou que fará uma reunião à noite. A bancada do PSDB também deverá se reunir para debater o assunto. A oposição ao prefeito Luciano Lucci, que tem as bancadas do PT e do PMDB, além de Paulo Salamuni (PV), também deverá se reunir nas próximas horas para tomar uma posição.
Para Salamuni, a renúncia foi furto da pressão da sociedade. "A renúncia aconteceu a partir de uma pressão da sociedade e por isso pode ser considerada com uma vitória do povo", afirmou. O vereador ressaltou que o fato de o tucano ter renunciado não significa que ele foi absolvido.
Denúncias
Em julho do ano passado, a Gazeta do Povo publicou uma matéria mostrando que a Oficina da Notícia, empresa de sua esposa, Cláudia Queiroz Guedes, recebeu R$ 5,1 milhões da Câmara após vencer uma licitação para publicidade da Casa.
No mesmo mês, a Gazeta do Povo mostrou que a Câmara contratou quatro funcionários da Assembleia Legislativa do Paraná, num caso de duplo emprego público, o que é proibido. Entre os contratados estava João Leal de Mattos acusado pelo Ministério Público do Paraná de ser um dos operadores do esquema de desvio de dinheiro da Assembleia denunciado pela série de reportagens Diários Secretos, da Gazeta do Povo e da RPC TV.
Após o recesso do meio do ano, o presidente se manteve afastado da Câmara. No dia 2 de agosto, retornou e fez um discurso dizendo ser vítima de uma “inquisição”. Em 21 de novembro, Derosso pediu afastamento da presidência da Câmara por 90 dias.
Derosso está no seu sexto mandato como vereador. O primeiro foi em 1988 e ele foi reeleito em 1992, 1996, 2000, 2004 e 2008. Segundo o site da Câmara dos Vereadores, Derosso foi primeiro-secretário da Casa em 1991 e 1992 e assumiu dez vezes o comando da prefeitura de Curitiba.
Repercussão
Veja os comentários de alguns políticos no Twitter após a renúncia de Derosso:
Denilson Pires, vereador (@denilsonpires)
"o vereador João Claudio Derroso acaba de renunciar a presidência da Câmara Municipal de Curitiba."
Rafael Greca, ex-prefeito e pré-candidato à prefeitura pelo PMDB
(@Rafael_Greca)
"(...) Derosso não está só. Não é o único culpado dos males que envergonham e afligem Curitiba. Há uma bancada inteira com ele."
Tico Kuzma, vereador
@ticokuzma)
"Na próxima segunda feira teremos eleições para escolher o novo presidente da Camara Municipal de Curitiba"
Noemia Rocha, vereadora
(@Ver_NoemiaRocha)
Derosso acaba de renunciar o cargo de presidente da CMC.
Tico Kuzma, vereador
(@ticokuzma)
"Vereador Sabino Picolo acaba de ler pedido do vereador Derosso para deixar a Presidencia da Camara Municipal de Curitiba"
Algaci Tulio, vereador (@Algaci_Tulio)
"Neste momento o Pres.da Mesa Sabino Picolo ke um requerimento do Pres.Licenciado Derosso, o qual RENUNCIA o cargo de Presidente."
"Agora cabe ao Pres.da casa Sabino Picolo, deterimnar a preparação do cargo de Presidente da Camara Municipal de Ctba."
Fonte: Gazeta do Povo 12/03/2012
domingo, março 11, 2012
Estado cria fundos para atender penitenciárias e de combate às drogas
O governador Beto Richa assinou nesta sexta-feira (09) duas mensagens para enviar à Assembleia Legislativa criando o Fundo Penitenciário, que vai receber recursos das multas criminais, atualmente enviadas para o sistema nacional, e o Fundo Estadual de Políticas sobre Drogas, para intensificar o combate ao tráfico e a prevenção ao uso de entorpecentes.
As mensagens foram assinadas durante a entrega do novo prédio da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara. A unidade já recebeu 280 detentos que estavam em delegacias superlotadas do Litoral e vai abrigar os 1.220 presos que hoje estão na PCE e outros 50 da delegacia de Sarandi.
O novo prédio adota um conceito chamado de módulo de vivência coletiva, porque incorpora uma nova visão que inclui mais segurança e a garantia de educação e trabalho para os presos. O prédio antigo será reformado e, dentro de 90 dias, será transformado em presídio feminino, com 700 vagas.
No dia 30 deste mês, o governo entrega mais dois estabelecimentos penais, com capacidade para 1.050 presos, em Maringá e Cruzeiro do Oeste. “Os presos têm de pagar pelo crime cometido, mas merecem que seus direitos sejam respeitados, especialmente pelo poder público, o que também vai aumentar as chances de reinserção social dos condenados”, disse Beto Richa, explicando que o Paraná “tem essa consciência”.
Richa destacou que as vagas criadas no sistema prisional paranaense, apenas neste ano, passam dos três mil. O incremento faz parte do plano de governo de acabar com a superlotação das delegacias. “Nos próximos anos serão criadas 10 mil novas vagas em todo o Estado”, disse o governador.
Em maio, o sistema recebe outras 700 vagas com a conclusão e ampliação da Cadeia Pública de Foz do Iguaçu. A previsão, de acordo com a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, é fechar em seis mil novas vagas até o final deste ano.
Com as vagas atuais no sistema prisional do Paraná, o número de presos em delegacias e cadeias baixou de 16 mil para 12 mil. “Nós vamos cumprir também a meta assumida pelo governador Beto Richa de acabar com os presos condenados e denunciados à Justiça vivendo em delegacias de polícia”, explicou a secretária.
De acordo com ela, a transferência dos presos vai obedecer critérios técnicos, de idade, perfil, tipo de crime cometido e escolarização. “Com isso, vamos adequar os novos módulos de vivência com a educação e a profissionalização dos presos e com as opções de trabalho que estamos priorizando em todas as unidades”, afirmou Maria Tereza.
ESTABELECIMENTOS – A construção de unidades prisionais conta com a parceria do governo federal. O investimento total chega a R$ 160 milhões, sendo R$ 130 milhões do Ministério da Justiça. A verba vai permitir a reforma ou construção 14 estabelecimentos penais espalhados pelo Estado. “Os recursos repassados pelo Ministério da Justiça significam três vezes mais que os recebidos pelo Paraná nos últimos 15 anos”, disse Richa.
Em abril, entra em licitação nova unidade no complexo penal de Piraquara que vai abrigar 516 presos de adultos jovens, na faixa dos 18 aos 25 anos. O plano prevê ainda a construção de cinco estabelecimentos, com capacidade de 540 presos, em Apucarana, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá; e a ampliação de outros oito estabelecimentos prisionais em Piraquara (492 vagas e outro de 432 vagas), em Foz do Iguaçu, Maringá, Ponta Grossa e duas em Londrina (384 vagas) e em Cascavel (288 vagas).
MUDANÇAS - O presidente do Conselho Penitenciário do Paraná, Dálio Zippin, disse que em 45 anos de trabalho esta é a primeira vez em que vê um movimento tão grande neste setor, incluindo direitos humanos. “Beto está cumprindo todas as promessas de campanha”, afirmou.
O prefeito de Piraquara e presidente da Associação dos Municípios, Gabriel (Gabão) Samaha, cumprimentou especialmente a postura deste governo de repensar todo o sistema penitenciário do Paraná, o que vai incrementar os direitos humanos e melhorar a segurança da população.
“Estamos virando uma página ruim, com muitas rebeliões, para prisões mais seguras com foco na escolarização e capacitação dos presos”, salientou a secretária da Justiça. Hoje a educação atinge 21% da população carcerária, e capacitação profissional chega a 26%. “A meta é chegar a 100% até o final deste governo”, disse a secretária.
EM PIRAQUARA - O novo prédio da PCE tem capacidade para 1.480 presos, que usarão 240 celas com capacidade para seis em cada uma. As celas estão distribuídas em 24 galerias no primeiro e segundo pisos, onde vão circular os agentes penitenciários com mais segurança. “Neste modelo, é impossível que uma rebelião se espalhe pelo estabelecimento”, avalia o vice-diretor da PCE, Lúcio Olider Micheline. No terceiro andar estão 40 celas individuais, para os presos que cumprem medida disciplinar interna.
"Fonte" AEN
As mensagens foram assinadas durante a entrega do novo prédio da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara. A unidade já recebeu 280 detentos que estavam em delegacias superlotadas do Litoral e vai abrigar os 1.220 presos que hoje estão na PCE e outros 50 da delegacia de Sarandi.
O novo prédio adota um conceito chamado de módulo de vivência coletiva, porque incorpora uma nova visão que inclui mais segurança e a garantia de educação e trabalho para os presos. O prédio antigo será reformado e, dentro de 90 dias, será transformado em presídio feminino, com 700 vagas.
No dia 30 deste mês, o governo entrega mais dois estabelecimentos penais, com capacidade para 1.050 presos, em Maringá e Cruzeiro do Oeste. “Os presos têm de pagar pelo crime cometido, mas merecem que seus direitos sejam respeitados, especialmente pelo poder público, o que também vai aumentar as chances de reinserção social dos condenados”, disse Beto Richa, explicando que o Paraná “tem essa consciência”.
Richa destacou que as vagas criadas no sistema prisional paranaense, apenas neste ano, passam dos três mil. O incremento faz parte do plano de governo de acabar com a superlotação das delegacias. “Nos próximos anos serão criadas 10 mil novas vagas em todo o Estado”, disse o governador.
Em maio, o sistema recebe outras 700 vagas com a conclusão e ampliação da Cadeia Pública de Foz do Iguaçu. A previsão, de acordo com a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, é fechar em seis mil novas vagas até o final deste ano.
Com as vagas atuais no sistema prisional do Paraná, o número de presos em delegacias e cadeias baixou de 16 mil para 12 mil. “Nós vamos cumprir também a meta assumida pelo governador Beto Richa de acabar com os presos condenados e denunciados à Justiça vivendo em delegacias de polícia”, explicou a secretária.
De acordo com ela, a transferência dos presos vai obedecer critérios técnicos, de idade, perfil, tipo de crime cometido e escolarização. “Com isso, vamos adequar os novos módulos de vivência com a educação e a profissionalização dos presos e com as opções de trabalho que estamos priorizando em todas as unidades”, afirmou Maria Tereza.
ESTABELECIMENTOS – A construção de unidades prisionais conta com a parceria do governo federal. O investimento total chega a R$ 160 milhões, sendo R$ 130 milhões do Ministério da Justiça. A verba vai permitir a reforma ou construção 14 estabelecimentos penais espalhados pelo Estado. “Os recursos repassados pelo Ministério da Justiça significam três vezes mais que os recebidos pelo Paraná nos últimos 15 anos”, disse Richa.
Em abril, entra em licitação nova unidade no complexo penal de Piraquara que vai abrigar 516 presos de adultos jovens, na faixa dos 18 aos 25 anos. O plano prevê ainda a construção de cinco estabelecimentos, com capacidade de 540 presos, em Apucarana, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá; e a ampliação de outros oito estabelecimentos prisionais em Piraquara (492 vagas e outro de 432 vagas), em Foz do Iguaçu, Maringá, Ponta Grossa e duas em Londrina (384 vagas) e em Cascavel (288 vagas).
MUDANÇAS - O presidente do Conselho Penitenciário do Paraná, Dálio Zippin, disse que em 45 anos de trabalho esta é a primeira vez em que vê um movimento tão grande neste setor, incluindo direitos humanos. “Beto está cumprindo todas as promessas de campanha”, afirmou.
O prefeito de Piraquara e presidente da Associação dos Municípios, Gabriel (Gabão) Samaha, cumprimentou especialmente a postura deste governo de repensar todo o sistema penitenciário do Paraná, o que vai incrementar os direitos humanos e melhorar a segurança da população.
“Estamos virando uma página ruim, com muitas rebeliões, para prisões mais seguras com foco na escolarização e capacitação dos presos”, salientou a secretária da Justiça. Hoje a educação atinge 21% da população carcerária, e capacitação profissional chega a 26%. “A meta é chegar a 100% até o final deste governo”, disse a secretária.
EM PIRAQUARA - O novo prédio da PCE tem capacidade para 1.480 presos, que usarão 240 celas com capacidade para seis em cada uma. As celas estão distribuídas em 24 galerias no primeiro e segundo pisos, onde vão circular os agentes penitenciários com mais segurança. “Neste modelo, é impossível que uma rebelião se espalhe pelo estabelecimento”, avalia o vice-diretor da PCE, Lúcio Olider Micheline. No terceiro andar estão 40 celas individuais, para os presos que cumprem medida disciplinar interna.
"Fonte" AEN
Vereador usa o cargo para beneficiar o hospital da família
O presidente interino da Câmara de Curitiba, vereador Sabino Picolo (DEM), apresentou 19 projetos, requerimentos e emendas orçamentárias, ao longo de seus cinco mandatos, para beneficiar o Hospital Santa Madalena Sofia, no Bairro Alto. Uma das proprietárias do hospital é Janaina Diniz, cunhada do vereador. A esposa dele, Alessandra Campelo Diniz Picolo, é a presidente do Instituto Madalena Sofia, registrado como mantenedor da instituição.
Sabino Picolo foi responsável, por exemplo, pelo projeto que declarou o hospital como instituição de utilidade pública. Também apresentou vários requerimentos pedindo melhorias na região, como o asfaltamento de ruas e a instalação de placas sinalizando o hospital.
Os pedidos
Desde 1999, Sabino Picolo apresentou 19 propostas beneficiando o Hospital Santa Madalena Sofia.
1999
- Pedido de troca de lâmpadas da rua em frente do hospital.
2000
- Requerimento para implantar placas indicativas do hospital na BR-116.
- Requerimento para conservação de rua de saibro próxima do hospital.
- Requerimento para trocar iluminação em frente do hospital.
- Requerimento para incluir o hospital no programa Câmbio Verde.
- Requerimento para que a linha de ônibus Inter-Hospitais atendesse o Santa Madalena Sofia.
2002
- Requerimento para podar uma ara ucária em frente ao hospital
- Requerimento para que a prefeitura fizesse roçada e limpeza ao lado do hospital.
2005
- Requerimento para que a prefeitura fizesse recapeamento de antipó na rua do hospital
- Requerimento para restauração de calçada e pavimento em frente do hospital.
- Requerimento para revitalização do pavimento da rua do hospital.
- Requerimento para limpar terreno baldio ao lado do hospital.
- Emenda ao orçamento para pavimentação da rua do hospital (retirada pelo autor).
- Emenda ao orçamento para pavimentação da rua do hospital (aprovada).
2006
- Requerimento para que a linha de ônibus Higienópolis passe em frente do hospital.
2008
- Requerimento para incluir o Santa Madalena Sofia na linha Inter-Hospitais.
2009
- Projeto de lei declarando o hospital de utilidade pública.
- Emenda de R$ 48 mil ao orçamento municipal para aquisição de equipamentos para o hospital (o mais caro sendo um carro de anestesia de R$ 35 mil).
2010
- Emenda de R$ 65 mil ao orçamento para aquisição de secadora de roupas hospitalar e de carro de anestesia.
O vereador também destinou verbas do orçamento da prefeitura ao hospital. Apresentou duas emendas ao orçamento em 2009 e 2010 que, somadas, representam R$ 113 mil ao Madalena Sofia para a compra de equipamentos. Em 2009, foram R$ 48 mil. O equipamento mais caro era um carro para anestesia, mas havia previsão até de compra de 40 escadinhas para cama de hospital. Em 2010, a emenda destinava R$ 65 mil para compra de um carro de anestesia e também para aquisição de uma secadora de roupas hospitalar.
Outros vereadores
O presidente interino da Câmara não foi o único a destinar verbas para o hospital. Desde 2008, os vereadores de Curitiba já repassaram R$ 655 mil ao Madalena Sofia, um hospital vinculado ao SUS que existe desde 1984. Em 2010, foi realizada uma cerimônia para entrega de diversos equipamentos repassados pela prefeitura a pedido dos vereadores. O texto divulgado pela prefeitura informa que quem recebeu os equipamentos foi Alessandra Diniz, a esposa de Picolo.
Ela também aparece no site da Câmara como “solicitante” em vários pedidos apresentados pelo marido ao hospital e ao seu entorno. Há pedidos dos mais diversos, desde a inclusão do Madalena Sofia na linha Inter-Hospitais até a poda de uma árvore “no n.º 40 da rua Fulvio José Alice, em frente ao Hospital Santa Madalena Sofia”.
Legalidade e moralidade
Especialistas consultados pela Gazeta do Povo afirmam que o fato de Sabino Picolo obter benefícios para o hospital da família de sua mulher tem dois aspectos: o legal e o ético. Na parte legal, há dúvidas sobre a correção do ato. Na parte ética, os especialistas ouvidos pela reportagem dizem que o vereador errou.
“Esse é o mal maior da Repú blica brasileira: a confusão do público com o privado”, afirma Roberto Romano, professor de Ética e Ciência Política da Unicamp. “É absolutamente inaceitável que um vereador carreie recursos públicos para beneficiar a si próprio, parentes ou amigos. Mas, no Brasil, qualquer político acha que tem o direito de fazer isso”, afirma Romano. Para ele, a ilegalidade do ato também é clara. “A Constituição estabelece os princípios da moralidade e da impessoalidade. E o conflito de interesses, neste caso, é evidente.”
Já Egon Bockmann Moreira, professor de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), diz que a configuração de uma ilegalidade, em um caso como este, depende de detalhes sutis. “Há a necessidade de ver todo o histórico. É mais difícil de provar desvio de finalidade no Legislativo do que no Executivo, porque o vereador na verdade não executa, só solicita”, diz Moreira. Para ele, a questão pode ficar mais restrita ao campo ético.
O outro lado
Picolo assegura que não cometeu irregularidades
O vereador Sabino Picolo afirma não ter cometido qualquer irregularidade ao apresentar projetos que beneficiam o hospital da família de sua mulher. “Fiz as emendas e os requerimentos porque achei que era justo. Também apresentei propostas para outros hospitais e a intenção foi sempre a de beneficiar a população”, diz.
Casado com Alessandra Campelo Diniz Picolo desde 2005, o vereador diz ficar “entre a cruz e a espada” em função de a família de sua mulher ser proprietária do hospital. “Por um lado, pedir para fazer a pavimentação, para o ônibus passar lá, para melhorar a iluminação, tudo isso ajuda a população de um bairro grande, como o Bairro Alto. Por outro, sempre pode passar a impressão de que é para beneficiar alguém”, afirma Picolo.
Quanto às emendas que forneceram equipamentos para o hospital, o vereador lembra que o material fica apenas em comodato. “Eles continuam pertencendo à prefeitura. Se o hospital um dia deixar de atender pelo SUS, por exemplo, precisa devolver”, diz. Picolo garante ainda que “vidas foram salvas” em função de os aparelhos estarem disponíveis.
Ele diz que também não vê nada estranho no fato de sua esposa aparecer como solicitante das melhorias. “Quem pede é quem conhece a gente.”
Solicitações
Para Alessandra Campelo Diniz Picolo, não há conflito de interesses na situação. Segundo ela, os hospitais que atendem pelo SUS têm dificuldades para se manter. Por isso acabam recorrendo a solicitações para o poder público. “Antes mesmo de nos casarmos, nós já procurávamos apoio [na Câmara]. Fiz vários pedidos para o vereador Jair Cézar, que representa o bairro, por exemplo”, disse.
Segundo ela, os pedidos nunca foram para benefício pessoal, e sim para facilitar a vida dos usuários do hospital. Questionada sobre se isso não ajuda a trazer lucros para o Madalena Sofia, a administradora afirma que não. “Não temos lucro. E o objetivo não é o dinheiro. Trabalho no hospital porque gosto”, afirma Alessandra.
Fonte: Gazeta do Povo 11/03/2012
Sabino Picolo foi responsável, por exemplo, pelo projeto que declarou o hospital como instituição de utilidade pública. Também apresentou vários requerimentos pedindo melhorias na região, como o asfaltamento de ruas e a instalação de placas sinalizando o hospital.
Os pedidos
Desde 1999, Sabino Picolo apresentou 19 propostas beneficiando o Hospital Santa Madalena Sofia.
1999
- Pedido de troca de lâmpadas da rua em frente do hospital.
2000
- Requerimento para implantar placas indicativas do hospital na BR-116.
- Requerimento para conservação de rua de saibro próxima do hospital.
- Requerimento para trocar iluminação em frente do hospital.
- Requerimento para incluir o hospital no programa Câmbio Verde.
- Requerimento para que a linha de ônibus Inter-Hospitais atendesse o Santa Madalena Sofia.
2002
- Requerimento para podar uma ara ucária em frente ao hospital
- Requerimento para que a prefeitura fizesse roçada e limpeza ao lado do hospital.
2005
- Requerimento para que a prefeitura fizesse recapeamento de antipó na rua do hospital
- Requerimento para restauração de calçada e pavimento em frente do hospital.
- Requerimento para revitalização do pavimento da rua do hospital.
- Requerimento para limpar terreno baldio ao lado do hospital.
- Emenda ao orçamento para pavimentação da rua do hospital (retirada pelo autor).
- Emenda ao orçamento para pavimentação da rua do hospital (aprovada).
2006
- Requerimento para que a linha de ônibus Higienópolis passe em frente do hospital.
2008
- Requerimento para incluir o Santa Madalena Sofia na linha Inter-Hospitais.
2009
- Projeto de lei declarando o hospital de utilidade pública.
- Emenda de R$ 48 mil ao orçamento municipal para aquisição de equipamentos para o hospital (o mais caro sendo um carro de anestesia de R$ 35 mil).
2010
- Emenda de R$ 65 mil ao orçamento para aquisição de secadora de roupas hospitalar e de carro de anestesia.
O vereador também destinou verbas do orçamento da prefeitura ao hospital. Apresentou duas emendas ao orçamento em 2009 e 2010 que, somadas, representam R$ 113 mil ao Madalena Sofia para a compra de equipamentos. Em 2009, foram R$ 48 mil. O equipamento mais caro era um carro para anestesia, mas havia previsão até de compra de 40 escadinhas para cama de hospital. Em 2010, a emenda destinava R$ 65 mil para compra de um carro de anestesia e também para aquisição de uma secadora de roupas hospitalar.
Outros vereadores
O presidente interino da Câmara não foi o único a destinar verbas para o hospital. Desde 2008, os vereadores de Curitiba já repassaram R$ 655 mil ao Madalena Sofia, um hospital vinculado ao SUS que existe desde 1984. Em 2010, foi realizada uma cerimônia para entrega de diversos equipamentos repassados pela prefeitura a pedido dos vereadores. O texto divulgado pela prefeitura informa que quem recebeu os equipamentos foi Alessandra Diniz, a esposa de Picolo.
Ela também aparece no site da Câmara como “solicitante” em vários pedidos apresentados pelo marido ao hospital e ao seu entorno. Há pedidos dos mais diversos, desde a inclusão do Madalena Sofia na linha Inter-Hospitais até a poda de uma árvore “no n.º 40 da rua Fulvio José Alice, em frente ao Hospital Santa Madalena Sofia”.
Legalidade e moralidade
Especialistas consultados pela Gazeta do Povo afirmam que o fato de Sabino Picolo obter benefícios para o hospital da família de sua mulher tem dois aspectos: o legal e o ético. Na parte legal, há dúvidas sobre a correção do ato. Na parte ética, os especialistas ouvidos pela reportagem dizem que o vereador errou.
“Esse é o mal maior da Repú blica brasileira: a confusão do público com o privado”, afirma Roberto Romano, professor de Ética e Ciência Política da Unicamp. “É absolutamente inaceitável que um vereador carreie recursos públicos para beneficiar a si próprio, parentes ou amigos. Mas, no Brasil, qualquer político acha que tem o direito de fazer isso”, afirma Romano. Para ele, a ilegalidade do ato também é clara. “A Constituição estabelece os princípios da moralidade e da impessoalidade. E o conflito de interesses, neste caso, é evidente.”
Já Egon Bockmann Moreira, professor de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), diz que a configuração de uma ilegalidade, em um caso como este, depende de detalhes sutis. “Há a necessidade de ver todo o histórico. É mais difícil de provar desvio de finalidade no Legislativo do que no Executivo, porque o vereador na verdade não executa, só solicita”, diz Moreira. Para ele, a questão pode ficar mais restrita ao campo ético.
O outro lado
Picolo assegura que não cometeu irregularidades
O vereador Sabino Picolo afirma não ter cometido qualquer irregularidade ao apresentar projetos que beneficiam o hospital da família de sua mulher. “Fiz as emendas e os requerimentos porque achei que era justo. Também apresentei propostas para outros hospitais e a intenção foi sempre a de beneficiar a população”, diz.
Casado com Alessandra Campelo Diniz Picolo desde 2005, o vereador diz ficar “entre a cruz e a espada” em função de a família de sua mulher ser proprietária do hospital. “Por um lado, pedir para fazer a pavimentação, para o ônibus passar lá, para melhorar a iluminação, tudo isso ajuda a população de um bairro grande, como o Bairro Alto. Por outro, sempre pode passar a impressão de que é para beneficiar alguém”, afirma Picolo.
Quanto às emendas que forneceram equipamentos para o hospital, o vereador lembra que o material fica apenas em comodato. “Eles continuam pertencendo à prefeitura. Se o hospital um dia deixar de atender pelo SUS, por exemplo, precisa devolver”, diz. Picolo garante ainda que “vidas foram salvas” em função de os aparelhos estarem disponíveis.
Ele diz que também não vê nada estranho no fato de sua esposa aparecer como solicitante das melhorias. “Quem pede é quem conhece a gente.”
Solicitações
Para Alessandra Campelo Diniz Picolo, não há conflito de interesses na situação. Segundo ela, os hospitais que atendem pelo SUS têm dificuldades para se manter. Por isso acabam recorrendo a solicitações para o poder público. “Antes mesmo de nos casarmos, nós já procurávamos apoio [na Câmara]. Fiz vários pedidos para o vereador Jair Cézar, que representa o bairro, por exemplo”, disse.
Segundo ela, os pedidos nunca foram para benefício pessoal, e sim para facilitar a vida dos usuários do hospital. Questionada sobre se isso não ajuda a trazer lucros para o Madalena Sofia, a administradora afirma que não. “Não temos lucro. E o objetivo não é o dinheiro. Trabalho no hospital porque gosto”, afirma Alessandra.
Fonte: Gazeta do Povo 11/03/2012
sábado, março 10, 2012
Banca de revistas é saqueada após acidente de trânsito
Uma das bancas de revistas mais tradicionais de Curitiba, a Correio, na Rua João Negrão, foi saqueada após acidente com um carro, no fim da madrugada deste sábado, pela segunda vez em menos de três semanas. Por volta das 5h deste sábado, um veículo modelo Punto, de cor vermelha, bateu na banca quando fazia a curva da Rua XV de Novembro para entrar na Rua João Negrão. Ninguém ficou ferido. No entanto, a banca, que sustentava uma família de quatro pessoas, ficou totalmente destruída.
Em menos de uma hora, todos os produtos foram levados do estabelecimento por pedestres que passaram no local, segundo o proprietário da banca Marcos Roberto Pereira. “Seis horas da manhã já estava tudo saqueado”, conta. Foi a terceira vez que Pereira é vítima de furto.
No ano passado, segundo ele, usuários de drogas arrombaram o estabelecimento e levaram pouca coisa. A segunda vez, no Carnaval deste ano, todos os produtos da banca foram levados por ladrões. Pereira havia reposto o estoque recentemente.
De acordo com ele, é impossível saber o valor do prejuízo agora, que envolve estrutura, produtos e até um ar condicionado que foi destruído. Pereira já conversou com uma testemunha do acidente que deverá contar como tudo ocorreu à polícia. A reportagem não conseguiu localizar a testemunha. No entanto, a Polícia Militar já encontrou o veículo, que foi abandonado na Avenida Visconde de Guarapuava, logo após o acidente. O motorista deverá ser identificado pela placa do carro. A colisão foi tão forte que um pedaço do veículo foi encontrado dentro da banca.
“O motorista não foi encontrado. Ainda não sei o que fazer. Vou falar com um advogado”, disse Pereira, visivelmente abatido. No começo da manhã deste sábado, por volta das 9h40, garis limpavam o que sobrou do estabelecimento. A Polícia Militar (PM) recebeu as denúncias de furtos ocorridos na banca. O caso deverá ser encaminhado para a Polícia Civil. A família Pereira tem a banca há cerca de 40 anos no mesmo ponto, em frente ao Correio, que dá o nome ao estabelecimento, próximo ao tubo da estação central.
Acidentes
Além do acidente que resultou na destruição da banca Correio, outros dois ocorreram durante a madrugada de sábado deixando seis pessoas feridas e uma morta em Curitiba e região metropolitana. De acordo com a PM, próximo à BR 277, no bairro Rondinha, em Campo Largo, um carro saiu da pista e bateu em um poste. Um rapaz, de 21 anos, que estava no carro, morreu. Outros passageiros do veículo ficaram feridos. Uma delas foi encaminhada para um hospital da região em estado grave.
Em outro acidente, na Avenida Marechal Floriano Peixoto, próximo ao terminal do bairro Vila Hauer, dois veículos se chocaram. Três pessoas ficaram feridas. Dois homens com ferimentos médios. Elas foram levadas para o Hospital do Trabalhador, no bairro Novo Mundo. A terceira vítima desta colisão é uma mulher. Com ferimento leve, ela foi levada para o Hospital Cajuru, de acordo com a Polícia Militar.
Fonte: Gazeta do povo 10/03/2012
sexta-feira, março 09, 2012
Servidores de escolas municipais entram em greve no dia 14 de março
Professores e servidores de escolas municipais de Curitiba decidiram entrar em greve no dia 14 de março por tempo indeterminado. A decisão foi tomada nesta quinta-feira à noite (8), em reuniões promovidas pelo Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) e pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc). Os mais de 10,5 mil professores de escolas municipais de educação infantil e ensino fundamental têm como principal reivindicação o reajuste salarial.
No dia 29 de fevereiro, a prefeitura anunciou um reajuste de 10% nos salários dos professores e mais uma gratificação de pelo menos R$ 275 mensais do Programa de Produtividade e Qualidade, de acordo com critérios da Secretaria da Educação - docentes com regime de 40 horas, por exemplo, vão receber R$ 550. Os sindicalistas, no entanto, alegam perdas salariais de 14,8% e exigem que o aumento alcance no mínimo esse valor. Segundo o Sismmac, como a Secretaria Municipal da Educação não apresentou novas propostas em negociações feitas com representantes dos sindicatos nos dias 27 de fevereiro, 2, 6 e 8 de março, a categoria não teve outra alternativa que optar pela greve.
Além do acréscimo nos salários, os professores querem que a prefeitura melhore as condições de trabalho, reformule o plano de carreira e que o órgão responsável pelo atendimento de saúde dos servidores municipais não seja privatizado. “Entre tantas coisas, a prefeitura não cumpre a Lei [Nacional do Piso do Magistério, N.º 11.738 de 2008] que determinou que 33% da jornada de trabalho seja exercida extraclasse para capacitação e preparo das aulas; hoje, em Curitiba, apenas 20% do tempo é destinado a esse fim. Também não há o respeito pelo número reduzido de alunos, as classes estão lotadas, o que compromete as atividades”, afirmou disse Silmara Carvalho, uma das diretoras do Sismmac.
O piso salarial de um professor municipal em Curitiba para uma jornada de 20 horas, pela tabela dos sindicatos, é de R$791,64. Considerando que o valor do piso estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) para uma jornada de 40 horas é de R$ 1.451, o salário dos docentes curitibanos é R$ 66,14 maior que o mínimo previsto. Os sindicatos consideram, porém, que a quantia divulgada pelo MEC é apenas orientativa para cidades mais pobres, o que não é o caso de Curitiba.
Fonte: Gazeta do povo 09/03/2012
Para que ir pra escola ?
Espanhol: tenho dicionário
Inglês: eu vejo filmes
Português: se eu não soubesse não estaria
escrevendo isso
História: estão mortos
Ciência: já sei as principais partes do meu
corpo e naum quero saber maiis
Geografia: tenho GPS
Matemática: tenho CALCULADORA
Artes: é só
imprimir do GOOGLE
Educação Física : Voou da cama aoo Pc!
Thomas, o gatão
Derosso perde força no PSDB e partido racha
A sete meses da eleição, o cerco ao presidente licenciado da Câmara Municipal de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB), está se fechando. O movimento pela sua destituição – que antes se restringia à oposição e outros poucos vereadores – ganhou força nesta semana, chegando a causar divergências no PSDB.
O líder do partido na Casa, vereador Emerson Prado, recomendou aos colegas do partido que fossem favoráveis à saída do presidente licenciado do cargo. Contudo, a legenda ficou dividida. Sete dos 13 integrantes da bancada tucana na Câmara assinaram a representação para destituir Derosso da presidência da Casa – atualmente, ele está licenciado do cargo. Ao todo, a oposição conseguiu 27 assinaturas para iniciar o processo de destituição.
Análise
Medo das urnas move tucanos, avaliam especialistas
O temor de que os escândalos envolvendo o presidente licenciado da Câmara de Curitiba, João Cláudio Derosso, respinguem nos demais vereadores do partido, em função da proximidade das eleições, teria sido o motivo que levou o PSDB a se dividir sobre o afastamento definitivo de Derosso do cargo, na avaliação de especialistas consultados pela Gazeta do Povo. Mesmo oficialmente fora do comando da Câmara, Derosso mantinha forte influência na Casa. Mas, nos últimos dias, perdeu o apoio até de parte do seu partido.
“O PSDB está preocupado com o contágio eleitoral que a situação está provocando. Os vereadores foram os primeiros a perceber e isso deve chegar à cúpula, especialmente em razão de uma eleição competitiva que se desenha”, diz o cientista político Ricardo Oliveira, professor da Universidade Federal do Paraná.
Para Samira Kauchakje, cientista social e professora de Gestão Urbana e Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Parabá (PUCPR), o uso da lógica eleitoral esclarece o posicionamento do partido. “Em uma democracia partidária, as ações dos políticos visam votos e as eleições”, afirma.
Samira lembra que nem sempre um político denunciado sofre revés nas urnas. “Em algumas ocasiões, a opinião pública nem sempre acompanha os fatos de perto”, esclarece, citando os casos dos deputados estaduais Nelson Justus (DEM) e Alexandre Curi (PMDB). Mesmo com as denúncias da série Diários Secretos, ambos foram reeleitos para a Assembleia Legislativa em 2010.
O presidente da comissão provisória do diretório municipal de Curitiba do PSDB, Fernando Ghignone, afirma que haverá uma reunião na segunda-feira para alinhar o discurso da legenda. Diretórios estadual e municipal têm opiniões distintas.
Segundo Ghignone, Prado decidiu sozinho por orientar a bancada a apoiar o afastamento de Derosso: “Diria que foi pessoal [a decisão de Prado]”. Ghignone ainda revela que não se descarta a retirada das assinaturas dos tucanos. Isso não impediria, porém, a abertura do processo de destituição. Isso porque, mesmo retirado o apoio dos vereadores do PSDB, restariam as 20 assinaturas necessárias para protocolar a representação pedindo a saída do tucano. “Vamos debater para chegar a uma conclusão.”
Embora não tenha consultado Ghignone, Emerson Prado afirma que entrou em contato com a direção estadual antes de passar qualquer orientação à bancada. “O diretório estadual vem há tempos nesta linha. Chegamos a um ponto em que a pressão é insuportável nesta Casa”, explica. “Os sete que assinaram a representação não vão voltar atrás. Ou o Derosso renuncia, ou será cassado”, sentencia Prado.
O presidente do diretório estadual do PSDB, o deputado Valdir Rossoni, confirma ter sido consultado por Prado e dado a recomendação de que o partido se posicionasse contrário a Derosso. “O PSDB não pode pagar por eventuais erros de pessoas que compõem o partido. Existe uma linha ética a ser seguida.”
Embora se diga contrário à permanência do presidente licenciado no cargo, Rossoni afirma que a executiva municipal tem autonomia para deliberar em sentido contrário. “O diretório estadual só entra na discussão se houver extrema necessidade.”
Cobrança
Nos bastidores da Câmara, os vereadores alegam que a presença de Derosso no comando da Casa gera cobranças em suas bases eleitorais. Isso vale para membros do PSDB e também para os partidos da oposição.
De certa maneira, o maior temor é de que a permanência do presidente licenciado no cargo possa influenciar no momento do voto, mesmo para quem se posicionou de forma contrária a Derosso. Baseada nessa percepção, boa parte dos vereadores desistiu de conceder apoio incondicional a Derosso – como o demonstrado no início das investigações sobre os contratos de publicidade da Casa suspeitos de irregularidade.
Os presidentes dos diretórios municipal e estadual do PSDB, porém, demonstram não acreditar nessa relação. “A reeleição dos vereadores está ligada a suas ações com a comunidade. Eles serão julgados pela atuação em seu mandato, não pela forma como se posicionaram nesse caso”, afirma Ghignone. Para Rossoni, o maior desgaste ainda é de Derosso. “É automático que o partido sofra, mas o mesmo PSDB está fazendo uma transformação na Assembleia Legislativa, que também está sob o seu comando.”
Fonte: Gazeta do Povo 09/03/2012
quinta-feira, março 08, 2012
quarta-feira, março 07, 2012
Após paralisação, governo promete proposta de reajuste para 20 de março
Caso o acordo não seja cumprido, categoria deverá entrar em greve. Professores querem a equiparação salarial com os técnicos de nível superior que trabalham nas universidades
O governo se comprometeu nesta quarta-feira (7) a apresentar até o dia 20 de março uma proposta de reajuste salarial para os professores das instituições de ensino superior do Estado. O anúncio foi feito pelo secretário de estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Alípio Leal, após ser pressionado por uma paralisação dos docentes realizada em todo o Estado. A mobilização afetou alunos das sete universidades estaduais do Paraná. De acordo com os sindicatos, cerca de 8 mil docentes pararam, 90% da categoria no Estado.
A decisão foi comunicada em uma reunião nesta manhã com representantes dos docentes que vieram a Curitiba. Leal se comprometeu também, segundo informações dos sindicalistas, a rever o corte nas verbas de custeio das universidades e a retomar o fluxo de reposição de pessoal com a contratação de novos professores. "Caso essas promessas não sejam cumpridas nos reuniremos em assembleias no dia 20 e não descartamos a decisão pela greve geral", afirmou Antonio Bosi, presidente Adunioste, Sindicato dos Docentes da Unioeste.
Participaram da mobilização profissionais da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e duas das unidades da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), a Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana (Fecea) e a Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam).
O estopim do descontentamento dos professores aconteceu no início de fevereiro quando o governo confirmou que não seria possível dar um aumento de 9,62% em três parcelas em 2012, 2013 e 2014, conforme havia sido negociado em 11 de novembro do ano passado. O acréscimo consertaria a defasagem de 31,73% que existe entre os salários dos docentes e dos técnicos administrativos de nível superior que trabalham nas universidades. Segundo Leal, o governo havia se comprometido apenas a encaminhar a proposta às outras esferas de governo responsáveis por pagar a conta, mas os sindicatos não entenderam da mesma forma e já contavam com o aumento no primeiro trimestre deste ano.
Protestos
Em Curitiba, a paralisação contou com uma passeata com cerca de 500 pessoas, segundo estimativa da Secretaria de Trânsito (Setran), que começou às 10h30 da Praça Santos Andrade e terminou no Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. Os manifestantes – professores, alunos e funcionários – vieram em dezesseis ônibus provenientes de cidades do interior do Estado para pedir o reajuste salarial e o aumento das verbas de custeio das universidades.
Já em Maringá, a mobilização na UEM consistiu na realização de assembleias para a discussão dos problemas da categoria. "Nenhum professor deu aula. É uma paralisação geral; 12 mil alunos também estão parados", afirmou a vice-presidente do Sesduem, sindicato dos professores da instituição, Marta Bellini. Dois ônibus com 60 professores da UEM se uniram à manifestação realizada em Curitiba.
Na UEPG a adesão à paralisação foi de quase 100% na instituição - apenas alguns professores do setor de Saúde trabalharam. Os cerca de 800 professores pararam e 8 mil alunos ficaram sem aulas. “Quatro ônibus com professores e alunos se dirigiram à Curitiba para protestar. Esperamos, como todas as outras universidades do Estado, que o governo cumpra a promessa de encaminhar à Assembleia Legislativa a proposta de reajuste salarial”, declarou Cíntia Xavier do Sinduepg, sindicato que reúne os professores da instituição.
"FONTE" GAZETA DO POVO
Funcionários do Banco do Brasil fazem ato para pedir redução da jornada de trabalho
Funcionários do Banco do Brasil fizeram uma manifestação em frente à agência e ao centro administrativo da Praça Tiradentes, no Centro de Curitiba, na manhã desta quarta-feira. O ato foi encerrado às 10 horas. O atendimento à população não é afetado. Em Curitiba, os atos estavam concentrados nessas unidades.
Os bancários da capital paranaense e de todo país reivindicam que a jornada de trabalho de 6 horas seja cumprida, de acordo com o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região. A categoria afirma que o expediente é de 8 horas.
Segundo o sindicato, um estudo está sendo feito pelo banco para implantar a jornada de 6 horas de trabalho, mas ainda não há data para que isso ocorra.
Funcionários do banco de todo país foram orientados a trabalhar roupas pretas nesta quarta-feira para participar do protesto.
Fonte: Gazeta do povo 07/03/2012
Os bancários da capital paranaense e de todo país reivindicam que a jornada de trabalho de 6 horas seja cumprida, de acordo com o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região. A categoria afirma que o expediente é de 8 horas.
Segundo o sindicato, um estudo está sendo feito pelo banco para implantar a jornada de 6 horas de trabalho, mas ainda não há data para que isso ocorra.
Funcionários do banco de todo país foram orientados a trabalhar roupas pretas nesta quarta-feira para participar do protesto.
Fonte: Gazeta do povo 07/03/2012
terça-feira, março 06, 2012
O ESTRANHO
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares:
Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa! Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome?
Nós o chamamos Televisor...
Nota:
Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.
Agora ele tem uma esposa que se chama Computador
e um filho que se chama Celular!
Para refletir por Thomas, o gatão.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares:
Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa! Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome?
Nós o chamamos Televisor...
Nota:
Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.
Agora ele tem uma esposa que se chama Computador
e um filho que se chama Celular!
Para refletir por Thomas, o gatão.
Ladrão é atropelado ao tentar assaltar motorista
Uma situação inusitada ocorreu em Curitiba na tarde desta segunda-feira (5). Um ladrão estava em uma moto quando tentou assaltar um carro. Ele foi atropelado pelo motorista e socorrido por moradores da região, que sentiram pena do homem que ficou preso embaixo do veículo. Ao sair do local, ele tentou assaltar os moradores e roubou um carro.
Segundo o telejornal ParanáTV 2ª Edição, imagens de câmeras de segurança da região mostram toda a ação. O motorista de um carro havia saído de um banco. Depois que seu carro passou, um motociclista aparece na rua. Ele para a moto, cobre a placa e segue atrás do carro. Armado, ele dá voz de assalto ao motorista, que reage e atropela o ladrão.
Na sequência, muitas pessoas se aglomeram em volta do carro. O motorista do veículo, José Francisco Gomes, conta que o assaltante ficou preso embaixo do carro e comoveu algumas pessoas, que não sabiam que ele tinha tentado cometer um assalto antes. Penalizadas, elas pressionaram o motorista para tirar o homem do local.
O assaltante ficou preso embaixo do carro por cerca de 20 minutos. Por insistência de moradores de prédios da região e pessoas que passavam na rua, um grupo se juntou para levantar o carro. Mesmo com protesto do motorista, o grupo resgatou o assaltante.
Depois, as câmeras mostram o homem com a arma em punho e uma correria. O assaltante tenta levar um carro que está sendo manobrado na rua. Ele rende a motorista, que desce com a chave na mão. O assaltante chega a entrar no carro, mas logo sai e aborda outra motorista. Ele fugiu em um veículo roubado.
Fonte: Gazeta do povo 06/03/2012
Segundo o telejornal ParanáTV 2ª Edição, imagens de câmeras de segurança da região mostram toda a ação. O motorista de um carro havia saído de um banco. Depois que seu carro passou, um motociclista aparece na rua. Ele para a moto, cobre a placa e segue atrás do carro. Armado, ele dá voz de assalto ao motorista, que reage e atropela o ladrão.
Na sequência, muitas pessoas se aglomeram em volta do carro. O motorista do veículo, José Francisco Gomes, conta que o assaltante ficou preso embaixo do carro e comoveu algumas pessoas, que não sabiam que ele tinha tentado cometer um assalto antes. Penalizadas, elas pressionaram o motorista para tirar o homem do local.
O assaltante ficou preso embaixo do carro por cerca de 20 minutos. Por insistência de moradores de prédios da região e pessoas que passavam na rua, um grupo se juntou para levantar o carro. Mesmo com protesto do motorista, o grupo resgatou o assaltante.
Depois, as câmeras mostram o homem com a arma em punho e uma correria. O assaltante tenta levar um carro que está sendo manobrado na rua. Ele rende a motorista, que desce com a chave na mão. O assaltante chega a entrar no carro, mas logo sai e aborda outra motorista. Ele fugiu em um veículo roubado.
Fonte: Gazeta do povo 06/03/2012
segunda-feira, março 05, 2012
Carícias depois do sexo...
Um homem estava deitado na cama com a sua nova namorada.
Depois de terem feito sexo, ela ficou bastante tempo acariciando-lhe os testículos. Algo de que ela parecia gostar
imensamente. Ele estava gostando bastante, mas com curiosidade perguntou:
- Porque gostas tanto de acariciar os meus testículos?
- E sua voz macia respondeu:
- Saudades dos meus...
Silêncio Total...
Thomas, o gatão.
Depois de terem feito sexo, ela ficou bastante tempo acariciando-lhe os testículos. Algo de que ela parecia gostar
imensamente. Ele estava gostando bastante, mas com curiosidade perguntou:
- Porque gostas tanto de acariciar os meus testículos?
- E sua voz macia respondeu:
- Saudades dos meus...
Silêncio Total...
Thomas, o gatão.
Bike elétrica exige habilitação
Luis Sérgio Pita , revendedor de bikes elétricas, desconhece legislação do modelo
A popularização do uso das bicicletas como meio de transporte nas grandes cidades abriu um mercado para os modelos elétricos. O uso desses veículos, porém, tem uma natureza específica e exige o cumprimento de regras diferentes das de uma bicicleta comum. Essas peculiaridades, entretanto, não estão sendo informadas aos consumidores, ferindo o direito básico à informação, assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor.
A Resolução n.º 315 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) equipara a bicicleta elétrica (cicloelétrico) ao ciclomotor para efeitos legais. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) dá a esse tipo de veículo um tratamento específico, como a exigência de uma habilitação especial, uso obrigatório de capacete regulamentado e itens de segurança no veículo, além de regras de circulação próprias.
Atenção
Diferenças estão claras na legislação
A Resolução 315 do Contran faz a equiparação de bicicletas com motor auxiliar elétrico aos ciclomotores – com ou sem pedal –, tornando a circulação desses veículos sujeitos à regras diferentes das de uma bicicleta movida a propulsão humana. Um cicloelétrico, portanto, não poderia trafegar em uma ciclovia.
Também de acordo com o artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro, conduzir uma bicicleta elétrica sem habilitação, sem usar capacete de segurança (o mesmo usado por motociclistas) ou com os faróis apagados durante o dia ou noite é considerado infração gravíssima, com pena de multa e suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação, quando o condutor for habilitado em alguma outra categoria.
Bicicletarias resistem aos modelos elétricos
As principais bicicletarias de Curitiba resistem à entrada das bicicletas elétricas no mercado. Seja por uma questão de “fidelidade ao pedal” ou mesmo por dificuldade nas vendas, é difícil encontrar modelos com motor elétrico em lojas especializadas. A maioria das elétricas disponíveis são vendidas em lojas de eletroeletrônicos, por representantes de marcas ou diretamente pela intenet.
A Cicles Jaime, representante da Caloi, por exemplo, já comercialzou modelos elétricos, mas, diante da baixa demanda, não encomendou novas unidades quando o estoque se esgotou.
Segundo uma vendedora, a procura foi pequena e o investimento é alto. Os modelos elétricos custam entre R$ 2,2 mil e R$ 5 mil.
Já a Agência da Bicicleta sequer entrou na onda das bikes elétricas. “Nada contra, mas os modelos que estão aí são muito mal montados. Tem importador que busca o produto na China e tenta revender aqui no Brasil”, diz o empresário Reinaldo José Haim. A bicicletaria Portella foi outra que não quis apostar no mercado das elétricas.
Seja por puro desconhecimento da lei, ou mesmo se valendo da falta de fiscalização dos órgãos de trânsito, o varejo está vendendo esses veículos como sendo apenas uma forma de curtir todos os benefícios de uma bicicleta sem fazer muito esforço.
Em um levantamento feito pela Gazeta do Povo, nenhuma empresa que comercializa esse tipo de equipamento soube fornecer as informações de maneira correta e precisa. Algumas chegaram a informar que o uso dos equipamentos de segurança não são obrigatórios.
Porém, uma vez adquirida a bicicleta elétrica, a realidade enfrentada passa a ser outra. “Sendo equiparado pela legislação à condutor de ciclomotor, o ciclista da bicicleta elétrica deverá usar capacete (não de bicicleta e sim de moto), deverá andar com luzes acesas mesmo durante o dia, ser maior de 18 anos e possuir ACC [Autorização para Conduzir Ciclomotores]. Portanto, não é só comprar e sair feliz pela rua”, alerta o secretário municipal de Trânsito de Curitiba, Marcelo Araújo. Ele explica que, pela legislação, o condutor que trafegar em situação irregular poderá ter o veículo retido pela autoridade de trânsito.
A coordenadora do Procon-PR, Cláudia Silvano, afirma que a falta de informação clara e precisa configura prática abusiva. “É muito fácil para um consumidor leigo confundir o uso de uma bicicleta normal de uma bicicleta motorizada ou elétrica. Isso torna obrigatório o fornecimento das regras gerais de uso do produto. No caso do trânsito, que tem normas específicas, a omissão pode colocar o consumidor em risco de vida”, alerta.
Em Curitiba, algumas lojas de departamentos estão vendendo cicloelétricos sem qualquer exigência ou requisito. Em alguns casos, os veículos são vendidos sem que tenham todos os equipamentos de segurança obrigatórios. Para a Cláudia, esses produtos estão em desacordo com as normas previstas pelo órgão nacional de trânsito e sequer poderiam ser comercializados. “O artigo 39 inciso VII do Código de Defesa do Consumidor considera prática abusiva vender um produto fora das especificações técnicas determinadas pelos órgãos competentes. Isso coloca em risco a vida da pessoa. O fabricante, produtor, construtor, importador e vendedor respondem solidariamente: todos devem garantir que os produtos estejam de acordo com as normas vigentes no país”, afirma. Segundo ela, além das sanções administrativas, todos podem ser responsabilizados penalmente por crime contra a economia popular.
Empresas omitem informação
Nenhuma empresa está preparada para repassar as informações corretas sobre o uso das bicicletas elétricas no trânsito da cidade. Essa é a constatação de um levantamento feito pela Gazeta do Povo com empresas e revendedoras desse produto que atuam no país. O empresário Luis Sérgio Pita, representante das bicicletas elétricas Eko Lev, diz desconhecer a legislação que equipara os cicloelétricos aos ciclomotores. “Não sou legislador, mas sei que a responsabilidade da ordenação do trânsito é municipal. Algumas cidades estão exigindo regras e outras não. Por aqui, desconheço qualquer exigência específica”, diz.
Ele garante que passa aos seus clientes a recomendação sobre o uso de equipamentos de segurança, mas não os informa como sendo uma obrigatoriedade. “Trabalhamos dentro da brecha legal, esperando um estudo melhor e a definição de regras mais adequadas. A primeira coisa que falo para uma pessoa leiga é que não é uma moto. Nenhum motor elétrico sozinho te leva em uma subida. O limite de velocidade dela é 25 km/h”, diz.
Segundo Pita, a falta de fiscalização e autuação dos órgãos de trânsito permitem o uso do equipamento sem atender todas as exigências legais. “Entre a teoria e a prática, a Prefeitura não tem como multar uma bicicleta elétrica que está infringindo leis, já que não há um cadastro municipal ou emplacamento dos veículos. A outra situação seria a apreensão das bicicletas”, diz.
A empresa Go Lev, que comercializa bicicletas elétricas, chegou a informar que não há necessidade de nenhum documento para guiar os veículos da marca. “Capacetes e afins são de opção do utilizador. A bike não é considerada ciclomotor e não é necessário registrá-la”, informou por e-mail o responsável pelo atendimento da empresa, Marcos Cairo.
Na rede Magazine Luiza, o vendedor Thiago Araújo informou que o uso do capacete é obrigatório – mas disse que o modelo usado por ciclistas é o suficiente. Ele também garantiu que não é preciso ter qualquer tipo de habilitação para conduzir esses veículos.
Outro agravante foi a falta de conformidade da bicicleta elétrica vendida pela loja com a legislação de trânsito. O equipamento não possui o farol traseiro – item obrigatório. A peça do mostruário também estava sem ambos os espelhos retrovisores, segundo o vendedor por um acidente no transporte. “Mas é como uma bicicleta, dá para andar sem”, garantiu.
Já o revendedor da Bio Bike, empresa do Rio de Janeiro, disse que é possível trafegar com o cicloelétrico até mesmo em calçadas – situação vetada até mesmo para bicicletas comuns.
Informado de que a lei proíbe a circulação de ciclistas em calçadas, o vendedor, que se identificou apenas como Paulo, respondeu: “Se isso é lei eu ainda não sei. Mas todo mundo aqui anda na calçada”. Sobre os itens de segurança, ele garantiu que são opcionais. “Pode ficar tranqüilo. Posso te dar minha palavra. Em seis anos e nunca tive problemas. Já fui parado em uma blitz e o policial mandou eu ir para a calçada”, diz.
Fonte: Gazeta do povo 05/03/2012
A popularização do uso das bicicletas como meio de transporte nas grandes cidades abriu um mercado para os modelos elétricos. O uso desses veículos, porém, tem uma natureza específica e exige o cumprimento de regras diferentes das de uma bicicleta comum. Essas peculiaridades, entretanto, não estão sendo informadas aos consumidores, ferindo o direito básico à informação, assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor.
A Resolução n.º 315 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) equipara a bicicleta elétrica (cicloelétrico) ao ciclomotor para efeitos legais. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) dá a esse tipo de veículo um tratamento específico, como a exigência de uma habilitação especial, uso obrigatório de capacete regulamentado e itens de segurança no veículo, além de regras de circulação próprias.
Atenção
Diferenças estão claras na legislação
A Resolução 315 do Contran faz a equiparação de bicicletas com motor auxiliar elétrico aos ciclomotores – com ou sem pedal –, tornando a circulação desses veículos sujeitos à regras diferentes das de uma bicicleta movida a propulsão humana. Um cicloelétrico, portanto, não poderia trafegar em uma ciclovia.
Também de acordo com o artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro, conduzir uma bicicleta elétrica sem habilitação, sem usar capacete de segurança (o mesmo usado por motociclistas) ou com os faróis apagados durante o dia ou noite é considerado infração gravíssima, com pena de multa e suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação, quando o condutor for habilitado em alguma outra categoria.
Bicicletarias resistem aos modelos elétricos
As principais bicicletarias de Curitiba resistem à entrada das bicicletas elétricas no mercado. Seja por uma questão de “fidelidade ao pedal” ou mesmo por dificuldade nas vendas, é difícil encontrar modelos com motor elétrico em lojas especializadas. A maioria das elétricas disponíveis são vendidas em lojas de eletroeletrônicos, por representantes de marcas ou diretamente pela intenet.
A Cicles Jaime, representante da Caloi, por exemplo, já comercialzou modelos elétricos, mas, diante da baixa demanda, não encomendou novas unidades quando o estoque se esgotou.
Segundo uma vendedora, a procura foi pequena e o investimento é alto. Os modelos elétricos custam entre R$ 2,2 mil e R$ 5 mil.
Já a Agência da Bicicleta sequer entrou na onda das bikes elétricas. “Nada contra, mas os modelos que estão aí são muito mal montados. Tem importador que busca o produto na China e tenta revender aqui no Brasil”, diz o empresário Reinaldo José Haim. A bicicletaria Portella foi outra que não quis apostar no mercado das elétricas.
Seja por puro desconhecimento da lei, ou mesmo se valendo da falta de fiscalização dos órgãos de trânsito, o varejo está vendendo esses veículos como sendo apenas uma forma de curtir todos os benefícios de uma bicicleta sem fazer muito esforço.
Em um levantamento feito pela Gazeta do Povo, nenhuma empresa que comercializa esse tipo de equipamento soube fornecer as informações de maneira correta e precisa. Algumas chegaram a informar que o uso dos equipamentos de segurança não são obrigatórios.
Porém, uma vez adquirida a bicicleta elétrica, a realidade enfrentada passa a ser outra. “Sendo equiparado pela legislação à condutor de ciclomotor, o ciclista da bicicleta elétrica deverá usar capacete (não de bicicleta e sim de moto), deverá andar com luzes acesas mesmo durante o dia, ser maior de 18 anos e possuir ACC [Autorização para Conduzir Ciclomotores]. Portanto, não é só comprar e sair feliz pela rua”, alerta o secretário municipal de Trânsito de Curitiba, Marcelo Araújo. Ele explica que, pela legislação, o condutor que trafegar em situação irregular poderá ter o veículo retido pela autoridade de trânsito.
A coordenadora do Procon-PR, Cláudia Silvano, afirma que a falta de informação clara e precisa configura prática abusiva. “É muito fácil para um consumidor leigo confundir o uso de uma bicicleta normal de uma bicicleta motorizada ou elétrica. Isso torna obrigatório o fornecimento das regras gerais de uso do produto. No caso do trânsito, que tem normas específicas, a omissão pode colocar o consumidor em risco de vida”, alerta.
Em Curitiba, algumas lojas de departamentos estão vendendo cicloelétricos sem qualquer exigência ou requisito. Em alguns casos, os veículos são vendidos sem que tenham todos os equipamentos de segurança obrigatórios. Para a Cláudia, esses produtos estão em desacordo com as normas previstas pelo órgão nacional de trânsito e sequer poderiam ser comercializados. “O artigo 39 inciso VII do Código de Defesa do Consumidor considera prática abusiva vender um produto fora das especificações técnicas determinadas pelos órgãos competentes. Isso coloca em risco a vida da pessoa. O fabricante, produtor, construtor, importador e vendedor respondem solidariamente: todos devem garantir que os produtos estejam de acordo com as normas vigentes no país”, afirma. Segundo ela, além das sanções administrativas, todos podem ser responsabilizados penalmente por crime contra a economia popular.
Empresas omitem informação
Nenhuma empresa está preparada para repassar as informações corretas sobre o uso das bicicletas elétricas no trânsito da cidade. Essa é a constatação de um levantamento feito pela Gazeta do Povo com empresas e revendedoras desse produto que atuam no país. O empresário Luis Sérgio Pita, representante das bicicletas elétricas Eko Lev, diz desconhecer a legislação que equipara os cicloelétricos aos ciclomotores. “Não sou legislador, mas sei que a responsabilidade da ordenação do trânsito é municipal. Algumas cidades estão exigindo regras e outras não. Por aqui, desconheço qualquer exigência específica”, diz.
Ele garante que passa aos seus clientes a recomendação sobre o uso de equipamentos de segurança, mas não os informa como sendo uma obrigatoriedade. “Trabalhamos dentro da brecha legal, esperando um estudo melhor e a definição de regras mais adequadas. A primeira coisa que falo para uma pessoa leiga é que não é uma moto. Nenhum motor elétrico sozinho te leva em uma subida. O limite de velocidade dela é 25 km/h”, diz.
Segundo Pita, a falta de fiscalização e autuação dos órgãos de trânsito permitem o uso do equipamento sem atender todas as exigências legais. “Entre a teoria e a prática, a Prefeitura não tem como multar uma bicicleta elétrica que está infringindo leis, já que não há um cadastro municipal ou emplacamento dos veículos. A outra situação seria a apreensão das bicicletas”, diz.
A empresa Go Lev, que comercializa bicicletas elétricas, chegou a informar que não há necessidade de nenhum documento para guiar os veículos da marca. “Capacetes e afins são de opção do utilizador. A bike não é considerada ciclomotor e não é necessário registrá-la”, informou por e-mail o responsável pelo atendimento da empresa, Marcos Cairo.
Na rede Magazine Luiza, o vendedor Thiago Araújo informou que o uso do capacete é obrigatório – mas disse que o modelo usado por ciclistas é o suficiente. Ele também garantiu que não é preciso ter qualquer tipo de habilitação para conduzir esses veículos.
Outro agravante foi a falta de conformidade da bicicleta elétrica vendida pela loja com a legislação de trânsito. O equipamento não possui o farol traseiro – item obrigatório. A peça do mostruário também estava sem ambos os espelhos retrovisores, segundo o vendedor por um acidente no transporte. “Mas é como uma bicicleta, dá para andar sem”, garantiu.
Já o revendedor da Bio Bike, empresa do Rio de Janeiro, disse que é possível trafegar com o cicloelétrico até mesmo em calçadas – situação vetada até mesmo para bicicletas comuns.
Informado de que a lei proíbe a circulação de ciclistas em calçadas, o vendedor, que se identificou apenas como Paulo, respondeu: “Se isso é lei eu ainda não sei. Mas todo mundo aqui anda na calçada”. Sobre os itens de segurança, ele garantiu que são opcionais. “Pode ficar tranqüilo. Posso te dar minha palavra. Em seis anos e nunca tive problemas. Já fui parado em uma blitz e o policial mandou eu ir para a calçada”, diz.
Fonte: Gazeta do povo 05/03/2012
domingo, março 04, 2012
Advogado não Mente... Só é criativo...
UM ADVOGADO tinha 12 filhos e precisava sair da casa onde
morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria alugar porque
sabiam que a criançada iria destruir a casa.
Ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir,
afinal os ADVOGADOS não podem mentir.
Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma idéia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária.
Gostou de uma e o agente lhe perguntou quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
Daí o agente perguntou: onde estão os outros?!
E ele respondeu, com um ar muito triste: “Estão no cemitério, junto com a mãe deles”.
E foi assim que eles conseguiram alugar uma casa sem mentir...
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Thomas, o gatão
morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria alugar porque
sabiam que a criançada iria destruir a casa.
Ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir,
afinal os ADVOGADOS não podem mentir.
Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma idéia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária.
Gostou de uma e o agente lhe perguntou quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
Daí o agente perguntou: onde estão os outros?!
E ele respondeu, com um ar muito triste: “Estão no cemitério, junto com a mãe deles”.
E foi assim que eles conseguiram alugar uma casa sem mentir...
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Thomas, o gatão
Réveillon fora de época reúne cerca de 20 mil pessoas em praça de Curitiba
Cerca de 20 mil pessoas se reuniram na Praça de Espanha, em Curitiba, entre a noite de sábado (3) e a madrugada deste domingo (4) para participar da comemoração do 'Réveillon Fora de Época'. Esta foi a segunda edição da festa, que assim como a prImeira em 2011, foi divulgada internet. A festa é organizada em homenagem ao referência de que o ano só começa para o brasileiro depois do carnaval.
De acordo com a Polícia Militar (PM), foram registradas apenas duas ligações para a central 190 sobre perturbação do sossego durante a madrugada.
A meia-noite houve queima de fogos e alguns participantes se banharam no chafariz da praça. Homens da PM e da Guarda Municipal fizeram a segurança da festa, bloquearam algumas ruas de acesso a praça, e a Prefeitura de Curitiba instalou banheiros químicos.
Na manhã deste domingo (4), equipes da coleta de lixo da prefeitura trabalhavam na limpeza da Praça da Espanha. A maioria dos canteiros de flores foram destruídos, havia muitas garrafas de bebidas alcóolicas e lixo deixados no chão.
Uma moradora que estava na praça esta manhã se disse triste ao ver o resultado do evento. "Dá vontade de chorar. Está muito feio, muita sujeira, muito caco de vidro. Todo mundo tem o direito de se divertir, mas eles tinham que ter mais cuidado", comentou Vera Tedeski.
"Isso até atrapalha a imagem de Curitiba de ecologicamente correta, cidade limpa, e essa imagem vai ser vista fora. Não é isso que eu vejo todo dia aqui. Isso aí já fugiu um pouco do controle", relatou o engenheiro Paulo Contin.
Para a funcionária pública Sali Kucinski, a limpeza e reorganização do local é responsabilidade da prefeitura e apoia o evento. "Acho que é só programar a revitalização pra depois da festa, tem que dar uma cuidadinha. O povo precisa se reunir. A festa é bonita", disse.
Durante a semana, a Prefeitura de Curitiba informou que a praça não tem capacidade para suportar o evento, que deve contar com mais de 10 mil pessoas. E o Ministério Público estadual também tentou impedir a reunião, porém, como não haveria tempo hábil para informar as milhares de pessoas que confirmaram presença, a festa foi mantida.
Em 2011, oito mil pessoas participaram da festa ao ar livre e os comerciantes da região reclamaram. “A praça estava muito suja, muitas garrafas, o pessoal tinha pisado nas flores”, contou Cíntia Peixoto que é presidente da Associação Comercial da Praça da Espanha. Peixoto destacou que os empresários são simpáticos ao evento, mas desejam que a ordem da praça seja mantida. No último ano, não havia agentes de trânsito nem policiais ou guardas municipais no local.
Fonte: G1 Paraná 04/03/2012
De acordo com a Polícia Militar (PM), foram registradas apenas duas ligações para a central 190 sobre perturbação do sossego durante a madrugada.
A meia-noite houve queima de fogos e alguns participantes se banharam no chafariz da praça. Homens da PM e da Guarda Municipal fizeram a segurança da festa, bloquearam algumas ruas de acesso a praça, e a Prefeitura de Curitiba instalou banheiros químicos.
Na manhã deste domingo (4), equipes da coleta de lixo da prefeitura trabalhavam na limpeza da Praça da Espanha. A maioria dos canteiros de flores foram destruídos, havia muitas garrafas de bebidas alcóolicas e lixo deixados no chão.
Uma moradora que estava na praça esta manhã se disse triste ao ver o resultado do evento. "Dá vontade de chorar. Está muito feio, muita sujeira, muito caco de vidro. Todo mundo tem o direito de se divertir, mas eles tinham que ter mais cuidado", comentou Vera Tedeski.
"Isso até atrapalha a imagem de Curitiba de ecologicamente correta, cidade limpa, e essa imagem vai ser vista fora. Não é isso que eu vejo todo dia aqui. Isso aí já fugiu um pouco do controle", relatou o engenheiro Paulo Contin.
Para a funcionária pública Sali Kucinski, a limpeza e reorganização do local é responsabilidade da prefeitura e apoia o evento. "Acho que é só programar a revitalização pra depois da festa, tem que dar uma cuidadinha. O povo precisa se reunir. A festa é bonita", disse.
Durante a semana, a Prefeitura de Curitiba informou que a praça não tem capacidade para suportar o evento, que deve contar com mais de 10 mil pessoas. E o Ministério Público estadual também tentou impedir a reunião, porém, como não haveria tempo hábil para informar as milhares de pessoas que confirmaram presença, a festa foi mantida.
Em 2011, oito mil pessoas participaram da festa ao ar livre e os comerciantes da região reclamaram. “A praça estava muito suja, muitas garrafas, o pessoal tinha pisado nas flores”, contou Cíntia Peixoto que é presidente da Associação Comercial da Praça da Espanha. Peixoto destacou que os empresários são simpáticos ao evento, mas desejam que a ordem da praça seja mantida. No último ano, não havia agentes de trânsito nem policiais ou guardas municipais no local.
Fonte: G1 Paraná 04/03/2012
sábado, março 03, 2012
Homem vai cobrar dívida e é assassinado na frente de sua casa em Araucária
Um homem foi morto com 16 tiros na cabeça na madrugada desta sábado (03), após ir cobrar uma dívida em Araucária. Aldemilson Gregório Paiva chegava em sua casa quando um veículo passou e fez os disparos, mas ninguém viu o que aconteceu. Sua esposa chegou a acionar o Siate, que o encaminhou ao Hospital de Araucária, mas ele não resistiu aos ferimentos.
Segundo o investigador Célio, da Delegacia de Araucaria, Aldemilson teria ido cobrar uma dívida momentos antes do crime, o que pode ter sido o motivo. Segundo o irmão da vítima, ele era um trabalhador autônomo e uma pessoa tranquila.
A polícia tenta identificar as causas e os autores do crime.
"Fonte" Banda B
Segundo o investigador Célio, da Delegacia de Araucaria, Aldemilson teria ido cobrar uma dívida momentos antes do crime, o que pode ter sido o motivo. Segundo o irmão da vítima, ele era um trabalhador autônomo e uma pessoa tranquila.
A polícia tenta identificar as causas e os autores do crime.
"Fonte" Banda B
Policial Civil é atropelado por carro recheado de drogas
Um policial civil, que trabalhava em uma blitz, foi atropelado por um carro que tentava fugir dos policiais, na noite desta sexta-feira (02) em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. O motorista do veículo Honda Fit não respeitou a ordem de parar, furou o bloqueio, e atropelou o policial fugindo em alta velocidade. Os policias iniciaram uma perseguição, mas perderam o carro em uma estrada rural. Durante a madrugada deste sábado (03), o veículo foi localizado com mais de 5 kg de crack.
Segundo o Superintendente da Delegacia do município, Valdir Ferreira, o veículo foi encontrado nas proximidades da estrada em que eles haviam perdido o carro, o veículo foi recolhido ao pátio da delegacia. “Estamos fazendo buscas e pelo que me informaram, mais drogas foram encontrados na região”, disse.
O policial atropelado já está em casa e passa bem. A delegacia de Fazenda Rio Grande faz investigações para identificar quem estava no carro e indiciá-los por tráfico de drogas e tentativa de homicídio.
"Fonte" Banda B
Segundo o Superintendente da Delegacia do município, Valdir Ferreira, o veículo foi encontrado nas proximidades da estrada em que eles haviam perdido o carro, o veículo foi recolhido ao pátio da delegacia. “Estamos fazendo buscas e pelo que me informaram, mais drogas foram encontrados na região”, disse.
O policial atropelado já está em casa e passa bem. A delegacia de Fazenda Rio Grande faz investigações para identificar quem estava no carro e indiciá-los por tráfico de drogas e tentativa de homicídio.
"Fonte" Banda B
sexta-feira, março 02, 2012
Paranaguá fecha primeiro bimestre com alta de 40% na exportação de granéis
As exportações de granéis pelo Corredor de Exportador do Porto de Paranaguá registraram aumento de 40% no primeiro bimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Somando a movimentação de janeiro e fevereiro foram exportados pelo Porto de Paranaguá dois milhões de toneladas de soja, farelo de soja, trigo e açúcar.
Considerando apenas a carga de soja, a movimentação no bimestre foi de 780 mil toneladas, volume quatro vezes superior ao do mesmo período de 2011. As exportações de farelo, que também totalizaram 780 mil toneladas, representaram alta de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.
O diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura, Otmar Hubner, diz que os agricultores estão aproveitando o bom momento do preço da saca de soja para vender os produtos, o que pode explicar o aumento nas exportações. “A saca está custando, em média, R$ 45,50, contra os R$ 42,00 registrados em janeiro”, disse.
O Paraná responde por cerca de 50 % da soja exportada por Paranaguá. Mesmo com a quebra de safra na casa dos 23%, o estado terá a quarta melhor safra de grãos da história do Estado, de acordo com dados do Deral.
O Mato Grosso, maior produtor de soja do País e de onde vem cerca de 25% da soja exportada pelo Porto de Paranaguá, está prevendo alta de 8% na safra de soja de 2011/2012. A previsão é de uma produção de 22 milhões de toneladas de soja. Até agora foram colhidos 50% do volume plantado, de acordo com dados do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária.
De acordo com o superintendente dos Portos do Paraná, Airton Maron, o aumento da movimentação nos portos paranaenses é constante e exige que o porto se adapte para atender a demanda. “O crescimento na demanda de exportações será cada vez maior porque a produtividade no campo cresce a cada dia. É nossa obrigação preparar o porto para atender este crescimento de agora e para os próximos anos”, disse.
"Fonte" AEN
Considerando apenas a carga de soja, a movimentação no bimestre foi de 780 mil toneladas, volume quatro vezes superior ao do mesmo período de 2011. As exportações de farelo, que também totalizaram 780 mil toneladas, representaram alta de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.
O diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura, Otmar Hubner, diz que os agricultores estão aproveitando o bom momento do preço da saca de soja para vender os produtos, o que pode explicar o aumento nas exportações. “A saca está custando, em média, R$ 45,50, contra os R$ 42,00 registrados em janeiro”, disse.
O Paraná responde por cerca de 50 % da soja exportada por Paranaguá. Mesmo com a quebra de safra na casa dos 23%, o estado terá a quarta melhor safra de grãos da história do Estado, de acordo com dados do Deral.
O Mato Grosso, maior produtor de soja do País e de onde vem cerca de 25% da soja exportada pelo Porto de Paranaguá, está prevendo alta de 8% na safra de soja de 2011/2012. A previsão é de uma produção de 22 milhões de toneladas de soja. Até agora foram colhidos 50% do volume plantado, de acordo com dados do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária.
De acordo com o superintendente dos Portos do Paraná, Airton Maron, o aumento da movimentação nos portos paranaenses é constante e exige que o porto se adapte para atender a demanda. “O crescimento na demanda de exportações será cada vez maior porque a produtividade no campo cresce a cada dia. É nossa obrigação preparar o porto para atender este crescimento de agora e para os próximos anos”, disse.
"Fonte" AEN
Se Joga do Viaduto e Sobrevive
Um homem aparentando uns 40 anos despencou do Viaduto do xaxim na linha
verde sul em Curitiba,por volta das 10 horas desta sexta-feira 02/e,
foi socorrido com vida, segundo uma testemunha que ia passando de carro
viu o homem em pé em cima da proteção do viaduto e logo despencou pra
baixo não se sabe ainda se caiu ou se jogou.no momentos que estava sendo
socorrido o homem chorava muito de dor,apresentava um ferimento na cabeça
que sangrava muito.
Video e foto de Miguel Minotto
verde sul em Curitiba,por volta das 10 horas desta sexta-feira 02/e,
foi socorrido com vida, segundo uma testemunha que ia passando de carro
viu o homem em pé em cima da proteção do viaduto e logo despencou pra
baixo não se sabe ainda se caiu ou se jogou.no momentos que estava sendo
socorrido o homem chorava muito de dor,apresentava um ferimento na cabeça
que sangrava muito.
Video e foto de Miguel Minotto
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